<rss version="2.0" xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"><channel><title>martapelomundo</title><description>martapelomundo</description><link>https://www.martapelomundo.com/blog</link><item><title>FELICIDADE</title><description><![CDATA[Felicidade. Estou safa! Ontem, Dia da Felicidade, tive um dia feliz. Começou com um bom abracinho matinal e acabou num jantar maravilhoso com bom vinho e bons amigos.Mas, confesso, a palavra felicidade causa-me alguma comichão. Tem para mim muito de palavrão, uma carga, qual estado de graça permanente, uma ambição desmesurada cujo peso não me apetece carregar. E por isso, não carrego. E não a vendo, mesmo trabalhando, de alguma forma, na indústria da dita.Não gosto da banalização a que esta<img src="http://static.wixstatic.com/media/5833be_df31a2424ff741829addbe6d8d0175b5%7Emv2_d_2791_1362_s_2.jpg"/>]]></description><link>https://www.martapelomundo.com/single-post/2019/03/21/FELICIDADE</link><guid>https://www.martapelomundo.com/single-post/2019/03/21/FELICIDADE</guid><pubDate>Thu, 21 Mar 2019 11:53:43 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>Felicidade. Estou safa! Ontem, Dia da Felicidade, tive um dia feliz. Começou com um bom abracinho matinal e acabou num jantar maravilhoso com bom vinho e bons amigos.</div><div>Mas, confesso, a palavra felicidade causa-me alguma comichão. Tem para mim muito de palavrão, uma carga, qual estado de graça permanente, uma ambição desmesurada cujo peso não me apetece carregar. E por isso, não carrego. E não a vendo, mesmo trabalhando, de alguma forma, na indústria da dita.</div><div>Não gosto da banalização a que esta palavra foi sujeita.</div><div>No meio desta minha crença (bem mais libertadora que limitadora), sei que falo de boca cheia. Porque carrego, isso sim, um espírito positivo quase constante e natural (também tenho dias), e ter um sorriso na cara é o meu nome do meio.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/5833be_df31a2424ff741829addbe6d8d0175b5~mv2_d_2791_1362_s_2.jpg"/><div>Eu sei, parece mais fácil, mas não é. Não quer sequer dizer que a vida me tenha sorrido sempre. Mas eu sempre lhe sorri. É um processo. Se é mais ou menos consciente, é uma escolha que faz toda a diferença. É simples, não é fácil e vem com muitas dores de crescimento. E não há uma fórmula mágica one fits all.</div><div>Acredito antes na (auto)aceitação, no reconhecimento de que há sentimentos e dias muito bons e teremos outros muito maus. Chama-se vida, e aceitá-lo é uma forma de seguir em frente, e de não ficar retida nos mesmos. Acredito cada vez mais na gratidão, na difícil conquista que é viver aqui e agora e não na promessa do amanhã, na incrível sensação que vem da superação, da leveza, do equilíbrio de todas estas coisas.</div><div>Foco-me na aprendizagem de gozar, o melhor que consigo, o caminho que tracei para chegar ao pote do arco-íris (e só porque adoro arco-irís 😉).</div><div>Esta é a minha fórmula. E a sua, qual é, caro leitor?</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>ESCUTA ATIVA</title><description><![CDATA[Hoje, num cliente de consultoria, tive a 1ª reunião com um dos colaboradores a apoiar. Em boa parte da conversa, só fiz perguntas, para ouvi-lo, conhece-lo. Já no fim, pediu-me ajuda. E consegui dá-la. Ao escuta-lo, fui interpretando os seus desafios e, acima de tudo, o que o motiva, e fazer a ponte com o seu trabalho. Esse detalhe mudou tudo. E ele saiu com um sorriso. E motivado para experimentar fazer diferente. Nem sempre corre tão bem, nem sempre o click acontece de forma tão clara. Mas até<img src="http://static.wixstatic.com/media/5833be_cc4372fcb94b4feab95e64c4798c6685%7Emv2_d_4000_3000_s_4_2.jpg"/>]]></description><link>https://www.martapelomundo.com/single-post/2019/03/12/ESCUTA-ATIVA</link><guid>https://www.martapelomundo.com/single-post/2019/03/12/ESCUTA-ATIVA</guid><pubDate>Tue, 12 Mar 2019 08:46:42 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/5833be_cc4372fcb94b4feab95e64c4798c6685~mv2_d_4000_3000_s_4_2.jpg"/><div>Hoje, num cliente de consultoria, tive a 1ª reunião com um dos colaboradores a apoiar. Em boa parte da conversa, só fiz perguntas, para ouvi-lo, conhece-lo. Já no fim, pediu-me ajuda. E consegui dá-la. Ao escuta-lo, fui interpretando os seus desafios e, acima de tudo, o que o motiva, e fazer a ponte com o seu trabalho. Esse detalhe mudou tudo. E ele saiu com um sorriso. E motivado para experimentar fazer diferente. Nem sempre corre tão bem, nem sempre o click acontece de forma tão clara. Mas até há algum tempo eu não sabia sequer escutar. Falava (de)mais, tinha muitas conversas em que um “atropela” o outro, ou já vai com a sua &quot;verdade&quot; e não está disponível para ouvir os argumentos do outro lado. Aprendi esta &quot;arte&quot; de ouvir de forma plena. E treino-a todos os dias. Admito que muitas vezes, em modo automático, esqueço-me de a pôr em prática, e continuo a falar pelos cotovelos... Mas hoje este é dos meus principais instrumentos de trabalho, de vida. E é incrível o alcance desta ferramenta tão simples. Não saber ouvir foi uma fraqueza que identifiquei em mim, que me prejudicou pessoal e profissionalmente, e que quis mudar. E essa é uma das incríveis aptidões do Ser Humano: se quisermos mesmo mudar, mudamos. E desse lado, caro leitor, o que é que já mudou em si?</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>LIDERANCA</title><description><![CDATA[Liderança. Não vos quero falar de gestores ou directores na sua definição tradicional, mas sobre o que aprendemos sobre liderança enquanto mães (ou pais) e da reflexão que este tema me suscitou:Existe algum papel em que possamos distinguir de forma tão clara um líder de um chefe?- Em que liderar pelo exemplo seja mais crucial?- Em que puxar pelo potencial de quem está sobre a nossa alçada, tenha um impacto tão grande na sua responsabilização e auto-desenvolvimento?- Em que a delegação de<img src="http://static.wixstatic.com/media/5833be_c46ae98d6fc64ded867339f9a0fdd54f%7Emv2.jpg"/>]]></description><link>https://www.martapelomundo.com/single-post/2019/02/26/LIDERAN%C3%87A-INESPERADA</link><guid>https://www.martapelomundo.com/single-post/2019/02/26/LIDERAN%C3%87A-INESPERADA</guid><pubDate>Tue, 26 Feb 2019 10:21:54 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>Liderança. Não vos quero falar de gestores ou directores na sua definição tradicional, mas sobre o que aprendemos sobre liderança enquanto mães (ou pais) e da reflexão que este tema me suscitou:</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/5833be_c46ae98d6fc64ded867339f9a0fdd54f~mv2.jpg"/><div>Existe algum papel em que possamos distinguir de forma tão clara um líder de um chefe?</div><div>- Em que liderar pelo exemplo seja mais crucial?</div><div>- Em que puxar pelo potencial de quem está sobre a nossa alçada, tenha um impacto tão grande na sua responsabilização e auto-desenvolvimento?</div><div>- Em que a delegação de tarefas, de autonomia, contribua de forma tão positiva para uma auto-aprendizagem daquele em quem depositamos confiança?</div><div>- Em que treinemos constantemente gestão de conflitos, partilha de tarefas, trabalho de equipa? Que desafie mais o nosso auto-controle?</div><div>- Em que o modo como ensinamos, influencie tanto a forma como quem está a ser ensinado, aprende?</div><div>- Em que o modo como dizemos, acreditamos ou duvidamos, influencia o comportamento de quem ouve?</div><div>Na minha perspectiva, não... E acho curioso ver como um dos papéis mais comuns do nosso dia-a-dia, pode ser uma ''escola' para muito mais.</div><div>A maternidade é o maior desafio, a maior responsabilidade que escolhi abraçar. Vê-la sobre outro ângulo, sobre o que ela diz de mim enquanto líder, dá-lhe uma nova dimensão, não mais importante, claro, mas com ensinamentos muito mais transversais.</div><div>E por aí, o que lhe parece?</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>VIAJAR.</title><description><![CDATA[A descolagem, a ruptura com o dia-a-dia, começa no aeroporto. Mas é no avião que ganhamos asas imaginárias, que nos transportam até ao nosso regresso. E não fosse isso suficiente, enquanto passeamos nas nuvens, estamos completamente desligados, incontactáveis, essa sensação tão pouco habitual neste mundo non-stop. Aquele tempo é só nosso. Chegados ao nosso destino exótico, por muito semelhante que seja àquele de onde partimos, começa a divagação pela novidade. Ziguezagueamos pelas ruas, e a mais<img src="http://static.wixstatic.com/media/5833be_7eae60c46b7d4e85ae316f8f0389311f%7Emv2_d_2976_2976_s_4_2.jpg"/>]]></description><link>https://www.martapelomundo.com/single-post/2019/02/24/BREVE-ENSAIO-SOBRE-A-EXPERI%C3%8ANCIA-DE-VIAJAR</link><guid>https://www.martapelomundo.com/single-post/2019/02/24/BREVE-ENSAIO-SOBRE-A-EXPERI%C3%8ANCIA-DE-VIAJAR</guid><pubDate>Sun, 24 Feb 2019 20:44:23 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/5833be_7eae60c46b7d4e85ae316f8f0389311f~mv2_d_2976_2976_s_4_2.jpg"/><div>A descolagem, a ruptura com o dia-a-dia, começa no aeroporto. Mas é no avião que ganhamos asas imaginárias, que nos transportam até ao nosso regresso. E não fosse isso suficiente, enquanto passeamos nas nuvens, estamos completamente desligados, incontactáveis, essa sensação tão pouco habitual neste mundo non-stop. Aquele tempo é só nosso. Chegados ao nosso destino exótico, por muito semelhante que seja àquele de onde partimos, começa a divagação pela novidade. Ziguezagueamos pelas ruas, e a mais simples placa de sinalização, escrita numa língua diferente da nossa, já nos encanta pela diferença. Estamos mais atentos aos detalhes, olhamos mais para cima e para os lados, e para a ornamentação dos prédios, para as montras ou candeeiros de rua. As lições dos livros de História ganham vida, significado. Aliás, aprendemos História, compreendemos melhor o porquê da nossa sociedade como a conhecemos, de onde veio e porquê. Aprendemos com outras formas de estar, pensar, interagir, vestir, trabalhar, comer, passar o tempo. E pouco a pouco, tornamo-mos mais abertos, flexíveis, destronamos preconceitos, julgamos menos, ganhamos proximidade, mais sentido do mundo.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/5833be_7d8c779c91cd4a70b34ffa507397d437~mv2_d_4000_3000_s_4_2.jpg"/><div>Arrebatamo-nos com a diferença e com o esplendor de outras paisagens, sejam obra do homem ou da natureza. Sentimo-nos pequeninos e grandes, privilegiados e humildes, perante tamanha beleza. Nem sempre a viagem é tão imersiva como gostaríamos. Nem sempre acontece, por esta razão ou por outra, convivermos com locais, absorvemos deles aquilo que nos aproxima e nos distingue. Por vezes a viagem fica-se pelo deambular pelas ruas. Não precisamos, é certo, de apanhar um avião para viver estas sensações. Elas podem ser vividas na nossa própria cidade ou país. Podemos bem passear pelas nossas ruas com as asas de faz de conta. Olhar para cada canto que conhecemos desde sempre, como se fosse a primeira vez. Perdermo-nos na nossa cidade. Eu precisei de viajar para e por outras geografias para aprender a olhar a minha cidade com olhos de ver. A dar-lhe valor. Saber sempre para onde quero voltar, ensinou-me a procurar a novidade no meu lugar de todos os dias, a quebrar a rotina no meu destino de sempre. Mas raros são os exercícios que me enchem a alma de igual modo como este, de entrar num avião e partir à descoberta do mundo, de o absorver e, passo a passo, torná-lo mais meu.</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>HOMO SAPIENS</title><description><![CDATA[486 Densas páginas de informação non-stop. Como que se uma personagem saísse do seu tempo e passeasse pela história da sua espécie para a contar, relatando os momentos de viragem mais determinantes, e até o que habitantes de uma determinada época poderiam sentir se saltassem para outra completamente diferente. Há ideias marcantes e curiosas neste livro (que variam de leitor para leitor): Como a tagarelice foi decisiva na evolução da espécie (Revolução Cognitiva), como as ordens que nos regem<img src="http://static.wixstatic.com/media/5833be_414b0ace3d4047229d18bebeba24ba7d%7Emv2_d_4000_3000_s_4_2.jpg/v1/fill/w_626%2Ch_470/5833be_414b0ace3d4047229d18bebeba24ba7d%7Emv2_d_4000_3000_s_4_2.jpg"/>]]></description><link>https://www.martapelomundo.com/single-post/2019/01/02/HOMO-SAPIENS</link><guid>https://www.martapelomundo.com/single-post/2019/01/02/HOMO-SAPIENS</guid><pubDate>Wed, 02 Jan 2019 22:53:34 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/5833be_414b0ace3d4047229d18bebeba24ba7d~mv2_d_4000_3000_s_4_2.jpg"/><div>486 Densas páginas de informação non-stop. Como que se uma personagem saísse do seu tempo e passeasse pela história da sua espécie para a contar, relatando os momentos de viragem mais determinantes, e até o que habitantes de uma determinada época poderiam sentir se saltassem para outra completamente diferente. </div><div>Há ideias marcantes e curiosas neste livro (que variam de leitor para leitor): Como a tagarelice foi decisiva na evolução da espécie (Revolução Cognitiva), como as ordens que nos regem enquanto sociedades são fruto da imaginação colectiva, como a ligação entre capital, ciência e império foi o motor dos últimos 500</div><div>anos, e como o Homo Sapiens brinca, desafia, deturpa as leis da natureza e da biologia.</div><div>São milhares de anos de História em dezenas de páginas. Em certos episódios, o relato parece romanceado (o que até torna a leitura mais envolvente), e o autor chega mesmo a fazer puzzles com apenas algumas peças. E não é uma narrativa isenta, o tom é mesmo ligeiramente irónico e crítico. </div><div>Mas foi extremamente enriquecedor &quot;viajar&quot; pela história através da perspectiva de Harari. Aprendi, reflecti e, através do seu sentido crítico, activei o meu, desmontei ideias pré-concebidas sobre tanta coisa e questionei-me sobre muitas outras. Acho que um dia volto a ler a este livro...</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>MY PATH TOWARDS CONSCIOUS CONSUMERISM SEEN THROUGH THE EYES OF THE MARKETEER IN ME.</title><description><![CDATA[A year and a half ago I acknowledged my individual "power" as a polluter, and the ecological footprint of my family and I. I woke up to the fact, that we, as a species, lead an unsustainable lifestyle, living on credit as far as the planet resources are concerned and that the future is not looking bright, let alone, green. Facts tell me there isn't the least of demagogy in my words, and if you have been paying attention to what is happening in the planet, you know it is the real deal.As a<img src="http://static.wixstatic.com/media/5833be_333ba899acb5441d9bd517d5830c1598%7Emv2_d_4000_3000_s_4_2.jpg/v1/fill/w_626%2Ch_470/5833be_333ba899acb5441d9bd517d5830c1598%7Emv2_d_4000_3000_s_4_2.jpg"/>]]></description><link>https://www.martapelomundo.com/single-post/2018/12/18/MY-PATH-TOWARDS-CONSCIOUS-CONSUMERISM-SEEN-THROUGH-THE-EYES-OF-THE-MARKETEER-IN-ME</link><guid>https://www.martapelomundo.com/single-post/2018/12/18/MY-PATH-TOWARDS-CONSCIOUS-CONSUMERISM-SEEN-THROUGH-THE-EYES-OF-THE-MARKETEER-IN-ME</guid><pubDate>Tue, 18 Dec 2018 10:50:01 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/5833be_333ba899acb5441d9bd517d5830c1598~mv2_d_4000_3000_s_4_2.jpg"/><div>A year and a half ago I acknowledged my individual &quot;power&quot; as a polluter, and the ecological footprint of my family and I. I woke up to the fact, that we, as a species, lead an unsustainable lifestyle, living on credit as far as the planet resources are concerned and that the future is not looking bright, let alone, green. Facts tell me there isn't the least of demagogy in my words, and if you have been paying attention to what is happening in the planet, you know it is the real deal.</div><div>As a mother, I could only really do something by walking the talk, by teaching my children, for example, not to produce litter, instead of simply telling them not to throw it on the floor. And as a citizen, I could no longer go on eating so called &quot;clean food&quot; or superfoods wrapped in packaging that would take 400 years to disappear from the face of the earth.</div><div>This changed everything. I became a conscious consumer, &quot;reprogramming&quot; my mindset as one and started to focus on reusable VS disposable and VS recyclable. This shift led me to cut down on my consumption habits, retrieving my self from buying just for the sake of... style, for example, to declutter my home and wardrobe, to reuse what I already have, to start minimizing my waste, sourcing mostly local and 100% natural products, to drastically reduce my personal meat intake and choosing natural over processed goods. Less plastic, less packaging (and boy, did I LOVE packaging!), less impact, less in general. Concepts such as #minimalism and #zerowaste became a part of my vocabulary, although I dicided to settle somewhere in between, in #lowimpact and #lowerism.</div><div>I</div><div>embraced the fact that, as a responsible consumer, the concept of cost became wider, including the social and environmental impact of everything I bought. So if I’m to buy something, I want to know more about whatever I’m acquiring, who made it, how, where.</div><div>Bear in mind that I'm a Marketeer at heart, and for years in a row that was my fulltime job. And did I pollute, did I contribute to landfills somewhere in the world with literally thousands of disposable glasses, for example, when I absolutely refuse to drink from one as we speak.</div><div>So what I find interesting within this context, is to look at my current consumer habits from a Marketeer's perspective:</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/5833be_31712832fd2544dd8ecfa75035a26262~mv2_d_4000_3000_s_4_2.jpg"/><div>Without no one asking me (let alone paying), I am a proud ambassador of the brands I have chosen, because I trust them and they represent the values I believe in, such as sustainability and authenticity.<div>Their brand promise is not written in the most beautiful fashion, imagined by a talented copywriter, in a clean, appealing website. But it comes from the soul and from the heart and in most cases, it was made to me, face to face.I did not become aware of their product benefits through an outdoor or youtube ad, generated by the most creative agency on the block. Again, in most cases, they were explained to me, face to face.</div>Their products are not delivered in beautiful packaging, that combines different materials (therefore, not recyclable), with embossing and plastic finishings, that add shine and glamour. Instead, they come packed in the least possible way, thus avoiding unecessary waste. Having said that, some of them manage not to disregard the design even in its minimal wrapping.I know quite a few of the people who produced, handcrafted my products, where their expertise to do so comes from, how their beliefs coincide with mine, how and where they sourced their ingredients, and exactly what these are. That is also why I know, for a fact, that they are 100% natural and, in most case, 100% national.There is no endless list of ingredients with weird names, and a tiny message that says that they damage marine life. Their list of ingredientes is generally no more than a handful of components, that might have techinal names, yes, but also comes with its “translation” so I, as, a consumer, can more easily identify them.Sometimes, I even have the luxury (not in terms of price) to have products produced for me, according to a specific need of mine. Customization doens’t get better than this.</div><div>These tiny brands don’t pretend to be natural or responsible. They simply are. And if they were to pretend to be, their business would end in the blink of an eye, because sustainability is what originated them in the 1st place, and one of the reasons consumers, such I, believe in.</div><div>And yes, some are businesses with a logo, but quite a few are BRANDS. Some have poor design, have no marketing budgets, and rely solely on WOM and Social Media as their key promotional tools. But most have a clear message, a set of values and a mission, They are, for me, the essence of brand coherence. They walk their talk.</div><div>So from where I stand today, words such as opportunism and greenwashing pop into my head when I see a company that commits to integrate a #circulareconomy approach in its production chain, but fails to ackowledge and act, on the humillious working conditions practiced by the factories where their garments are produced in some faraway country. or when another highstreet brand that launches a few &quot;conscious&quot; items within their seasonal collection to show how commited they are to nature, and uses dodgy chemicals to dye their &quot;vintage&quot; look-a-like denims. or when the products of a cosmetics brand that claims to be 100% natural, are actually packed with toxins and synthetic ingredients.</div><div>As a consumer, I expect transparency form the brands I choose. As a Marketeer, this is the type of relationship I believe a brand should build with consumers, one based on trust. Consumers should expect &quot;their&quot; brands to align with their values in word and deed, to truly integrate social and environmental impact in businesses in a meaningful way, not just for marketing sake.</div><div>This much I knew, although my new... lifestyle took this relationship to a whole different level. But what my recent consumer journey has taught the Marketeer in me was that, as we speak, this shift required from companies goes way beyond brand commitment, it goes down to need, to survival and to medium to long term profitability: time has come for companies to embrace that their sustainability is directly related to the one of resources (and their growing scarcity), and as such, of the way they do and build businesses and products. And they have the power to do so much, if only they are to do it for real.</div><div>I struggle to remember &quot;big&quot; brands that are true inside and out, that integrate sustainability across its value chain as a whole rather than a set of words on a wall in some citty office. In fact, only #patagonia comes to (my) TOM, but would love for you to share more and I will definitely continue my quest to get to know them.</div><div>But at the end of the day, it is up to us, consumers, to demand coherence, true responsability, in line with their impact on the the planet and society. If not, they will not feel compelled to change.</div><div>As far as I'm concerned, my path has given me control over the value chain of the products I buy and the brands I (nowlove. But what is really amazing to me is that, through my daily choices, I am playing my role as an individual and citizen of the world, in a global problem. And that is, dear reader, is my Super Duper Power as a consumer ;-)</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>PRENDAS.</title><description><![CDATA[Tenho andado a pensar no Natal… sim, eu sei, começar um artigo com esta frase não é promissor… mas deixem-me partilhar o que me vai na alma…Tenho duas filhas pequeninas, obcecadas por prendas (o ano todo…), que inventam membros da família que lhes poderão dar prendas, não porque querem muito isto ou aquilo, apenas porque querem prendas, muitas prendas!E depois estou eu, na antítese disto tudo, a reduzir o que tenho, a comprar com consciência e a “sair” de um período de “reabilitação” pós era<img src="http://static.wixstatic.com/media/5833be_0776c9493028471b831b825ec40b6d51%7Emv2.jpg/v1/fill/w_626%2Ch_470/5833be_0776c9493028471b831b825ec40b6d51%7Emv2.jpg"/>]]></description><link>https://www.martapelomundo.com/single-post/2018/12/10/PRENDAS-1</link><guid>https://www.martapelomundo.com/single-post/2018/12/10/PRENDAS-1</guid><pubDate>Mon, 10 Dec 2018 16:35:45 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/5833be_0776c9493028471b831b825ec40b6d51~mv2.jpg"/><div>Tenho andado a pensar no Natal… sim, eu sei, começar um artigo com esta frase não é promissor… mas deixem-me partilhar o que me vai na alma…</div><div>Tenho duas filhas pequeninas, obcecadas por prendas (o ano todo…), que inventam membros da família que lhes poderão dar prendas, não porque querem muito isto ou aquilo, apenas porque querem prendas, muitas prendas!</div><div>E depois estou eu, na antítese disto tudo, a reduzir o que tenho, a comprar com consciência e a “sair” de um período de “reabilitação” pós era consumista, por outras palavras, a habituar-me a esta nova forma de estar, não consumista, e a desejar tanto incutir nelas um espírito menos material. E a colocar música natalícia e a comer pizza enquanto fazemos a árvore em família, qual cena de filme lamechas. E quase a ter “reacções alérgicas” ao consumismo exacerbado que se vive hoje, ao Natal que quase começa em Outubro e aos anúncios que tentam confundir espírito de compras com espírito festivo.</div><div>Mas eu adoro dar. E sim, adoro dar prendas!! E para fundamentalista já basto eu. E por isso decidi que tenho de encontrar o equilíbrio entre estes dois mundos que coabito, para viver esta época de forma tranquila, como ela merece ser vivida.</div><div>Desabafo feito, este artigo é sobre dar. Prendas. Mas naturalmente, sempre com a minimização do impacto ambiental (e social) subjacente. E aqui ficam algumas ideias soltas sobre o que deixar debaixo da árvore para aqueles que fazem parte do seu mundo: </div><div>Ofereça experiências, e há tantas, para todos os gostos:</div><div>Bilhetes (digital…) para um concerto, para um jogo desportivo ou para um festival (NOS Alive, Primavera, ou um completamente experiencial e ecológico, como o Boom Festival).Um Workshop de Yoga, cozinha vegetariana ou Paleo, Probióticos, Jardinagem, cosmética caseira, astrologia, fotografia. Uma aula de samba, de Pole Dance, de BioDanza, Mindfullness, pintura, escultura ou capoeira.Uma inscrição num ginásio.Um bilhete simbólico para os Passadiços do Paiva ou para o Convento de Mafra, o Palácio Nacional da Ajuda, Mosteiro da Batalha ou para a Torre dos Clérigos; uma viagem organizada aos Caminhos de Santiago, uma playlist (para não dizer um CD…) com músicas do “tempo” de quem vai receber.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/5833be_b13ee4cd6ea9482e851be4f9f2388dcf~mv2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/5833be_23766b1651894a8a8e41a93e26717364~mv2_d_4000_3000_s_4_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/5833be_040e7c124ba444d1b48af4e22bed178f~mv2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/5833be_944937447b124977a2ac524eaff769d8~mv2.jpg"/><div>Em nome da pessoa que quer presentear, ofereça o apadrinhamento da educação de uma criança ou de um animal do Jardim Zoológico.Um livro comprado num alfarrabista, no OLX ou um audiobook.<div>Um kit de especiarias comprados a granel ou de farinhas “alternativas”, como de arroz, aveia, etc…, tudo oferecido em frasquinhos aí de casa (Consulte <a href="https://agranel.pt/">aqui</a> uma loja de produtos a Granel na sua área de residência)</div>Uma velharia duma loja em 2ª mão, duma loja de velharias ou de um antiquário. Não faltam mercados de Velharias de fim de semana e lojas encantadoras para se perder.<div>Uma vela ecológica, e numa embalagem sustentável, mas sem comprometer o aroma que pode encontrar <a href="https://www.facebook.com/saponinasoapsfromnature/">aqui</a> ou <a href="http://www.ecolove.pt/velas-perfumadas">aqui</a>.</div>Uma garrafa de água reutilizável. Seja em Aço inoxidável, alumínio, em plástico (sem BPA’s, naturalmente…), mais “clean,”, com diferentes padrões, encontra para todos os gostos e feitios.Uma peça de joalharia Vintage, comprada numa loja de segunda mão.<div>Um Kit de beleza natural (ou alguns produtos): Um desodorizante, um sabonete natural, um óleo corporal (ou um shampoo biológico). Encontra produtos maravilhosos <a href="https://www.facebook.com/saponinasoapsfromnature/">aqui</a>.</div><div>Um escova de dentes de Bamboo + 1 Elixir Bocal + 1 pasta de dentes natural, tudo nacional! Pode encontrar <a href="http://www.maenatureza.pt/loja/">aqui</a> ou <a href="https://organii.com/">aqui</a>.</div><div>Um amplificador de som para o telemóvel, artesanal, com uma história linda para contar. Encontra-o <a href="http://www.maenatureza.pt/produto/casa-amplificador-liso-para-telemovel/">aqui</a>.</div>Produtos feitos por si (Granola, compota, bolachas…).A assinatura digital de um jornal ou de uma revista.Uma planta, como uma Aloe Vera, uma Bonsai ou sementes.<div>Um Kit de produção que transforma borra de café e cartão em Cogumelos <a href="https://www.pegada-verde.pt/index.php/cogusbox.html">daqui</a> (não me perguntem como…)!</div>Um saco reutilizável (de algodão biológico) com uma frase gira.Uma App ou um conjunto de apps.<div>Um Kit de Take away: marmita + uma palhinha metálica + um porta-talheres feito com desperdício de tecidos ou bolsinha para snacks. Ou se o Faça Você Mesmo não for o seu género, compre <a href="https://www.fluffyorganicandeco.pt/product/kit-piquenique-em-bambu">aqui</a>um porta-talheres, lindo e que ainda por cima com um projecto solidário na génese.</div>Brinquedos de madeira (ou então procure no OLX um que tenha sido pedido aí em casa…)Uma lâmina de barbear à moda antiga.Uma YogurtNest, para recomeçar a fazer iogurtes caseiros aí em casa.<div>Uma peça de uma marca sustentável, seja de decoração, como uma peça de Cerâmica da <a href="https://jinjaritual.com/pt/jinja-eco-design-collection-cycles-of-nature/">Jinja</a>, uma peça de roupa da <a href="https://naz.pt/pt/">NAZ</a>.</div></div><div>Algumas lojas onde encontram prendas sustentáveis:</div><div>https://planetiers.com/collections</div><div>http://www.maenatureza.pt/loja/</div><div>https://mindthetrash.pt/</div><div>https://sapatoverde.pt</div><div>https://www.facebook.com/saponinasoapsfromnature/</div><div>https://www.thegreatestcandle.com/product-category/velas/</div><div>https://www.ecologicalkids.pt</div><div>https://www.fluffyorganicandeco.pt</div><div>P.S. Como prenda de Natal vou receber os sorrisos que vou ver em cada prenda</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>PRENDAS COM SENTIDO</title><description><![CDATA[(ARTIGO DE DEZEMBRO 2017)Lembro-me de adorar o Natal, da sensação boa que tinha quando desejava Feliz Natal a pessoas que não conhecia de lado nenhum. Lembro-me de Natais sem conta a jogar Bingo com a minha avó, e minha mãe e tia e primos e irmãos, a 20 escudos o cartão, e da batota de uns ou de outros.A memória seguinte é a de trocar a expressão Feliz Natal por Natal Feliz, a querer colocar a entoação na emoção. A começar a rejeitar o materialismo que passou a ter a época natalícia, mas a<img src="http://static.wixstatic.com/media/5833be_8c12994760f64c4c91d554d01c1389c2%7Emv2_d_2104_2105_s_2.jpg/v1/fill/w_626%2Ch_627/5833be_8c12994760f64c4c91d554d01c1389c2%7Emv2_d_2104_2105_s_2.jpg"/>]]></description><link>https://www.martapelomundo.com/single-post/2018/12/10/PRENDAS-COM-SENTIDO</link><guid>https://www.martapelomundo.com/single-post/2018/12/10/PRENDAS-COM-SENTIDO</guid><pubDate>Mon, 10 Dec 2018 12:22:25 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/5833be_8c12994760f64c4c91d554d01c1389c2~mv2_d_2104_2105_s_2.jpg"/><div>(ARTIGO DE DEZEMBRO 2017)</div><div>Lembro-me de adorar o Natal, da sensação boa que tinha quando desejava Feliz Natal a pessoas que não conhecia de lado nenhum. Lembro-me de Natais sem conta a jogar Bingo com a minha avó, e minha mãe e tia e primos e irmãos, a 20 escudos o cartão, e da batota de uns ou de outros.</div><div>A memória seguinte é a de trocar a expressão Feliz Natal por Natal Feliz, a querer colocar a entoação na emoção. A começar a rejeitar o materialismo que passou a ter a época natalícia, mas a continuar a adorar a ideia da mesma.</div><div>Hoje, com filhas pequenas, esta reacção mantém-se, acentuou-se, acrescida pelo facto de ter esta sensação de que o tempo passa a correr, de que o Natal passa a correr, e que até ao momento em que ele &quot;acontece&quot;, somos inundados pela pressão de comprar, e de que este momento &quot;mágico&quot; afinal é apenas isso, material. E no meio de todo este ruído ensurdecedor, deparo-me com o desafio enquanto mãe de querer criar uma experiência, uma memória do Natal às minhas filhas que não seja apenas de prendas sem fim debaixo duma árvore artificial adornada.</div><div>Mas apesar desta sensação, ADORO dar prendas, adoro ver sorrisos, surpresa estampada no rosto de quem a recebe, saber que acertei em cheio (sim, tem muito de egoísmo), que na prenda que dou está dedicação, tempo, carinho, em coerência com o que sentimos por aquele a quem a vamos dar.</div><div>E é mesmo de prendas que quero falar, de prendas com sentido, para o Natal ou para outro momento qualquer, que levem uma mensagem e provoquem uma emoção. Materiais, &quot;físicas&quot;, em algum casos, mas com mais emoção à mistura.</div><div>Prendas que dizem: Experimenta</div><div>Uma aula de Yoga, um workshop de antiaging e antienvelhecimento (e não é que existe?) ou, num registo completamente diferente, de culinária vegetariana, asiática ou de probióticos, de fotografia ou costura, um curso de mindfullness, um tarde num campo de paintball, uma aula de cerâmica.</div><div>Uma inscrição no ginásio, um kit de iniciação a uma vida mais saudável (feito por si), um frasco com todos os ingredientes duma receita, pronta a confeccionar.</div><div>Uma máquina polaroid moderna ou uma lomo que lhe permite experimentar fotografias duma forma mais irreverente.</div><div>Pelo Porto, encontra workshops na https://www.clavelskitchen.com/, http://www.workshops-popup.com/ ou na http://workespacocriativo.pt/</div><div>Prendas que dizem: Lembras-te?</div><div>Uma revista do mês, ou semana do ano em que nasceu ou um objecto desse mesmo ano (Um vinil original dos Stones ou da Eurovisão) ou uma fotografia emoldurada encontrada numa gaveta escondida. </div><div>Um brinquedo ou um jogo de época, uma garrafa de vinho do ano de nascimento.</div><div>Prendas que dizem: Dou-te um momento só para ti!</div><div>Descobri nos livros de colorir para adulto uma forma de relaxar e de me focar mas também, em diferentes momentos, uma actividade que posso partilhar com as minhas filhas: ora pintamos juntas um destes desenhos, ora cada uma pinta o seu desenho. O livro &quot;Alma Portuguesa&quot; tem um conjunto de desenhos de vários ícones da nossa cultura, o que o torna particularmente bonito e o distingue doutros nesta temática! Encontra o livro aqui</div><div>Um cartão de amigo de Serralves (também existe em versão cartão familiar), a assinatura duma revista que diz &quot;redescobre o prazer do papel vs a obsessão dos aparelhos electrónicos&quot;</div><div>Prendas que dizem: Vamos Juntos?</div><div>Um bilhete duplo para um concerto (ou até como mote duma viagem?), bilhetes para uma peça de teatro, um passeio de balão, uma entrada para a Livraria Lello que diz &quot;vamos descobrir a cidade?&quot;, ou um voucher duma companhia aérea.</div><div>Prendas para os mais pequeninos:</div><div>Uma ida ao Kidzania, bilhetes para o concerto do Panda e dos Caricas, uma ida ao Portugal dos Pequeninos, uma tarde no Playcenter para os miúdos saltarem sem parar nos vários insufláveis, uma viagem ao mundo de fantasia da Disney, uma ida ao Jardim Zoologico, o monopólio ou o jogo da gloria para jogarem em família</div><div>Espero ter ajudado a tornar a sua prenda mais emotiva!</div><div>Desejo-lhe um Natal cheio de sorrisos :-)</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>OS MEUS CHEFES, OS MEUS LÍDERES E AS LIÇÕES QUE ME ENSINARAM.</title><description><![CDATA[Durante um considerável período da minha carreira mudei de empresa de ano e meio em ano e meio. Nem sempre estas mudanças aconteceram por minha exclusiva iniciativa, por vezes tiveram lugar dentro de uma mesma estrutura ou dentro de empresas de um mesmo grupo mas, por uma razão ou por outra, aconteceram a um ritmo quase sistemático.Para efeitos deste artigo, ter passado por várias empresas, sectores e países, resultou num número bem considerável de chefes. Alguns foram apenas isso, chefes,<img src="http://static.wixstatic.com/media/5833be_df15d366176542a6a357c359f6215f04%7Emv2_d_2719_1529_s_2.jpg/v1/fill/w_626%2Ch_352/5833be_df15d366176542a6a357c359f6215f04%7Emv2_d_2719_1529_s_2.jpg"/>]]></description><link>https://www.martapelomundo.com/single-post/2018/12/03/Os-meus-chefes-os-meus-l%C3%ADderes-e-as-li%C3%A7%C3%B5es-que-aprendi</link><guid>https://www.martapelomundo.com/single-post/2018/12/03/Os-meus-chefes-os-meus-l%C3%ADderes-e-as-li%C3%A7%C3%B5es-que-aprendi</guid><pubDate>Mon, 03 Dec 2018 00:35:42 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/5833be_df15d366176542a6a357c359f6215f04~mv2_d_2719_1529_s_2.jpg"/><div>Durante um considerável período da minha carreira mudei de empresa de ano e meio em ano e meio. Nem sempre estas mudanças aconteceram por minha exclusiva iniciativa, por vezes tiveram lugar dentro de uma mesma estrutura ou dentro de empresas de um mesmo grupo mas, por uma razão ou por outra, aconteceram a um ritmo quase sistemático.</div><div>Para efeitos deste artigo, ter passado por várias empresas, sectores e países, resultou num número bem considerável de chefes. Alguns foram apenas isso, chefes, outros foram líderes. E para o bem ou para o mal, aprendi com as duas categorias de … perfis, chamemos-lhes assim.Já com alguma distância, é-me possível avaliar o papel de cada um: com alguns a aprendizagem foi contínua, com um ou outro aprendi o que não quero nunca ser como líder, com alguns quase que desaprendi o que achava saber, outros nem sequer deixaram marca. Mas o mais importante é que daqueles que fizeram a diferença, trouxe algumas das lições que retenho e que servem de orientação à minha forma de trabalhar, ainda que por conta própria, ao que sou e ao que quero ser. Eis o que aprendi:</div><div>1- A não apresentar um problema sem uma possível solução para o mesmo. E lembro-me bem de entrar no gabinete de um dos meus ex-líderes com um problema, e de o mesmo o “devolver” com esta premissa, tão simples, elementar mesmo, mas que exige desde logo uma atitude mais pro-activa, e de foco na solução, não no problema.</div><div>2- Aprendi que delegar é uma forma de dizer “confio em ti”, é atribuir responsabilidade, por um lado, e deixar a quem a recebe espaço para a aprendizagem, para o desafio pessoal, para o desenvolvimento do seu potencial e crescimento enquanto profissional. E que o oposto passa exactamente a mensagem inversa.</div><div>3- A não fazer críticas negativas, desprovidas de contexto, sem primeiro realçar as positivas. E a construir a crítica, a explicá-la, a ter em consideração o receptor da mensagem. Também esta lição teve um momento de ensinamento específico, do qual me recordo de forma explícita (e já lá vão 15 anos). E embora a tenha aprendido relativamente à relação entre cliente e agência criativa, considero-a pertinente em qualquer relação de trabalho.</div><div>4- Aprendi o poder do elogio. Não falo do elogio gratuito, mas do construtivo, do reconhecimento de um trabalho bem feito, e que por si só funciona como “trigger” da motivação. Um ambiente de trabalho desprovido de elogio (merecido) é por si só desmotivador, tornando qualquer crítica muito mais destrutiva.</div><div>5- A dominar os temas, a conhecer as tendências, as quotas de mercado, os preços, a ter as vendas na “ponta da língua”, quem comprou e quem não comprou e porquê. E não, não foi num departamento comercial que me desafiaram de forma recorrente a colocar em prática esta lição, foi no Marketing. Em última instância, ensinaram-me a não ser apanhada desprevenida e a não deixar pontas soltas. E embora esta aprendizagem não tenha uma aplicação tão linear na actividade que exerço actualmente, ela incitou-me a estar alerta, a querer saber sempre mais e a não me acomodar.</div><div>6- Aprendi a fazer apresentações. Sobre estratégias, resultados, planos de marketing, sobre a empresa, sobre o mercado, sobre uma parceria, uma marca, um produto, uma proposta, entre vários outros temas. Mas não faltaram dores de crescimento… levei tanto, mas tanto, na cabeça, durante muito tempo, porque faltava isto ou aquilo, ou porque o raciocínio ou a agenda ou a sequência de slides ou as contas não estavam correctas. E, a cada apresentação, fui aprimorando o engenho de as construir, de torna-las mais objetivas, mais apelativas, mais assertivas.</div><div>7- Mas não se deixe enganar. Construir apresentações contribuiu para muito mais do que saber fazer um documento bonitinho em power point. Ajudou-me a estruturar o meu raciocínio e a apresenta-lo, e isso não tem preço.</div><div>8- Aprendi o respeito pelas questões, urgências familiares, pessoais, e que quando damos espaço para as mesmas, estamos também a dar responsabilidade, confiança, e o retorno é lealdade, agradecimento e dedicação acrescida.</div><div>10- Aprendi que um bom líder necessita de aliar inteligência emocional à competência técnica, e que aí reside a diferença entre um bom líder e um chefe. E que a capacidade para gerir pessoas não resulta necessariamente do mesmo conjunto de competências que leva um profissional a ser um vendedor, engenheiro, técnico ou mesmo empreendedor exímio. A aptidão, a arte de gerir pessoas, não é para qualquer um, e seja um talento inato ou uma competência treinada, é preciso querer aprende-la e decidir que tipo de líder queremos ser.</div><div>Até há não muito tempo, não primava pela capacidade de escuta. Mas a vontade de aprender e de absorver informação fez de mim uma “aluna”, uma observadora atenta. E por isso cada lição ensinada com que me “deparei” foi bem apreendida e interiorizada.</div><div>Aprendi muitas outras coisas, ora comigo própria, ora com os meus pares ou superiores. E na era das infindáveis, profundas, arrebatadoras (e irritantes qb…) frases inspiracionais, aquela que ninguém me ensinou, mas que sempre vivi na pele, foi que &quot;aquele que escolhe um trabalho de que gosta, nunca terá de trabalhar um dia na sua vida”. Com os devidos ajustes, e com a plena noção de se tratar de uma privilégio que não toca a todos, esta foi a minha fórmula para um dos mais badalados temas da actualidade, o do equilíbrio pessoal e profissional.</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>PRODUTOS COM MIL E UMA FUNCOES</title><description><![CDATA[Há um ano atrás não me passaria pela cabeça usar produtos dos meus cozinhados na minha cara. E é mesmo isso que faço agora…À medida que entramos nesta aventura da minimização do desperdício e da desplastificação, passamos a colocar em prática, entre outras regras, a da reutilização. E apercebemo-nos que alguns produtos são bem mais versáteis do que aquilo que alguma vez imaginamos.Aqui ficam alguns dos produtos que aprendi a usar das mais variadas formas desde que abracei um estilo de vida com<img src="http://static.wixstatic.com/media/5833be_1166cc3757f94363a5bf697fa88e3b48%7Emv2.jpg"/>]]></description><link>https://www.martapelomundo.com/single-post/2018/09/23/PRODUTOS-COM-MIL-E-UMA-FUNCOES</link><guid>https://www.martapelomundo.com/single-post/2018/09/23/PRODUTOS-COM-MIL-E-UMA-FUNCOES</guid><pubDate>Sun, 23 Sep 2018 21:23:35 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/5833be_1166cc3757f94363a5bf697fa88e3b48~mv2.jpg"/><div>Há um ano atrás não me passaria pela cabeça usar produtos dos meus cozinhados na minha cara. E é mesmo isso que faço agora…</div><div>À medida que entramos nesta aventura da minimização do desperdício e da desplastificação, passamos a colocar em prática, entre outras regras, a da reutilização. E apercebemo-nos que alguns produtos são bem mais versáteis do que aquilo que alguma vez imaginamos.</div><div>Aqui ficam alguns dos produtos que aprendi a usar das mais variadas formas desde que abracei um estilo de vida com menos produção de desperdício. Esta foi umas das formas que encontrei de poupar embalagens, espaço e dinheiro.</div><div>1. BICARBONATO DE SÓDIO</div><div>Ainda me lembro de ter comprado bicarbonato de sódio só por causa de uma receita, e de ter o pacote no armário parado durante mais de um ano até voltar a usá-lo. Hoje, é um elemento incontornável cá em casa, quer na cozinha, quer como aliado na limpeza.</div><div>Uso-o muito em bolos, já que é um ingrediente muito comum em receitas com açucares e farinhas alternativas às tradicionais.</div><div>Embora eu não faça os meus próprios produtos de higiene pessoal ou limpeza da casa, para quem o faz, e o bicarbonato é um ingrediente bem comum, do detergente da limpeza, à pasta dos dentes, passando pelo desodorizante. E mesmo nos produtos comprados, ele faz parte da lista de ingredientes, como o meu desodorizante e a minha pasta dos dentes, 100% naturais.</div><div>Em termos de limpeza, pode usá-lo para diversas tarefas:</div><div>Salpique todas as superfícies da cozinha, para depois a limpar com água morna.Coloque dentro de sapatos, para acabar com um odor menos agradável.Limpe escovas de cabelo, colocando-as em água morna com 1 colher de chá deste produto.Salpique em tapetes, deixe actuar durante a noite, e no dia seguinte aspire.Salpique a sanita (50g) e depois escove. Não apenas para limpar, o bicarbonato de soda também ajuda a desentupir!</div><div>Mas atenção, ao comprar Bicarbonato de Soda, garanta que é um que pode usar quer nos seus cozinhados quer como seu aliado de limpeza.</div><div>2. ÓLEO DE COCO</div><div>Adoro a quantidade de coisas que posso fazer com este produto, mas é preciso ter em conta que, vivendo em Portugal, ele vem do outro lado do mundo e, no que à cozinha diz respeito, as opiniões dividem-se quanto ao seu impacto na saúde.</div><div>Para além de usá-lo em bolos, ele é também um dos ingredientes da minha pasta de dentes, no meu elixir bocal e do meu creme hidratante (todos 100% naturais). E ainda…:</div><div>Pode usa-lo para fritar a alta temperatura, sendo particularmente agradável em pratos asiáticos porque lhes dá o travo a coco.É um excelente desmaquilhante, dos mais eficazes que já experimentei, e deixa a pele bem macia!Use como hidratante/manteiga corporal, incluindo pés e mãos, e também como bálsamo dos lábios.Se tiver colocado um autocolante que teima em sair (se tiver pequeninos aí por casa, pode facilmente acontecer…) misture óleo de coco com bicarbonato de soda e esfregue na zona “afetada” para o ajudar a retirarPode fazer um esfoliante corporal, misturando-o com borras de café, por exemplo.</div><div>3. VINAGRE</div><div>Cá em casa, o vinagre branco é o detergente multiusos. E quer isso dizer que em vez de um produto para limpar vidros, outro para limpar o chão e outro para a casa de banho, apenas tenho vinagre, misturado com igual quantidade de água, aromatizado com cascas ou essência de limão, e colocado dentro de um borrifador. Acabaram-se os químicos e os mil e um produtos para mil e uma coisas diferentes. Simples assim 😉.</div><div>Eu comprei vinagre branco para este fim, mas o vinagre de maçã, por exemplo, serve muito bem para esta função, e pode fazê-lo em casa!</div><div>O vinagre de maçã é um óptimo amaciador de cabelo, que me ajudou na transição para um shampoo 100% natural (nada fácil…). Mistura igual quantidade de água e massaja o cabelo com ele durante a lavagem.</div><div>4. CASCAS DE MAÇÃ</div><div>Na sequência da dica acima, cascas e os caroços de maçã, açúcar e água são os únicos ingredientes que precisa para fazer vinagre de maçã, que pode ser usado quer na cozinha quer na limpeza da casa.</div><div>Tempo de “descanso”? de duas semanas a 2 meses! Já li várias receitas (encontra uma aqui), só experimentei uma vez, não deu certo, mas é certo que vou tentar novamente porque resulta 😉. Só tenho de ser mais paciente da próxima vez!</div><div>5. CACAU PURO</div><div>Este ingrediente também passou a fazer parte da minha despensa desde que deixei de usar açúcar refinado. E eis que descobri recentemente que o cacau puro faz um blush com um efeito bem natural, e mais barato e natural é difícil! Faz agora parte da minha rotina de “beleza”.</div><div>6- CASCAS DE LIMÃO</div><div>Para além do limão em si, também as cascas são bem versáteis: dão um excelente tempero (basta raspar o limão), e são ideais para colocar no vinagre de limpeza para atenuar o odor forte que este tem (deixe-as de molho no vinagre umas duas semanas e depois retire-as).</div><div>7. ESCOVAS DE DENTES</div><div>Quando a sua escova de dentes, de plástico ou bambu, aparentar estar em fim de vida, revitalize-a: Coloque-a a ferver uns 5 minutos, e depois use-a como escova de limpeza, para chegar a áreas mais pequenas ou difíceis, como o teclado de um computador, a argamassa entre azulejos e para limpar sapatilhas/sapatos brancos depois de salpicados com bicarbonato de soda.</div><div>E ainda… pode também usar como pincel para os miúdos, escovar as sobrancelhas ou limpar as suas unhas!</div><div>Quanto à escova de bambu, tratando-se de um material biodegradável, no caso de ter plantas em vasos, pode sempre fazer estacas com a escova. Este degradar-se-á lentamente e alimenta a terra. Mas antes de o fazer, lembre-se de cortar as cerdas (no caso de estas não serem biodegradáveis).</div><div>Cá em casa, por exemplo, temos um candeeiro com imensos buraquinhos, e usei uma escova antiga para os limpar, um a um!</div><div>Embora eu não seja tão criativa, tenho também visto algumas imagens de escovas iguais transformadas em saboneteira, mas essas ideias deixo para os mais engenhocas…</div><div>8. BORRAS DE CAFÉ</div><div>Cá em casa, a máquina de café é de grão, pelo que temos borras de café em quantidade. Eis o que pode fazer com elas:</div><div>Li (e vou mesmo ter de experimentar porque quero tantooo que resulte) que pode usa-las como repelente no jardim, salpicando-as à volta das suas plantas.Tal como o bicarbonato de soda, podem ajudar no controle de odores fortes no frigorífico: Coloque um pequeno recipiente aberto com as borras, coloque-o na parte de trás do frigorífico por umas semanas.Pode fazer um esfoliante corporal (conforme menciono acima) ou facial.</div><div>Limitei-me a algumas dicas por produto! Dentro de cada exemplo que vos dei, podia ter referido mil e umas outras utilizações para cada um deles: óleo de coco como amaciador de cabelo; vinagre com bicarbonato de soda como detergente caseiro, bicarbonato de soda como esfoliante. Mas pelo facto de ter encontrado informações contraditórias relativamente a alguns dos usos destes produtos para essas funções em particular, optei por me limitar aquelas que eu testei ou que, de fonte (mais) segura, posso assegurar que resulta 😉</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>DESPERDICIO NO TRABALHO</title><description><![CDATA[1.451.157.900 De toneladas. Esta é a quantidade estimada de lixo produzido, só este ano, até ao momento em que comecei a escrever este mesmo artigo.Esta quantidade imensurável de lixo, gerada por nós, Humanos (qual arma de destruição maciça), parece desaparecer do dia para a noite, como que por magia.Mas o que parece nem sempre é. Por exemplo, o plástico, material responsável por boa parte deste infindável número que referi, tarda aproximadamente 400 anos a desaparecer da face da terra. E cerca<img src="http://static.wixstatic.com/media/5833be_bb3834fdba6f4d16b9344b278b0a4f2d%7Emv2.jpg/v1/fill/w_626%2Ch_470/5833be_bb3834fdba6f4d16b9344b278b0a4f2d%7Emv2.jpg"/>]]></description><link>https://www.martapelomundo.com/single-post/2018/09/09/DESPERD%C3%8DCIO-NO-TRABALHO</link><guid>https://www.martapelomundo.com/single-post/2018/09/09/DESPERD%C3%8DCIO-NO-TRABALHO</guid><pubDate>Sun, 09 Sep 2018 22:37:03 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/5833be_bb3834fdba6f4d16b9344b278b0a4f2d~mv2.jpg"/><div>1.451.157.900 De toneladas. Esta é a quantidade estimada de lixo produzido, só este ano, até ao momento em que comecei a escrever este mesmo artigo.</div><div>Esta quantidade imensurável de lixo, gerada por nós, Humanos (qual arma de destruição maciça), parece desaparecer do dia para a noite, como que por magia.</div><div>Mas o que parece nem sempre é. Por exemplo, o plástico, material responsável por boa parte deste infindável número que referi, tarda aproximadamente 400 anos a desaparecer da face da terra. E cerca de 90% de todo o plástico produzido até hoje ainda existe. Assusta, não acha?</div><div>A nossa confortável sociedade descartável parece ter ganho vida própria e, objecto a objecto, está a destruir o planeta. E não há qualquer demagogia ou dramatismo nesta afirmação.</div><div>Enquanto consumidores, podemos, devemos responsabilizarmo-nos, fazer escolhas e mudar hábitos que, somados, fazem a diferença. E podemos fazê-lo de forma proactiva em qualquer área da nossa vida.</div><div>Trabalhe em casa, numa empresa, pelo país ou mundo fora, pode reduzir a pegada ecológica da sua vida profissional, onde quer que ela aconteça.</div><div>Recusar. Reduzir. Reutilizar. Reciclar. Compostar. E por esta mesma ordem. Para começar a minimizar o seu rasto de lixo, seja dono ou funcionário de uma empresa, estas são as regras que deve ter presentes ao dar início a este desafio. Aqui ficam as sugestões:</div><div>RECUSE O QUE NÃO É NECESSÁRIO</div><div>No que à vida profissional diz respeito, depara-se com certeza com uma série de situações em que poderá facilmente dizer não:</div><div>De cartões de visita (hoje em dia tiro fotografia) a canetas, a brindes de todas as cores e feitio, da bola de praia ao boné, do porta-chaves ao powerbank, na sua maioria objectos pensados para terem uma duração limitada.Quer fazer uma excepção? Se lhe oferecerem uma caneca, e se ainda não tiver uma no escritório, fique com ela, com o compromisso de a usar para substituir a chávena de plástico para o café da Vending Machine do seu escritório.</div><div>OPTE POR OBJECTOS REUTILIZÁVEIS E/OU RECICLÁVEIS vs DESCARTÁVEIS</div><div>Opte por fita-cola de papel vs fita-cola plástica<div>Escolha clips em vez de agrafos, quando possível (e volte a usa-los). Mas atenção, já existem agrafadores sem agrafos. Encontra <a href="https://www.imaginarium.pt/agrafador-sem-agrafos-inofensivo-staple-free-stapler-paper-clinch-white-82243.htm">aqui</a>.</div>Use papel reciclado em vez de brancoCompre uma borracha natural vem vez de lápis com borrachaEvite os marcadores de texto, pois estão destinados a aterros sanitários. Em vez disso, experimente lápis iluminadores ou lápis de cor.Use uma calculadora de energia solar (ou use o Excel ou a calculadora do computador). Eu admito, para mim é essencial uma calculadora, mas já a tenho há mais de 8 anos.Opte por uma boa caneta, recarregável e durável, em vez de 20 de plástico. Tem sempre a opção (a ideal, na verdade) de utilizar uma caneta de tinteiro, à moda antiga. E ainda encontra imensas opções!Se tiver mesmo de mandar produzir cartões de visita, opte por acabamentos sem plástico, que acabam por tornar o cartão não reciclável...Use até ao limite o seu mobiliário, utensílios, e equipamentos electrónicos (impressora, computador, etc). Repare-os, se necessário, doe-os se não tiver alternativa, ou garanta que são devidamente reciclados se chegarem ao seu fim de vida possível. E se tiver mesmo de comprar, considere comprar em segunda mão ou invista num produto de longa duraçãoConsidere alugar equipamentos que usa apenas ocasionalmente, em vez de armazená-los no local de trabalho.Se receber uma encomenda (e se tiver por hábito envia-las), aproveite o papel de acondicionamento que recebeu para as suas.Partilhe equipamento, como a impressora e o caixote do lixo. Se começar a reduzir o seu desperdício, não vai sentir a sua falta e o facto de não o ter por perto pode ajuda-lo a pensar duas vezes antes de fazer lixo.Olhe para o conteúdo do seu caixote (eu sei, não soa muito bem) para perceber de onde vem o desperdício que produz.Familiarize-se com a política de reciclagem da sua empresa para que consiga respeita-la da forma mais eficiente. E se ela não existir, pode sempre deixar na caixa de sugestões que estas medidas sejam implementadas pela empresa como um todo.</div><div>EVITE PAPEL DESNECESSÁRIO</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/5833be_9617b6bd8f134f218707caaa9ee85ea6~mv2.jpg"/><div>Faça cadernos de notas e “post-its” com papéis de rascunho. E se tiver mesmo de comprar, opte por um produzido com um só material, ou só de materiais recicláveis (por exemplo sem acabamentos em plástico)-Edite os seus documentos no computador antes de os imprimir. Esta mudança ajudará a reduzir o número de cópias de rascunho de documentos a serem impressos.Imprima só mesmo se indispensável. Sugira, na sua assinatura de email, que o destinatário do mesmo só o faça quando estritamente necessário (prática comum em muitas empresas).Considere o envio por correio de documentos e faturas.Só aceite recibos em papel se precisar deles - algumas empresas enviarão recibos por e-mail se o solicitar.Se de facto tiver de imprimir, faça-o de ambos os lados, idealmente a preto e branco. Quando instalar (ou reinstalar) a sua impressora, coloque-a em modo poupança de tinta.Reutilize envelopes de papel, colocando uma etiqueta em cima do endereço antigo.Publique todos as novidades relativas à sua empresa numa área comum (física ou online), em vez de imprimir várias cópias.Incentive os seus colegas de trabalho a fazerem o mesmo.Se gosta de ler livros ou revistas relacionadas com a sua área de trabalho, opte por assinaturas digitais. Quanto aos livros, considere comprar usado ou trocar. Para além do OLX, existem hoje uma série de grupos no Facebook para este efeito, assim como lojas em segunda mão. E se gostar de áudio ou e-books, melhor, poupa no papel, no dinheiro e no espaço lá em casa.</div><div>FAÇA AS SUAS PAUSAS COM MENOS DESPERDÍCIO</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/5833be_e2b76abe0d7b4dd1894752c9b71b1a04~mv2.jpg"/><div><div>Tenha sempre consigo uma garrafa de água reutilizável. E se por acaso não lhe agradar o sabor da água da torneira, saiba que tem hoje em dia filtros, por exemplo de carvão vegetal, que colmatam esse problema. Encontra <a href="http://www.maenatureza.pt/loja/">aqui</a>.</div>Leve o seu almoço numa marmita, embrulhado em material reutilizável ou num tupperware. Evite o papel aderente, de alumínio ou embalagens descartáveis. E leve os seus próprios talheres reutilizáveis, consigo.Se tomar um café, tenha consigo a sua própria chávena, colher e, em última instância, pode sempre ter um frasco com açúcar guardado numa gaveta.Para o caso de ter reuniões com pessoas de fora, tenha algumas chávenas de café e copos de vidro para os seus “convidados”.</div><div>POUPE ENERGIA</div><div>Se for o último a sair, desligue o computador, luzes e restantes aparelhos.Certifique-se que os sistemas de ar condicionado/aquecimento estão definidos com um temporizador, de modo a que não funcionem quando o escritório está vazio.Coloque a temperatura do ar condicionado a cerca de 6 graus acima ou abaixo da temperatura exterior. Vai sentir na mesma o alívio térmico, mas de uma forma mais equilibrada e com maior poupança energética.</div><div>ISTO E AQUILO</div><div>Use vinagre para a limpeza do escritório, em vez de vários detergentes para múltiplas funções (parece estranho, mas é igualmente eficaz, mais natural, e com menos impacto ambiental).Não desperdice tempo com o spam na sua caixa de email e cancele newsletters que não são relevantes para si.Faça um brainstorming com os seus colegas sobre outras formas de recusar, reutilizar, e reduzir desperdício na sua empresa.Promova um “dia das trocas” para tudo e mais alguma coisa (DVD’s, livros, jogos, utensílios de cozinha…). Assim não só promove a reutilização e reciclagem como o convívio entre pares.Considere partilhar boleias, ir de transporte público, ou melhor ainda, andar ou ir de bicicleta para o trabalho!</div><div>Mas a melhor sugestão que deixo é que se comprometa, e que espalhe a mensagem. E se o fizer, a probabilidade de efectivamente reduzir o desperdício que gera é enorme ;-)</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>LADROES DE ENERGIA</title><description><![CDATA[Às vezes a vida passa-nos ao lado. Fazemos quinhentas coisas ao mesmo tempo sem usufruir plenamente de nenhuma.Estou com a minha filha ao lado, e enquanto aquele ser mais doce de faróis azuis dança, eu faço scrolldown no instagram. Mato tempo, literalmente, consumo, mais do que fast, junkfood, em vez de registar aquele momento Kodak, não com o telemóvel, mas com a minha memória fotográfica. Melhor ainda, em vez de me juntar a ela e dançar de forma solta e completamente desengonçada! E ter também<img src="http://static.wixstatic.com/media/5833be_a92b9b838d394d9db151ef855117fc0b%7Emv2.jpg/v1/fill/w_626%2Ch_515/5833be_a92b9b838d394d9db151ef855117fc0b%7Emv2.jpg"/>]]></description><link>https://www.martapelomundo.com/single-post/2018/01/24/LADR%C3%95ES-DE-ENERGIA</link><guid>https://www.martapelomundo.com/single-post/2018/01/24/LADR%C3%95ES-DE-ENERGIA</guid><pubDate>Sun, 02 Sep 2018 16:32:43 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/5833be_a92b9b838d394d9db151ef855117fc0b~mv2.jpg"/><div>Às vezes a vida passa-nos ao lado. Fazemos quinhentas coisas ao mesmo tempo sem usufruir plenamente de nenhuma.</div><div>Estou com a minha filha ao lado, e enquanto aquele ser mais doce de faróis azuis dança, eu faço scrolldown no instagram. Mato tempo, literalmente, consumo, mais do que fast, junkfood, em vez de registar aquele momento Kodak, não com o telemóvel, mas com a minha memória fotográfica. Melhor ainda, em vez de me juntar a ela e dançar de forma solta e completamente desengonçada! E ter também eu novamente 4 pequeninos anos.</div><div>Vivemos numa época de fastfood informacional. “Engolimos” informação ininterruptamente sem sequer darmos tempo ao nosso cérebro, em constante actividade, de digerir e discernir o essencial do descartável.</div><div>Somos a(s) geração(s) dos títulos de artigos e das frases inspiracionais. Emitimos opiniões com base em conhecimento adquirido em títulos de artigos. Lemos cada frase inspiracional de forma ávida e profunda, quem sabe na esperança de que a mensagem evangelizada se torne parte de nós, da nossa própria forma de estar, ou um statement da mesma. E não há rede social que escape, do Linkedin ao Instagram.</div><div>Temos apps para dormir, apps para beber água, apps para contar os passos que damos, apps para nos ajudar a organizar a nossa vida, apps para controlar calorias, ou até para nos dizer quanto tempo estamos a passar nas redes sociais exactamente porque temos noção que estamos a fazê-lo em demasia…</div><div>O maldito multitasking, verdadeiro mito urbano (que anteriormente defendia de forma veemente), que nos dá a tremenda capacidade de executar várias tarefas em simultâneo. E que em última instância a única coisa que nos dá são distracções simultâneas aplicadas a várias tarefas simultâneas.</div><div>As tarefas que teimamos em adiar e que nos remoem a cabeça num sítio bem recôndito do nosso cérebro, que nos diz “já fizeste, já fizeste, já fizeste?”. E estão lá num ruminar surdo constante, até que as demos por terminadas e o possamos silenciar, dando lugar a uma sensação de leveza que não sabemos explicar e que nos diz “está feito”.</div><div>Aquele orçamento que temos mesmo de fazer. O telefonema ao cliente a quem até gostamos de facilitar a vida, mas cujo pagamento está mais do que atrasado e a contabilidade da nossa empresa nos pede que o contactemos. A aula de ginástica a que sabemos que queremos e temos de ir. Um comentário desagradável de um colega de trabalho a que não reagimos. A culpa por não tirar meia hora para um jogo em família. Desculpas válidas, com certeza, falta de tempo, a cabeça em &quot;água&quot;, pilhas de trabalho… E quando deixamos de arranjar desculpas, quando vamos e fazemos, dizemos a nós próprios “sabe tão bem, porque é que não fiz isto há mais tempo?”.</div><div>Verdadeiros LADRÕES DE ENERGIA. Sugam a que precisamos, a tal energia, para o essencial. Controlam-nos. São puro desperdício, de tempo e de disponibilidade e organização mental.</div><div>Eles são tudo isso até que os identificamos e os olhamos de frente.</div><div>E aqui fica o desafio: escreva os seus num papel, todos eles, independentemente da sua natureza (pessoal ou profissional). Pense bem no que precisa de fazer para acabar com eles. E mais importante, decida até quando é que o quer fazer.</div><div>Quando é que vai colocar o telemóvel numa gaveta, desinstalar uma app, abrir a folha do Excel, dançar a música com a sua filha, fazer aquele telefonema adiado.</div><div>E nesse momento percebe(mos) que a energia que os tais ladrões nos consumiram até à sua aniquilação, foi bem superior ao acto per si! </div><div>E então, sem darmos por ela, vivemos melhor. Mais aqui e agora, mais leves ;-)</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>PLASTICS. THE GOOD, THE BAD AND TH VILAN.</title><description><![CDATA[The spell turned on the sorcerer. And suddenly the world chose plastic as the greatest enemy on the planet, the greatest plague invented by man himself, and on which he ceased to have a hand, as if this product, omnipresent in our way of life, gained its own life and if it had turned against the species, human and marine.I, Marta, call myself a warrior of this battle. But, as in all wars, we need to know our enemy to fight it properly, and not unleash it to fire in all directions.And so I<img src="http://static.wixstatic.com/media/5833be_28f82bf5a53544588b566d84dda740e2%7Emv2.jpg/v1/fill/w_626%2Ch_469/5833be_28f82bf5a53544588b566d84dda740e2%7Emv2.jpg"/>]]></description><link>https://www.martapelomundo.com/single-post/2018/08/07/PLASTICS-THE-GOOD-THE-BAD-AND-TH-VILAN</link><guid>https://www.martapelomundo.com/single-post/2018/08/07/PLASTICS-THE-GOOD-THE-BAD-AND-TH-VILAN</guid><pubDate>Tue, 07 Aug 2018 10:08:39 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>The spell turned on the sorcerer. And suddenly the world chose plastic as the greatest enemy on the planet, the greatest plague invented by man himself, and on which he ceased to have a hand, as if this product, omnipresent in our way of life, gained its own life and if it had turned against the species, human and marine.</div><div>I, Marta, call myself a warrior of this battle. But, as in all wars, we need to know our enemy to fight it properly, and not unleash it to fire in all directions.</div><div>And so I decided to stop, read and get to know the various types of plastic that go around, and what good and bad they have.</div><div>Truth be told, I did not even dream about what I was getting into! This task proved to be arduous, dense, boring even, an endless amount of contradictory information, which I had to confirm in several sources to take for granted. I have read some very scary opinions, studies, articles. I noticed that, like the way the information arrives today in relation to many other subjects, here too we find a lot of misinformation that leads us to believe in statements with little knowledge of the cause. Moreover, we find the answer we want to read, hear, for or against the argument we seek.</div><div>But I learned a lot, more than I expected, and I hope I can share with you some of the knowledge that I have been gathering ...</div><div>THE GOOD</div><div>Plastic, this invention of the early 20th century made from a petroleum byproduct, had and has a transforming role in our way of being and improved our lives in the many ways:</div><div>In medicine, through innovative biomaterials that, given its versatility, enable the replacement and regenerate living tissue; Its ability to protect itself against contamination makes it indispensable in sterile medical environments, such as hospitals;If properly installed, it allows insulation that reduces heat or cold loss in homes and schools by about 70%, making them warmer or cooler, with greater energy efficiencyPlastic car parts (11% of total materials used) made cars lighter, with less fossil fuel consumption and therefore with lower CO2 emissionsThey are crucial for renewable energies (tubes, solar panels, wind turbines, rotors).Today, refrigerators use synthetic fibers in their insulation systems, which ensure that food and beverages stay cooler and chilled for longer, while using less energy.</div><div>I could give many more examples, but these are enough for the idea that I intend to convey... the war should not be against plastic per se, but against its undue and unnecessary use.</div><div>And its misuse leads us to the amount of plastic waste, which is slowly and undeniably taking over our oceans, landfills, and even our food.</div><div>But its negative impact begins long before it becomes garbage. And it is in this &quot;stage&quot; that I am going to focus. Even in the good examples given above, the types of plastic used are not necessarily consensual as far as their safety is concerned. Also for this reason, the better we know them, the better we will know when to use them, refuse them or reuse them.</div><div>The industry itself has created an identification code that allows us, as consumers, to have at least a general idea of the various types of plastic we find in everyday objects, their health impact and their (potential) recyclability. However, its use is not mandatory.</div><div>Plastics are represented by a triangle composed of three arrows and a code and identification number, from 1 to 7, to the center. You can find this symbol at the bottom of each container, and it is from this that we know the material used in its production.</div><div>Each of these categories has different characteristics. Not being an expert on the subject, or trained for this purpose and having encountered contradictory information, I will try not to explore the subject too much, nor to use too many “profanities” I did not know until now, but still summarize the information I have read in several sources, at least to save you, dear reader, from having this task 😉.</div><div>Of these 7 existing categories, N2, N4 and N5 are theoretically the safest for our health. N1 and N7 should be used with great caution (BAD), and N3 and N6, should be avoided always, if posible (VILAN).</div><div>The safest choices:</div><div>N2 HDPE. High Density Polyethylenes are the most widely used family of plastics in the world, in materials such as plastic bags (groceries), opaque milk containers, yoghurts and juices, bleach, detergent and shampoo bottles, garbage bags, cereals, some bottles of medicines, among others.</div><div>Its use is relatively safe and its recycling rate is reasonable.</div><div>N4 LDPE. Low Density Polyethylene is a sturdy, lightweight and very flexible polymer used to produce industrial garbage bags, lids, bags for frozen food, adhesive film, zipper bags, plastic cups, toy labels, among others.</div><div>Its use is relatively safe. It is a material difficult to recycle.</div><div>N5 PP. The acronym PP identifies polypropylene, a material with high resistance to humidity, heat, chemicals and oils and fats. Plastics with this classification can be used to make packages for margarine, straws, disposable syringes, household goods. It is still in safe containers for microwaves and washing machines.</div><div>Its use is relatively safe. Its recycling rate is low because it is often pigmented or mixed with other resins and therefore difficult to classify.</div><div>Note: can only be washed in the microwave / dishwasher, which means that the plastic does not deform when heated. This does not imply that it is a healthy practice. A better alternative is to use glass containers to heat food and to wash the plastic by hand instead of using the dishwasher.</div><div>THE BAD</div><div>N1 PET (Polyester). It is a transparent and shiny plastic, with or without color, used for the production of water bottles, textile fibers (just see the composition of any fast fashion sweater you have around the house), soft drinks, inflatable structures, oils of kitchen, plastic jars.</div><div>The longer a liquid is left in a PET container, the greater its potential is to release antimony (a toxic chemical). In addition, hot temperatures inside cars, garages and enclosed storage areas increase the release of toxic ingredients into the liquid.</div><div>Avoid it. This type of plastic is produced for SINGLE USE ONLY. And if you have to use it, keep it away from heat and DO NOT REUSE it. It is easy to recycle, although it results in inferior products.</div><div>N7 Others. Here we find all other plastic materials, some more harmful than others.</div><div>Polycarbonate (PC), from the most commonly used materials in this category, is derived from Bisphenol A (BPA), an endocrine disruptor, that is, a substance that causes changes in the physiological function of endogenous hormones. It is used in food packaging in general, reusable plastic bottles of 11 and 18 liters, sunglasses, cd's, legos.</div><div>You should avoid using them or look for products that explicitly state that they are free from their most toxic substances.</div><div>THE VILAN</div><div>N3 V or PVC (Vinyl). This rigid or flexible plastic, very versatile and resistant to chemicals, is used for everything from the civil construction to medical devices, from film adherent to credit cards and from children's toys to tubes for water and gas.</div><div>And yet, it is considered the most toxic and dangerous of plastics throughout its production chain, releasing substances such as BPA and phthalates (chemicals used as additives for plastics, to make them more malleable).</div><div>You should avoid using it. It is difficult to recycle.</div><div>N6 PS. Polystyrene is used in a variety of products, including styrofoam food containers (used for meat and fish for sale in supermarkets), egg cartons, disposable cups and bowls, take-away food containers, bicycle helmets, shaving, compact discs and DVD boxes.</div><div>Avoid its use at all costs, because this product can release styrene, a carcinogenic substance, when in contact with the heat. Often used to keep food or liquid warm, it is in this situation that this material presents greater danger.</div><div>Safe or not, here are some advices for your day-to-day:</div><div>Since there is no absolute guarantee that plastics will not leak harmful chemicals, and as they ultimately take hundreds of years to disappear from the planet, the recommendation I leave is to avoid plastic whenever possible.Get used to checking the identification number of the type of plasticRegardless of the plastic you use, avoid exposing your plastics to high temperatures (microwave, dishwasher) and use mild detergents for cleaning.Avoiding N6 will keep you away from styrene and avoiding N3 and N7 will help you avoid BPA and phthalates. This recommendation is particularly important when choosing containers or utensils to use in the kitchenGive preference to the use of food containers or kitchen utensils that have numbers 2, 4 or 5. Incidentally, prefer other non-plastic materials ...When choosing plastic objects, look for the designations &quot;no BPA&quot; (&quot;BPA free&quot;), without BPS and &quot;Phthalate free&quot;, which will give you the security of knowing that these substances are or not present in the product concerned. For example, do not choose baby, pool and bath toys that are labeled PVCForget the single use plastic water bottle and opt for a reusable water bottle, made of metal or glass.Choose fresh food without packaging. Eating foods that do not use plastic packaging is a great way to keep the plastic toxins out of your body.Buy a shower curtain made of organic hemp, bamboo or PEVA. PEVA (polyethylene vinyl acetate) is a biodegradable non-vinyl (PVC-free), chlorine-free plasticAir the car before going inAvoid PVC made cling filmAvoid inflatable structures, air mattresses and PVC toys. Note: Aerobed pakmat and Aerobed Ecolite are free of PVC and phthalatesPack food rest from restaurants in your own stainless steel cup or containerAvoid cups or sphincter dishes and instead use stainless steel, glass or bamboo productsBring your own cutlery to fast food restaurants</div><div>CONCLUSION</div><div>The main conclusion I draw is pretty basic. The information we need is just a click away, but we need to click 2 or 3 or 4 times on different sites to make sure what we're reading is a fact, a truth, not an opinion without foundation. And yet, sometimes, doubts remain.</div><div>If I needed confirmation, the most important thing I take from all the heavy, contradictory I have read, is that only a less consumeristic, less wasteful, more natural, less processed, lifestyle respects the habitat in which I live.</div><div>It reinforced my desire to displastize, but even more so to free my day-to-day from unnecessary packaging, no matter what the material (this part I will explore in a future article ...).</div><div>Only the rules underlying Zero Waste can minimize our impact on Mother Nature: Decline, reduce, reuse and only if none of these 3 is possible should we recycle and compost.</div><div>In a nutshell, less is more.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/5833be_28f82bf5a53544588b566d84dda740e2~mv2.jpg"/><div>Verdade seja dita, eu nem sonhava no que me estava a meter! Esta tarefa, revelou-se, no mínimo, árdua, densa, chata até, um sem fim de informações contraditórias, que precisei de confirmar em várias fontes para a dar como certa. Li algumas opiniões, estudos, artigos, bem assustadores. Percebi que, à semelhança da forma como nos chega hoje a informação em relação a muitos outros temas, também aqui encontramos muita desinformação que nos leva a acreditar em statements com pouco conhecimento de causa. Mais ainda, encontramos a resposta que queremos ler, ouvir, a favor ou contra o argumento que procuramos.</div><div>Mas aprendi muito, mais do que esperava, e espero conseguir partilhar com vocês algum do conhecimento que fui reunindo…</div><div>O BOM</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/5833be_62cedf2a6a18422dbb502f632b2f2cbb~mv2_d_4000_3000_s_4_2.jpg"/><div>O plástico, esta invenção do início do Séc. XX feita a partir de um subproduto do petróleo, teve e tem um papel transformador na nossa forma de estar e melhorou a nossa vida nas mais diversas formas:</div><div>Na medicina, através de biomateriais inovadores que, graças à sua versatilidade, permitem substituir e regenerar tecidos vivos; A sua capacidade de se proteger contra a contaminação, torna-o indispensável em ambientes médicos estéreis, como hospitais;Se correctamente instalado, permite um isolamento que diminui a perda de calor ou do frio em casas e escolas em cerca de 70%, tornando-as mais quentes ou frescas, com maior eficiência energéticaAs peças de automóveis em plástico (11% do total de materiais usados), tornaram os carros mais leves, com menos consumo de combustível fóssil e, consequentemente, com menos emissões de CO2São cruciais para as energias renováveis (tubos, painéis solares, turbinas eólicas, rotores).Actualmente, os frigoríficos usam fibras sintéticas nos seus sistemas de isolamento, que garantem que os alimentos e as bebidas se mantenham mais frescas e geladas por mais tempo, gastando menos energia.</div><div>Podia dar muitos mais exemplos, mas para a ideia que pretendo transmitir parece-me suficiente… é que a guerra não deve ser contra o plástico per si, mas sim contra o seu uso indevido e desnecessário.</div><div>E o seu uso indevido remete-nos para a quantidade de lixo plástico, que está, lenta e inegavelmente, a tomar conta dos nossos oceanos, aterros sanitários e até mesmo da nossa comida.</div><div>Mas o seu impacto negativo começa muito antes de se tornar lixo. E é nesta “fase” que me vou focar. Mesmo nos bons exemplos dados acima, os tipos de plástico usados não são necessariamente consensuais no que à sua segurança diz respeito. Também por esta razão, quanto melhor os conhecermos, melhor saberemos quando usá-los, recusa-los ou reutiliza-los.</div><div>A própria indústria criou um código de identificação que nos permite, enquanto consumidores, ter pelo menos uma ideia geral dos vários tipos de plástico que encontramos nos objectos do nosso dia a dia, o seu respectivo impacto e a sua (potencial) reciclabilidade. Ainda assim, a sua utilização não é obrigatória.</div><div>Os plásticos são representados por um triângulo composto por três setas e por um código e número de identificação, do 1 ao 7, ao centro. Podem encontrar este símbolo na parte inferior de cada recipiente, e é a partir dele que ficamos a saber o material usado na sua produção.</div><div>Cada uma destas categorias apresenta diferentes características. Não sendo eu especialista no assunto, nem tendo formação para o efeito e tendo encontrado informações contraditórias, vou tentar não explorar o tema em demasia, não usar demasiados palavrões que desconhecia até aqui, mas ainda assim resumir a informação que li em diversas fontes para, pelo menos, evitar que o caro leitor tenha esse trabalhão 😉.</div><div>Destas 7 categorias existentes, as N2, N4 e N5 são, teoricamente, as mais seguras para a nossa saúde. As N1 e N7 devem ser usadas com muita precaução e falo abaixo, no MAU, e as N3 e N6, que deve evitar, falo nos VILÕES. As escolhas mais seguras:</div><div>N2 PEAD. Os Polietilenos de Alta Densidade são a família de plásticos mais utilizada no mundo, em materiais como sacos de plástico (mercearia), embalagens opacas de leite, iogurtes e sumos, lixívia, detergente e frascos de shampoo, sacos de lixo, forras de caixas de cereais, algumas garrafas de medicamentos, entre outros.</div><div>A sua utilização é relativamente segura e a sua taxa de reciclagem razoável.</div><div>N4 PEBD. O Polietileno de Baixa Densidade é um polímero resistente, leve e muito flexível, usado para produzir sacos industriais de lixo, tampas, sacos para comida congelada, película aderente, sacos com zipper, copos de plástico, rótulos de brinquedos, entre outros. </div><div>A sua utilização é relativamente segura. É um material de difícil reciclagem.</div><div>N5 PP. A sigla PP identifica o Polipropileno, um material com elevada resistência à humidade, ao calor, a produtos químicos e a óleos e gorduras. Os plásticos com esta classificação podem ser usados para fabricar embalagens para margarina, palhinhas, seringas descartáveis, utilidades domésticas. Encontra-o ainda nos recipientes seguros para micro-ondas e máquinas de lavar.</div><div>A sua utilização é relativamente segura. A sua taxa de reciclagem é baixa, porque muitas vezes se encontra pigmentado ou misturado com outras resinas sendo, portanto, de difícil classificação.</div><div>Nota: só pode ser lavado no micro-ondas/máquina de lavar louça, o que significa que o plástico não se deforma quando aquecido. Isso não implica que seja uma prática saudável. Uma alternativa melhor é usar recipientes de vidro para aquecer alimentos e lavar à mão o plástico, em vez de usar a máquina de lavar louça.</div><div>O MAU</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/5833be_93658c30a87a43538c80a16fffdf711d~mv2_d_4000_3000_s_4_2.jpg"/><div>N1 PET (Poliéster). Trata-se de um plástico transparente e brilhante, com ou sem cor, usado para a produção de garrafas de água, fibras têxteis (basta ver a composição de qualquer camisola de fast fashion que tenha aí por casa), refrigerantes, estruturas insufláveis, óleos de cozinha, boiões de plástico. </div><div>Quanto mais tempo um líquido for deixado num recipiente PET, maior é o seu potencial de libertação de antimónio (um produto químico tóxico). Além disso, temperaturas quentes dentro de carros, garagens e áreas de armazenamento fechadas aumentam a libertação de ingredientes tóxicos no respectivo líquido.</div><div>Assim sendo, evite-o. Este tipo de plástico é produzido para uma única utilização. E se tiver mesmo de utiliza-lo, mantenha-o longe do calor e NÃO o reutilize. É de fácil reciclagem, embora resulte em produtos de qualidade inferior.</div><div>N7 Outros. Aqui encontramos todos os outros materiais plásticos, alguns mais nocivos que outros.</div><div>O Policarbonato (PC), dos materiais mais usados nesta categoria, deriva do Bisfenol A (BPA), um disruptor endócrino, ou seja, uma substância que causa alterações na função fisiológica das hormonas endógenas. É usado em embalagens de alimentos em geral, garrafas de plástico reutilizáveis de 11 e 18 litros, óculos de sol, cd’s, legos.</div><div>Deve evitar a sua utilização ou procurar produtos que explicitamente refiram estarem isentos das suas substâncias mais tóxicas.</div><div>O VILÃO</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/5833be_2ce857034caa4936b38abefb2e02697e~mv2.jpg"/><div>N3 V ou PVC (Vinil). Este plástico rígido ou flexível, muito versátil e resistente a produtos químicos, é usado para tudo, desde a construção civil a dispositivos médicos, de pelicula aderente a cartões de crédito e de brinquedos infantis a tubos para água e gás.</div><div>E, no entanto, é considerado o mais tóxico e perigoso dos plásticos, em toda a sua cadeia de produção, podendo liberar substâncias como BPA e ftalatos (produtos químicos utilizados como aditivos para plásticos, de modo a torná-los mais maleáveis).</div><div>Deve evitar a sua utilização. É de difícil reciclagem.</div><div>N6 PS. O Poliestireno é usado numa variedade de produtos, incluindo recipientes de alimentos de esferovite (usado para carne e peixe à venda nos supermercados), caixas de ovos, copos e tigelas descartáveis, recipientes de comida de take-away, capacetes de bicicleta, lâminas de barbear, discos compactos e caixas de DVD.</div><div>Deve evitar a sua utilização, porque este produto pode libertar estireno, substância considerada cancerígena, quando em contacto com o calor. Muitas vezes usado para manter alimentos ou líquidos quentes, é nesta situação que este material apresenta maior perigo.</div><div>Seguros ou não, aqui ficam alguns conselhos para o seu dia-a-dia:</div><div>Como não há garantia total de que os plásticos não vazem substâncias químicas nocivas, e como em última instância estes tardam centenas de anos a desaparecer do planeta, a recomendação que deixo é que evite o plástico sempre que possível.Habitue-se a verificar o número identificativo do tipo de plásticoIndependentemente do plástico que usar, evite expor os seus plásticos a altas temperaturas (micro-ondas, lava-loiças) e use detergentes suaves para a limpeza.Evitar o número 6 mantê-lo-á longe do estireno e evitar os números 3 e 7 ajudá-lo-á a evitar o BPA e os ftalatos. Esta recomendação é particularmente importante quando escolher recipientes ou utensílios para usar na cozinhaDê preferência à utilização de recipientes para alimentos ou utensílios de cozinha que possuam os algarismos 2, 4 ou 5. Aliás, prefira outros materiais não plásticos...Na escolha de objetos plásticos, procure as designações “sem BPA” (“BPA free” em inglês), sem BPS e “sem Ftalatos” (“Phthalate free” em inglês), o que lhe dará a segurança de saber que estas substâncias não estão presentes no produto em questão. Por exemplo, não escolha brinquedos para bebés, para piscina e para o banho que sejam rotulados como PVCEsqueça a garrafa de água plástico de uso único e opte por uma garrafa de água reutilizável, feita de metal ou vidro.Escolha alimentos frescos sem embalagem. Comer alimentos que não usam embalagens plásticas é uma ótima maneira de manter as toxinas plásticas fora de seu corpo.Compre uma cortina de chuveiro feita de cânhamo orgânico, bambu ou PEVA. O PEVA (polietileno vinil acetato) é um plástico biodegradável não vinílico (isento de PVC), isento de cloroDeixe circular o ar do carro antes de entrarEvite usar pelicula aderente feita de PVCEvite estruturas insufláveis, colchões de ar e brinquedos feitos com PVC. Nota: Aerobed pakmat e Aerobed Ecolite são livres de PVC e ftalatosEmbale restos de comida de restaurantes no seu próprio copo ou recipiente de aço inoxidávelEvite copos ou pratos de esferovite e, em vez disso, use produtos de aço inoxidável, vidro ou bambuTraga os seus próprios talheres para restaurantes de fast-food</div><div>CONCLUSÃO</div><div>A principal conclusão que tiro é “chapa-cinco”. A informação que necessitamos está à distância de um clique, sim, mas precisamos de clicar umas 2 ou 3 ou 4 vezes em sites diferentes para garantir que aquilo que estamos a ler é um facto, uma verdade fundamentada, e não uma opinião sem alicerces. E ainda assim, ficam dúvidas.</div><div>Se de confirmação precisava, a mais importante elacção que retiro da informação que li, pesada, contraditória, é que só mesmo um estilo de vida menos consumista, com menos desperdício, mais natural, menos processado, respeita o habitat em que vivo.</div><div>Reforçou a minha vontade em desplastificar, mas mais ainda de libertar o meu dia-a-dia de embalagens desnecessárias, sejam elas de que material for (esta parte explorarei num próximo artigo…).</div><div>Só uma aplicação das regras subjacentes ao Desperdício Zero podem minimizar o nosso impacto na mãe Natureza: Recusar, reduzir, reutilizar e só se nenhuma destas 3 for possível é que devemos reciclar e compostar.</div><div>Em poucas palavras, menos é mais.</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>PLÁSTICOS. O BOM, O MAU E O VILAO.</title><description><![CDATA[O feitiço virou-se contra o feiticeiro. De repente o mundo elegeu o plástico como o maior inimigo do planeta, a maior praga inventada pelo próprio Homem, e sobre a qual este deixou de ter mão, como se este produto, omnipresente no nosso estilo de vida, tivesse ganho vida própria e se tivesse virado contra as espécies, humana e marinha.Eu, Marta, auto-intitulo-me guerreira desta batalha. Mas, como em todas as guerras, precisamos de conhecer o nosso inimigo para o combater devidamente, e não<img src="http://static.wixstatic.com/media/5833be_28f82bf5a53544588b566d84dda740e2%7Emv2.jpg/v1/fill/w_626%2Ch_469/5833be_28f82bf5a53544588b566d84dda740e2%7Emv2.jpg"/>]]></description><link>https://www.martapelomundo.com/single-post/2018/08/07/PL%C3%81STICOS-O-BOM-O-MAU-E-O-VIL%C3%83O</link><guid>https://www.martapelomundo.com/single-post/2018/08/07/PL%C3%81STICOS-O-BOM-O-MAU-E-O-VIL%C3%83O</guid><pubDate>Tue, 07 Aug 2018 00:08:41 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>O feitiço virou-se contra o feiticeiro. De repente o mundo elegeu o plástico como o maior inimigo do planeta, a maior praga inventada pelo próprio Homem, e sobre a qual este deixou de ter mão, como se este produto, omnipresente no nosso estilo de vida, tivesse ganho vida própria e se tivesse virado contra as espécies, humana e marinha.</div><div>Eu, Marta, auto-intitulo-me guerreira desta batalha. Mas, como em todas as guerras, precisamos de conhecer o nosso inimigo para o combater devidamente, e não desatar a disparar em todas as direcções.</div><div>E então decidi parar, ler e conhecer melhor os vários tipos de plástico que andam por aí, e o que de bom e de mau eles têm.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/5833be_28f82bf5a53544588b566d84dda740e2~mv2.jpg"/><div>Verdade seja dita, eu nem sonhava no que me estava a meter! Esta tarefa, revelou-se, no mínimo, árdua, densa, chata até, um sem fim de informações contraditórias, que precisei de confirmar em várias fontes para a dar como certa. Li algumas opiniões, estudos, artigos, bem assustadores. Percebi que, à semelhança da forma como nos chega hoje a informação em relação a muitos outros temas, também aqui encontramos muita desinformação que nos leva a acreditar em statements com pouco conhecimento de causa. Mais ainda, encontramos a resposta que queremos ler, ouvir, a favor ou contra o argumento que procuramos.</div><div>Mas aprendi muito, mais do que esperava, e espero conseguir partilhar com vocês algum do conhecimento que fui reunindo…</div><div>O BOM</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/5833be_62cedf2a6a18422dbb502f632b2f2cbb~mv2_d_4000_3000_s_4_2.jpg"/><div>O plástico, esta invenção do início do Séc. XX feita a partir de um subproduto do petróleo, teve e tem um papel transformador na nossa forma de estar e melhorou a nossa vida nas mais diversas formas:</div><div>Na medicina, através de biomateriais inovadores que, graças à sua versatilidade, permitem substituir e regenerar tecidos vivos; A sua capacidade de se proteger contra a contaminação, torna-o indispensável em ambientes médicos estéreis, como hospitais;Se correctamente instalado, permite um isolamento que diminui a perda de calor ou do frio em casas e escolas em cerca de 70%, tornando-as mais quentes ou frescas, com maior eficiência energéticaAs peças de automóveis em plástico (11% do total de materiais usados), tornaram os carros mais leves, com menos consumo de combustível fóssil e, consequentemente, com menos emissões de CO2São cruciais para as energias renováveis (tubos, painéis solares, turbinas eólicas, rotores).Actualmente, os frigoríficos usam fibras sintéticas nos seus sistemas de isolamento, que garantem que os alimentos e as bebidas se mantenham mais frescas e geladas por mais tempo, gastando menos energia.</div><div>Podia dar muitos mais exemplos, mas para a ideia que pretendo transmitir parece-me suficiente… é que a guerra não deve ser contra o plástico per si, mas sim contra o seu uso indevido e desnecessário.</div><div>E o seu uso indevido remete-nos para a quantidade de lixo plástico, que está, lenta e inegavelmente, a tomar conta dos nossos oceanos, aterros sanitários e até mesmo da nossa comida.</div><div>Mas o seu impacto negativo começa muito antes de se tornar lixo. E é nesta “fase” que me vou focar. Mesmo nos bons exemplos dados acima, os tipos de plástico usados não são necessariamente consensuais no que à sua segurança diz respeito. Também por esta razão, quanto melhor os conhecermos, melhor saberemos quando usá-los, recusa-los ou reutiliza-los.</div><div>A própria indústria criou um código de identificação que nos permite, enquanto consumidores, ter pelo menos uma ideia geral dos vários tipos de plástico que encontramos nos objectos do nosso dia a dia, o seu respectivo impacto e a sua (potencial) reciclabilidade. Ainda assim, a sua utilização não é obrigatória.</div><div><div>Os plásticos são representados por um triângulo composto por três setas e por um código e número de identificação, do 1 ao 7, ao centro. Podem encontrar este sím</div>bolo na parte inferior de cada recipiente, e é a partir dele que ficamos a saber o material usado na sua produção.</div><div>Cada uma destas categorias apresenta diferentes características. Não sendo eu especialista no assunto, nem tendo formação para o efeito e tendo encontrado informações contraditórias, vou tentar não explorar o tema em demasia, não usar demasiados palavrões que desconhecia até aqui, mas ainda assim resumir a informação que li em diversas fontes para, pelo menos, evitar que o caro leitor tenha esse trabalhão 😉.</div><div>Destas 7 categorias existentes, as N2, N4 e N5 são, teoricamente, as mais seguras para a nossa saúde. As N1 e N7, de que falo no MAU, devem ser usadas com muita precaução e as N3 e N6, que deve evitar, falo nos VILÕES. As escolhas mais seguras:</div><div>N2 PEAD. Os Polietilenos de Alta Densidade são a família de plásticos mais utilizada no mundo, em materiais como sacos de plástico (mercearia), embalagens opacas de leite, iogurtes e sumos, lixívia, detergente e frascos de shampoo, sacos de lixo, forras de caixas de cereais, algumas garrafas de medicamentos, entre outros.</div><div>A sua utilização é relativamente segura e a sua taxa de reciclagem razoável.</div><div>N4 PEBD. O Polietileno de Baixa Densidade é um polímero resistente, leve e muito flexível, usado para produzir sacos industriais de lixo, tampas, sacos para comida congelada, película aderente, sacos com zipper, copos de plástico, rótulos de brinquedos, entre outros. </div><div>A sua utilização é relativamente segura. É um material de difícil reciclagem.</div><div>N5 PP. A sigla PP identifica o Polipropileno, um material com elevada resistência à humidade, ao calor, a produtos químicos e a óleos e gorduras. Os plásticos com esta classificação podem ser usados para fabricar embalagens para margarina, palhinhas, seringas descartáveis, utilidades domésticas. Encontra-o ainda nos recipientes seguros para micro-ondas e máquinas de lavar.</div><div>A sua utilização é relativamente segura. A sua taxa de reciclagem é baixa, porque muitas vezes se encontra pigmentado ou misturado com outras resinas sendo, portanto, de difícil classificação.</div><div>Nota: só pode ser lavado no micro-ondas/máquina de lavar louça, o que significa que o plástico não se deforma quando aquecido. Isso não implica que seja uma prática saudável. Uma alternativa melhor é usar recipientes de vidro para aquecer alimentos e lavar à mão o plástico, em vez de usar a máquina de lavar louça.</div><div>O MAU</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/5833be_93658c30a87a43538c80a16fffdf711d~mv2_d_4000_3000_s_4_2.jpg"/><div>N1 PET (Poliéster). Trata-se de um plástico transparente e brilhante, com ou sem cor, usado para a produção de garrafas de água, fibras têxteis (basta ver a composição de qualquer camisola de fast fashion que tenha aí por casa), refrigerantes, estruturas insufláveis, óleos de cozinha, boiões de plástico. </div><div>Quanto mais tempo um líquido for deixado num recipiente PET, maior é o seu potencial de libertação de antimónio (um produto químico tóxico). Além disso, temperaturas quentes dentro de carros, garagens e áreas de armazenamento fechadas aumentam a libertação de ingredientes tóxicos no respectivo líquido.</div><div>Assim sendo, evite-o. Este tipo de plástico é produzido para uma única utilização. E se tiver mesmo de utiliza-lo, mantenha-o longe do calor e NÃO o reutilize. É de fácil reciclagem, embora resulte em produtos de qualidade inferior.</div><div>N7 Outros. Aqui encontramos todos os outros materiais plásticos, alguns mais nocivos que outros.</div><div>O Policarbonato (PC), dos materiais mais usados nesta categoria, deriva do Bisfenol A (BPA), um disruptor endócrino, ou seja, uma substância que causa alterações na função fisiológica das hormonas endógenas. É usado em embalagens de alimentos em geral, garrafas de plástico reutilizáveis de 11 e 18 litros, óculos de sol, cd’s, legos.</div><div>Deve evitar a sua utilização ou procurar produtos que explicitamente refiram estarem isentos das suas substâncias mais tóxicas.</div><div>O VILÃO</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/5833be_2ce857034caa4936b38abefb2e02697e~mv2.jpg"/><div>N3 V ou PVC (Vinil). Este plástico rígido ou flexível, muito versátil e resistente a produtos químicos, é usado para tudo, desde a construção civil a dispositivos médicos, de pelicula aderente a cartões de crédito e de brinquedos infantis a tubos para água e gás.</div><div>E, no entanto, é considerado o mais tóxico e perigoso dos plásticos, em toda a sua cadeia de produção, podendo liberar substâncias como BPA e ftalatos (produtos químicos utilizados como aditivos para plásticos, de modo a torná-los mais maleáveis).</div><div>Deve evitar a sua utilização. É de difícil reciclagem.</div><div>N6 PS. O Poliestireno é usado numa variedade de produtos, incluindo recipientes de alimentos de esferovite (usado para carne e peixe à venda nos supermercados), caixas de ovos, copos e tigelas descartáveis, recipientes de comida de take-away, capacetes de bicicleta, lâminas de barbear, discos compactos e caixas de DVD.</div><div>Deve evitar a sua utilização, porque este produto pode libertar estireno, substância considerada cancerígena, quando em contacto com o calor. Muitas vezes usado para manter alimentos ou líquidos quentes, é nesta situação que este material apresenta maior perigo.</div><div>Seguros ou não, aqui ficam alguns conselhos para o seu dia-a-dia:</div><div>Como não há garantia total de que os plásticos não vazem substâncias químicas nocivas, e como em última instância estes tardam centenas de anos a desaparecer do planeta, a recomendação que deixo é que evite o plástico sempre que possível.Habitue-se a verificar o número identificativo do tipo de plásticoIndependentemente do plástico que usar, evite expor os seus plásticos a altas temperaturas (micro-ondas, lava-louças) e use detergentes suaves para a limpeza.Evitar o número 6 mantê-lo-á longe do estireno e evitar os números 3 e 7 ajudá-lo-á a evitar o BPA e os ftalatos. Esta recomendação é particularmente importante quando escolher recipientes ou utensílios para usar na cozinhaDê preferência à utilização de recipientes para alimentos ou utensílios de cozinha que possuam os algarismos 2, 4 ou 5. Aliás, prefira outros materiais não plásticos...Na escolha de objetos plásticos, procure as designações “sem BPA” (“BPA free” em inglês), sem BPS e “sem Ftalatos” (“Phthalate free” em inglês), o que lhe dará a segurança de saber que estas substâncias não estão presentes no produto em questão. Por exemplo, não escolha brinquedos para bebés, para piscina e para o banho que sejam rotulados como PVCEsqueça a garrafa de água plástico de uso único e opte por uma garrafa de água reutilizável, feita de metal ou vidro.Escolha alimentos frescos sem embalagem. Comer alimentos que não usam embalagens plásticas é uma ótima maneira de manter as toxinas plásticas fora de seu corpo.Compre uma cortina de chuveiro feita de cânhamo orgânico, bambu ou PEVA. O PEVA (polietileno vinil acetato) é um plástico biodegradável não vinílico (isento de PVC), isento de cloroDeixe circular o ar do carro antes de entrarEvite usar pelicula aderente feita de PVCEvite estruturas insufláveis, colchões de ar e brinquedos feitos com PVC. Nota: Aerobed pakmat e Aerobed Ecolite são livres de PVC e ftalatosEmbale restos de comida de restaurantes no seu próprio copo ou recipiente de aço inoxidávelEvite copos ou pratos de esferovite e, em vez disso, use produtos de aço inoxidável, vidro ou bambuTraga os seus próprios talheres para restaurantes de fast-food</div><div>CONCLUSÃO</div><div>A principal conclusão que tiro é “chapa-cinco”. A informação que necessitamos está à distância de um clique, sim, mas precisamos de clicar umas 2 ou 3 ou 4 vezes em sites diferentes para garantir que aquilo que estamos a ler é um facto, uma verdade fundamentada, e não uma opinião sem alicerces. E ainda assim, ficam dúvidas.</div><div>Se de confirmação precisava, a mais importante elacção que retiro da informação que li, pesada, contraditória, é que só mesmo um estilo de vida menos consumista, com menos desperdício, mais natural, menos processado, respeita o habitat em que vivo.</div><div>Reforçou a minha vontade de desplastificar, mas mais ainda de libertar o meu dia-a-dia de embalagens desnecessárias, sejam elas de que material for (esta parte explorarei num próximo artigo…).</div><div>Só uma aplicação das regras subjacentes ao Desperdício Zero podem minimizar o nosso impacto na mãe Natureza: Recusar, reduzir, reutilizar e só se nenhuma destas 3 for possível é que devemos reciclar e compostar.</div><div>Em poucas palavras, menos é mais.</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>8 SNACKS SEM AÇÚCAR REFINADO PARA OS MAIS GULOSOS</title><description><![CDATA[Era uma viciada em doces. Sim, era. Decidi que isso tinha de mudar. E mudou. Entre várias outras decisões mais ou menos radicais, há cerca de ano e meio deixei de comer açúcar refinado ou de cana. Não porque tenha entrado em dieta, mas simplesmente porque queria testar-me e provar que conseguia mudar uma coisa tão enraizada em mim. Quanto às dietas, resolvi mais ou menos na mesma altura que, face à alimentação que levava, já suficientemente equilibrada, ao exercício físico que pratico e à minha<img src="http://static.wixstatic.com/media/5833be_181d7f1e416a47c3983e4740e4ab7efa%7Emv2.jpg/v1/fill/w_626%2Ch_470/5833be_181d7f1e416a47c3983e4740e4ab7efa%7Emv2.jpg"/>]]></description><link>https://www.martapelomundo.com/single-post/2018/07/12/8-SNACKS-SEM-A%C3%87%C3%9ACAR-REFINADO-PARA-OS-MAIS-GULOSOS</link><guid>https://www.martapelomundo.com/single-post/2018/07/12/8-SNACKS-SEM-A%C3%87%C3%9ACAR-REFINADO-PARA-OS-MAIS-GULOSOS</guid><pubDate>Thu, 12 Jul 2018 17:15:16 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/5833be_181d7f1e416a47c3983e4740e4ab7efa~mv2.jpg"/><div>Era uma viciada em doces. Sim, era. Decidi que isso tinha de mudar. E mudou. Entre várias outras decisões mais ou menos radicais, há cerca de ano e meio deixei de comer açúcar refinado ou de cana. Não porque tenha entrado em dieta, mas simplesmente porque queria testar-me e provar que conseguia mudar uma coisa tão enraizada em mim. Quanto às dietas, resolvi mais ou menos na mesma altura que, face à alimentação que levava, já suficientemente equilibrada, ao exercício físico que pratico e à minha paixão pela comida, esse termo teria que deixar de fazer parte do meu vocabulário.</div><div>Quando deixei de comer açucares refinados, o que aconteceu de forma bem menos dolorosa do que eu poderia alguma vez imaginar, descobri o admirável mundo dos açucares… alternativos.</div><div>Para além deste maravilhoso novo mundo doce, passei também a consumir apenas cereais em versão integral (arroz, farinha…) e, idealmente, comprados a granel.</div><div>Mas não vos vou falar de comida do bem ou saudável, porque entendo não ter conhecimento suficiente para o fazer, e a informação que leio online é tão contraditória que eu prefiro não emitir opiniões com base no que o Mr. Google e o Mr. Yahoo apregoam. Vou, no entanto, classificar o tipo de dieta em que estas sugestões podem encaixar.</div><div>Estes snacks que sugiro são presença assídua no meu frigorifico, e feitos maioritariamente e na medida do possível, com ingredientes biológicos e comprados a granel:</div><div>1. TRUFAS DE SÃO VALENTIM</div><div>Durante meses a fio nunca corria o risco de esgotar estas trufas, cuja receita é da autoria da Joana Limão- Depois fartei-me e agora voltei a repor o stock.</div><div>Gosto de as ter congeladas, aguentam um tempão, dão trabalho uma vez, mas rendem muito e depois é só “pick&amp;go”. Gosto de as deixar descongelar uns 5 a 10 minutos antes de as comer, já que me sabem melhor do que à temperatura ambiente.</div><div>O ingrediente chave é beterraba crua. mas não se nota MESMO, vão ter de acreditar! Aqui vai a receita:</div><div>RECHEIO:</div><div>100g de Beterraba biológica ralada100g Amêndoa Crua100g Tâmaras Medjool2 C. Sopa Cacau Cru</div><div>COBERTURA</div><div>¼ Chávena de óleo de Coco2 C. Sopa Cacau<div>+ Cacau para cobrir<div>Triture os quatro 1os ingredientesDeixe no frigorifico por 30mFaça bolinhas com as mãosDerreta o óleo de coco com o cacauEm dois pratos fundos, coloque 1 com a mistura da cobertura e outro com o cacau adicionalPasse as trufas pelo cacau, depois pela mistura da cobertura e depois novamente pelo cacau</div></div></div><div>APROVADO PELAS PEQUENINAS: pela mini M</div><div>DESPERDÍCIO: Nenhum</div><div>Vegan, Paleo, Keto, ingredientes naturalmente sem glúten.</div><div>2. MAÇA COM CANELA E MANTEIGA DE AMENDOIM OU AMÊNDOA</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/5833be_32de6f8fad4143c4b6df195fd142d16a~mv2.jpg"/><div>Este lanche é simples, bom e bonito. Corta uma maça em gomos, salpica com canela a valer (da do Ceilão, não Cássia) e com manteiga de amendoim ou amêndoa (para este caso prefiro a primeira). Et voilá!</div><div>APROVADO PELAS PEQUENINAS: pela mini M</div><div>DESPERDÍCIO: Nenhum</div><div>Vegan, Paleo (se usar Manteiga de Amêndoa), Keto, ingredientes naturalmente sem glúten.</div><div>3. NICE CREAM</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/5833be_49f9282f94454f3781db333a49aefc3f~mv2_d_2816_2112_s_2.jpg"/><div>Digo às minhas filhas que este é o único gelado que elas podem comer sempre que quiserem. E leva …1… ingrediente.</div><div>Quando as bananas atingirem aquele estado em que estão tão moles/maduras que já não dão para comer, corte-as em rodelas e congele-as. E para fazer este nice cream só tem de descongela-as 5 a 10 minutos antes, coloca-as na picadora e em segundos elas ficam com uma consistência cremosa, como um gelado. E já está.</div><div>Claro está que pode ser inventivo e misturar umas tantas coisas: Manteiga de amendoim, leite de coco, CRUamelo, iogurte, pepitas de chocolate, mirtilos, o que a sua imaginação ditar!</div><div>APROVADO PELAS PEQUENINAS: Simmmmm!</div><div>DESPERDÍCIO: Nenhum</div><div>Vegan, Paleo, Keto, ingredientes naturalmente sem glúten.</div><div>4. PÃO DE BANANA</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/5833be_efb3a2f4ee864650b14173a036614bd0~mv2_d_2816_2112_s_2.jpg"/><div>Já testei várias receitas desta blogger, Ambitious kitchen, e nunca falham! Este bolo, que tem como base bananas maduras, tem a vantagem adicional de ser aprovado pela mini F, a minha filha mais velha, que duma forma geral não acha grande piada aos meus doces alternativos.</div><div>Na receita que faço em casa não coloco pepitas de chocolate (que constam da receita original).</div><div>3 Bananas maduras esmagadas2 Ovos½ Chávena de Manteiga de Amêndoa½ Chávena de Farinha de Coco (também já experimentei com Farinha de Trigo Integral e resulta)½ C. Chá de Canela1 C. Chá de Fermento1 C. Chá de Bicarbonato de Sódio1 Pitada de Sal<div>¼ Chávena de Pepitas de Chocolate Negro (opcional)<div>Misture os primeiros 4 ingredientesAdicione farinha de Coco, Canela, fermento, bicarbonato de sódio e salEnvolva as pepitas de chocolateLeve ao forno pré aquecido por 40m a 170º</div></div></div><div>APROVADO PELAS PEQUENINAS: Sim</div><div>DESPERDÍCIO: Nenhum</div><div>Vegetariano, Paleo.</div><div>5. PUDIM DE CHIA</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/5833be_0a06d73deb894659a729046a85b58929~mv2_d_2816_2112_s_2.jpg"/><div>Por duas vezes na minha vida vivi em Macau. E lembro-me de nos restaurantes “muito” chineses comer uma sopa doce, algo gelatinosa, com umas bolinhas brancas cujo sabor me ficou na memória.</div><div>Neste pudim de chia reencontrei essa textura algo viciante (embora tenha ideia do ingrediente original desta sopa tratar-se de tapioca e não chia), um doce não muito doce, que é mais uma espécie de iogurte que de sobremesa, e por sinal bem refrescante. Ainda por cima, é fácil de fazer.</div><div>Esta receita pode ser vegan ou vegetariana, conforme a sua escolha do leite, e pode adicionar o que quiser. Sugiro mirtilos (já que estamos na altura deles), morangos ou manga e uns frutos secos tostados!</div><div>1/2 Chávena de Leite de Coco (de lata)1 a 1 1/2 Chávena de Leite à escolha (eu prefiro o de amêndoas) (adicione mais depois da mistura ter ido ao frigorífico)1 Pitada de sementes de baunilha<div>4 C. Sopa de Xarope de Acer ou Agave (eu prefiro sempre o primeiro, mas é mesmo uma questão de gosto pessoal)<div>Coloque todos os ingredientes numa liquidificadora ou simplesmente agite-os bem dentro dum frascoLeve a mistura ao frigorifico durante 4 horas ou, idealmente, durante a noiteSalpique toppings à sua escolha</div></div></div><div>APROVADO PELAS PEQUENINAS: Pela mini F…</div><div>DESPERDÍCIO: Nenhum</div><div>Vegan, Paleo, Keto, ingredientes naturalmente sem glúten.</div><div>6. PANQUECAS DE AVEIA E BANANA</div><div>Estas panquecas são mesmo simples e práticas, e são o verdadeiro snack!</div><div>2 Ovos (ou 1 ovo e 2 claras);1 Banana pequena;<div>2 C. Sopa de aveia.<div>Coloca tudo no copo da varinha mágica e trituraUnte uma frigideira e, quando estiver quente, coloca umas colheres de massa.Quando está dourada, vira-a com cuidado.Sirva com mel, banana e canela.</div></div></div><div>APROVADO PELAS PEQUENINAS: Ainda não…</div><div>DESPERDÍCIO: Nenhum</div><div>Vegetariano.</div><div>7. PANQUECAS MARAVILHOSAS (PORQUE LEVAM MANTEIGA)</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/5833be_da08b5dc4f54496a8bbb4b6a89b407f5~mv2_d_2816_2112_s_2.jpg"/><div>Há um sítio no Porto chamado Creperia Bombarda, na Rua de Gondarém, na Foz do Douro, que tem os melhores crepes que já comi na minha vida. E não, não estou a exagerar! Então o de caramelo é de comer e chorar por mais! Mas como eu agora não como açúcar, também já não como estes crepes…</div><div>E por isso estas panquecas feitas em casa, com farinha integral e açúcar de coco, e TAMBÉM com manteiga, são para mim uma perdição. Mas pode facilmente transforma-las em vegan se substituir este ingrediente cheio de culpa por óleo de coco….</div><div>120g Farinha Integral50g Manteiga ou manteiga vegetal biológica50g Açúcar de Coco200g Leite à sua escolha2 Ovos<div>1 C. Chá fermento<div>Processe todos os ingredientes num liquidificador até que a mistura esteja homogénea.Aqueça uma frigideira anti-aderente (se necessário, unte com um pouco de óleo de coco).Quando estiver quente, coloque uma porção de massa (1/2 concha de sopa) e deixe cozer até ficar com aparência mais douradaVire a panqueca e deixe cozinhar do outro lado, até começar a soltar-se da frigideira.</div></div></div><div>APROVADO PELAS PEQUENINAS: sim</div><div>DESPERDÍCIO: papel da embalagem da manteiga (por esta razão compro apenas Primor)</div><div>Vegetarianas e simplesmente saborosas…</div><div>8. FUDGE DE ALFARROBA</div><div>Chamo snack a este fudge da autoria da Unconventional Baker porque, à semelhança do que acontece com as trufas, gosto de o ter congelado e tirar um pedacinho quando me dá aquela vontade do tipo “apetece-me algo” e não vou comer um Ferrero Roché (será que esta piada é muito seca e datada no tempo….? É só a minha geração que a vai perceber…?)</div><div>Passemos à receita…</div><div>6 C. Sopa de Caju2 C. Sopa de Xarope de Acer2 C. Sopa de Farinha de Alfarroba1 C. Chá de extracto de baunilha<div>¼ C. Chá de sal<div>Processe todos os ingredientes num processador de alimentos até que a mistura esteja uniformeColoque-a numa forma de 12cm de diâmetro (ou num tupperware forrado com papel vegetal de tamanho idêntico). Pressione a mistura para baixo com a base de uma colher o mais uniformemente possível. Cubra com outro pedaço de papel vegetal. e pressione para baixo com um objeto de fundo chato (como o fundo de um copo de medição, etc.) para compactá-lo ainda maisCongele por 4-5 horas ou durante a noite. Retire da forma, corte em pedaços, decore com alfarroba adicional (use uma peneira pequena para espalhar o “pó”), desfrute ou volte a congelar já cortada para pequenos momentos doces 😉.</div></div></div><div>APROVADAS PELAS PEQUENINAS: sim</div><div>DESPERDÍCIO: papel vegetal</div><div>Vegan, Paleo, Keto, ingredientes naturalmente sem glúten.</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>DICAS PARA UMAS FÉRIAS COM MENOS DESPERDÍCIO</title><description><![CDATA[PORTUGUESE VERSIONUma montanha russa, repleta de altos (AKA pequeninas vitórias) e baixos (AKA inúmeras pequenas frustrações). É esta a melhor forma de descrever a minha experiência em viagem enquanto novata no Desperdício Zero, ao longo dos 3 últimos destinos pelos quais passei, ora em férias de família na praia e na cidade, ora numa outra experiência de cidade só com adultos.Desperta, envolvida com esta causa, foi interessante, frustrante, inspirador, ir tentando implementa-la, respeita-la,<img src="http://static.wixstatic.com/media/5833be_d941ff3618e649f089bbb12cfeada6ad%7Emv2.jpg"/>]]></description><link>https://www.martapelomundo.com/single-post/2018/07/04/DICAS-PARA-UMA-VIAGEM-COM-MENOS-DESPERD%C3%8DCIO</link><guid>https://www.martapelomundo.com/single-post/2018/07/04/DICAS-PARA-UMA-VIAGEM-COM-MENOS-DESPERD%C3%8DCIO</guid><pubDate>Wed, 04 Jul 2018 12:27:37 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/5833be_d941ff3618e649f089bbb12cfeada6ad~mv2.jpg"/><div>PORTUGUESE VERSION</div><div>Uma montanha russa, repleta de altos (AKA pequeninas vitórias) e baixos (AKA inúmeras pequenas frustrações). É esta a melhor forma de descrever a minha experiência em viagem enquanto novata no Desperdício Zero, ao longo dos 3 últimos destinos pelos quais passei, ora em férias de família na praia e na cidade, ora numa outra experiência de cidade só com adultos.Desperta, envolvida com esta causa, foi interessante, frustrante, inspirador, ir tentando implementa-la, respeita-la, levantar os braços, desistir, voltar a tentar, a cada momento destas minhas viagens.</div><div>Sim, eu sei, com tantos quilómetros percorridos, a minha pegada ecológica já era :-|. Mas é o que é, e esta pegada vai continuar a ser… A cada viagem, a cada destino, a cada lugar novo que tenho o prazer de conhecer, a minha alma fica mais cheia, e sinto-me, torno-me melhor, mais completa e realizada. E a minha jornada pelo zerowaste terá de encontrar o seu equilíbrio de outras formas.</div><div>De volta às viagens, das várias vezes que meti o pé na argola e das outras tantas em que consegui prevenir o desperdício, resultam algumas dicas que lhe podem servir-lhe de guia para, nas suas próximas férias, produzir menos lixo:</div><div>ANTES DE IR:</div><div>Prepare o seu kit de viagem tendo como referência as amenities de hotel e replique-as em formato sólido:<div>Sabonete vs Gel de BanhoShampoo sólido vs líquido <div>Pasta dos dentes em frasco de vidro ou sólida vs em embalagem plástica. Encontra <a href="http://www.mindthetrash.com">aqui</a>;</div><div>Escova de dentes de bambu vs plástica. Encontra <a href="http://www.mindthetrash.com">aqui</a>;</div><div>Creme de corpo e cara natural vs de supermercado. Encontra <a href="https://www.sentesenasnaturais.pt/">aqui</a>.</div>Óleo de coco para amaciar o cabelo e desmaquilhar a cara. Encontra em qualquer supermercado, mas aconselho-o a procurar promoções e comprar um puro, não refinado.Cotonetes biodegradáveis ou, melhor ainda, um limpa-ouvidos que encontra em algumas farmácias e reutilizável (e lavável) vezes sem conta.<div>Desmaquilhantes reutilizáveis vs descartáveis. Encontra <a href="https://www.fluffyorganicandeco.pt/">aqui</a>.</div><div>Copo Menstrual ou pensos reutilizáveis. Encontra <a href="https://www.fluffyorganicandeco.pt/">aqui</a>.</div><div>Protector solar sem químicos. Este foi o único produto em que, pessoalmente, optei por comprar produtos em embalagem de plástico, já que os riscos envolvidos são demasiado altos. Encontra <a href="https://organii.com/pt-pt/?s=solar&amp;post_type=product&amp;lang=pt-pt">aqui</a>.</div></div></div><div>Algumas dicas enquanto faz a mala:</div><div>Se for com crianças, e estas ainda não estiverem adaptadas a shampoos 100% naturais (é o caso das minhas), sugiro o da Lush. Não são produtos naturais, lavam mesmo bem e pelo menos poupa a embalagem plástica.A maior parte dos protetores solares a que nos habituamos são químicos têm por base um ingrediente, Oxibenzona, altamente nocivo para os Oceanos e para a vida marinha. Procure protetores naturais.Coloquei os items sólidos em recipientes da Lush, metálicos, leves e, como tal, práticos para viagem. Se tiver frascos ou taparueres pequenos (sim, de plástico), acomode o sabonete, pasta dos dentes etc, de modo a não criar peso desnecessário. Melhor ainda, pode embrulhar estes produtos em papel aderente de cera de abelha (Bee’s wrap).Pode usar um pano antigo para fazer uma bolsinha para a escova de dentes.Basta uma quantidade mesmo muito pequena de sabonete, porque rende muitíssimo (e nós usamos 4 pessoas, durante 10 dias).</div><div>Creio que tem tudo o que precisa para resistir aqueles frasquinhos simpáticos que os hotéis disponibilizam e, caso vá de férias para uma casa ou apartamento, é também uma forma de evitar comprar mais uma unidade destes produtos, ainda por cima embalados em plástico.</div><div>Mas não se fique por aqui. Na sua viagem, seja na praia ou na cidade, em família, com amigos ou sozinho, vai encontrar uma série de situações semelhantes aquelas que vive no dia-a-dia e que pode prevenir:</div><div>Leve uma Garrafa de água Reutilizável, de preferência leve, sob pena de não lhe apetecer carrega-la na carteira ou mochila…<div>Uma ou duas palhinhas metálicas, caso tenha crianças. Encontra <a href="http://www.mindthetrash.com">aqui</a>.</div>Guardanapos de pano.Set de talheres reutilizáveis para levar para a praia ou para qualquer sítio que só providencie descartáveis.Saco de pano para andar na carteira. Se for passar férias numa casa/apartamento leve um saco resistente e os seus sacos reutilizáveis (não é isso que vai ocupar grande espaço na sua mala, pois não…?).Bolsinhas de pano para transportar o almoço para a praia ou mesmo se pretender poupar a sua carteira e levar um snack/almoço para os seus passeios. Evita assim o uso de papel aderente.</div><div>Malas prontas, eis algumas dicas para cada um dos momentos das suas férias:</div><div>NA PARTIDA</div><div>AVIÃO</div><div>Não precisa de imprimir bilhetes, códigos de reserva etc. Pode levar toda essa informação no telemóvel.Lembre-se de esvaziar a sua garrafa de água antes de passar na Alfândega/segurança, caso contrário não deixarão leva-la consigo para dentro da área da partida.No caso de se encontrar num país com água potável, peça para encher a sua garrafa num café do aeroporto. Se explicar porquê, o mais provável é acederem ao seu pedido. E acredite, sabe bem explicar!Tratando-se dum voo de pequena duração, o mais provável é a Companhia Aérea nem sequer oferecer comida. Use as bolsinhas de transporte de comida (que trouxe consigo, certo?) para acomodar umas sandes compradas no aeroporto para comer no avião (vão ser sempre mais saudáveis e baratas que a comida vendida a bordo!).No caso de ser um voo de longa duração, considere levar também a comida consigo, já que o mais provável é quase todos os items virem embalados em plástico (a não ser que tenha a sorte de viajar em 1ª classe 😉).Uma das coisas boas destes produtos sólidos é que não precisam de ir em saco transparente na segurança do aeroporto.No caso da sua termus não ter chávena na tampa e não tiver consigo uma reutilizável, peça o seu café em chávena de papel.</div><div>CARRO</div><div>Caso vá de carro para o seu destino, leve uma marmita com o almoço e coma nos parques da auto-estrada ou da bomba de gasolina. Faço isto há já uns anos, muito antes de aderir ao desperdício zero. Evita filas desnecessárias, preços exorbitantes, comida gordurosa e sem grande qualidade, e lugares barulhentos. As minhas filhas gostam muito mais desta solução 😉Se o seu destino final for um apartamento/casa, sugiro que leve consigo os mantimentos necessários para a cozinha, como azeite/óleo, arroz, açúcar, cápsulas de café biodegradáveis, detergente da louça, etc. Esta foi uma opção que também tomei há uns anos, evitando assim a compra de produtos adicionais no meu destino final. Mais saco menos saco no carro, poupa tempo no supermercado e ganha mais tempo na praia ou em passeio. Por exemplo, eu nas férias bebo Nescafé e o frasco deste ano vai ser o que sobrou do ano passado…</div><div>À CHEGADA</div><div>Bebo muita água. E viajar para países sem água potável e tentar não beber água engarrafada em plástico não é fácil, e sim, tornou-se, em alguns momentos, missão impossível. Mas fui encontrando alternativas.</div><div>E como tal, estas dicas são claramente baseadas nas minhas próprias falhas…:</div><div>Quando pedir uma bebida, peça de imediato sem palhinha.Ao fazer check-in num hotel, pergunte se a água é potável. Se não for, explique ao hotel as suas razões de forma a procurar alternativas às garrafas de água de plástico, quanto mais não seja, garrafas de vidro. Dá trabalho? Dá. Soa estranho para quem ouve? Na maior parte dos casos, sim. Mas lembre-se, a razão está do seu lado e o seu objectivo é mesmo proteger o seu habitat!Deixe claras as suas convicções. Cada vez que o faz, está a passar a mensagem. É mesmo por um mundo melhor.</div><div>DURANTE</div><div>Se tiver de se abastecer num supermercado, use a mesma regra que usaria em casa: opte por produtos em embalagens reutilizáveis.Ao seguir a regra acima, e adquirir produtos em frascos de vidro, utilize-os para armazenar restos das suas refeições.Evite o sol nas horas de mais calor e de maior perigo de exposição. Opte por chapéus e roupa protectora para crianças.Coma o mais possível em casa. Assim evita desperdício nas embalagens e na sua carteira.</div><div>Mas a melhor dica que lhe posso dar é mesmo que relaxe e disfrute. 😉</div><div>ENGLISH VERSION</div><div>TIPS FOR TRAVELING WITH LESS WASTE</div><div>A roller coaster, packed with highs (AKA tiny wins) and lows (AKA countless small frustrations). This is the best way to describe my traveling experience as a newcomer to ZeroWaste, along the last 3 destinations I went to, either on a family vacation on the beach and in the city, or in a city experience with adults only.</div><div>Awakened and involved, I experienced mixed emotions, frustration and inspiration as, throughout my travels, I tryed to implement, respect, raise my arms, give up, and in the end try again to go ahead with this cause.</div><div>Yes, I know, with so many kilometers traveled, my ecological footprint is huge already :-|. But it is what it is, and this footprint will continue to be ... Every trip, every destination, every new place that I have the pleasure to go to, impacts my soul, and I feel, I become better, more complete and accomplished. And my journey through zerowaste will have to find its balance in other ways.</div><div>Back to the trips, for all the times Ifailed and for the many times I was able to prevent waste, I’ve learned a few things so I’ve put together some tips that can help you produce less garbage throughout your next vacation:</div><div>BEFORE LEAVING:</div><div>Prepare your travel kit with reference to hotel amenities and replicate them in solid format:<div>Soap vs Bath GelShampoo solid vs liquid<div>Toothpaste in glass or solid vial vial in plastic packaging. You can find it <a href="http://www.mindthetrash.com">here</a>;</div><div>Bamboo vs plastic toothbrush. You can find it <a href="http://www.mindthetrash.com">here</a>;</div><div>Body and face cream vs natural supermarket. You can find it <a href="https://www.sentesenasnaturais.pt/">here</a>.</div>Coconut oil to soften hair and remove make up. You can find it in any supermarket, but I advise you to look for deals and buy a pure, unrefined one.Biodegradable swabs or, better yet, a ear cleaner reusable (and washable) over and over again, that you can find in some pharmacies and.<div>Reusable vs disposable make-up removers. You can find them <a href="https://www.fluffyorganicandeco.pt/">here</a>.</div>Menstrual cup or reusable dressings. Find them here.<div>Sunscreen without chemicals. This was the only product in which I personally chose to buy products in plastic packaging, since the risks involved are too high. Find them <a href="http://www.organii.com/">here</a></div></div></div><div>SOME TIPS WHILE PACKING:</div><div>If you are travelling with children, and they are not yet adapted to 100% natural shampoos (that was the case with mine), I suggest Lush products. They are not natural, but they do wash even well and at least you’ll be avoiding the plastic packaging.Most of the sunscreens we are accustomed to are chemicals based on an ingredient, Oxybenzone, which is highly harmful to the oceans and marine life. Look for natural protectors.I placed the solid items in Lush containers, metallic, light and, therefore, practical for travel. If you have small jars or tupperwares (yes, plastic), accommodate the soap, toothpaste etc, so as not to create unnecessary weight. Better yet, you can wrap these products in Bee’s Wrap (a natural, reusable substitute to cling film, taht you can find here.).You can use an old cloth to make a toothbrush bag.A very small amount of soap is enough, because it yields a lot (and we were 4 people using it for 10 days).</div><div>I believe you have everything you need to withstand those friendly little bottles that hotels offer, and if you go on holiday to a house or apartment, it's also a way to avoid buying one more unit of these products, packed in plastic.</div><div>But do not stop here. On your trip, whether on the beach or in the city, with your family, with friends or alone, you will find several situations similar to those you live in daily life that can be prevented:</div><div>o Take a Reusable Water Bottle, preferably a light one, or you’ll find yourself not wanting to carry it in your wallet or backpack ...</div><div>o One or two metal straws if you have children. Find them <a href="http://www.mindthetrash.com">here</a>.</div><div>o Cloth napkins.</div><div>o A set of reusable cutlery to take to the beach or to any place that only only provides disposable ones.</div><div>o Cloth bag to walk in the bag. If you are spending are renting a holiday house / apartment take a sturdy bag and your reusable bags (this is not going to take up too much space in your luggage, is it?).</div><div>o Cloth bags to carry lunch to the beach or even if you want to save your wallet and take a snack / lunch for your walks in the city. It avoids the use of cling film.</div><div>Luggage ready, here are some tips for each of your vacation moments:</div><div>DEPARTURE</div><div>AIRPLANE</div><div>No need to print tickets, reservation codes etc. You can carry all this information on your phone.Remember to empty your water bottle before going through Customs / Security, otherwise you will not be allowed to take it with you into the departure area.One of the good things about solid personal hygiene products is that they do not need to go in transparent bag at airport security.If you are in a country with drinking water, ask to refill your bottle in an airport cafe. If you explain why, the more likely you are to have your request accepted. And believe me, it feels good to explain!In the case of a short flight, chances are the airline will not be offering any food. Use food bags (brought with you, right?) to accommodate sandwiches bought at the airport to eat on the plane (they will always be healthier and cheaper than the food sold on board!).If it is a long-haul flight, consider bringing the food with you as well, since most likely most items will be packed in plastic (unless you are lucky enough to travel in 1st class 😉).In case your reusable bottle has no cup in the lid and you do not have a reusable coffee cup, order your coffee in a cup of paper.</div><div>CAR</div><div>If you travel to your destination by car, take a lunchbox and eat at the motorway or gas station parks. I've been doing this for a few years, long before I embraced zero waste. Avoid unnecessary queues, exorbitant prices, greasy food with weak quality, and noisy places. My daughters like this solution much more 😉.If your final destination is an apartment / house, I suggest taking with you the necessary supplies for the kitchen, such as oil, rice, sugar, biodegradable coffee capsules, dish detergent, etc. This was an option I also took a few years ago, thus avoiding the purchase of additional products at my final destination. One more bag in the car, will save time in the supermarket and give you more time at the beach. For example, I drink Nescafé on my vacation and this year's jar will be the leftovers from last year ...</div><div>UPON ARRIVAL</div><div>I drink a lot of water. And traveling to countries without drinking water and trying not to drink bottled water in plastic is not easy, and yes, it has become, at times, na impossible mission. But I've been finding alternatives. And as such, these tips are clearly based on my own shortcomings ...:</div><div>When ordering a drink, immediately order it without a straw.When checking in at a hotel, ask if the water is drinkable. If it is not, explain to the hotel your reasons for looking for alternatives to plastic water bottles, such as glass bottles. Does it take time to do it? Yes. Does it sound strange to those who hear your request? In most cases, yes. But remember, You are right and your goal is to protect your habitat!Make your convictions clear. Each time you do, you are passing on the message. It is for a better world.</div><div>DURING YOUR HOLIDAY</div><div><div>If you need to stock up at a grocery store, use the same rule you would use at home: opt for products in reusable or reciclable packaging.</div>When following the rule above, and purchasing products in glass jars, use them to store leftovers from your meals.Eat at home as much as possible. This avoids waste in packaging and in your wallet.But the best tip I can give you is to relax and enjoy 😉</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>DICA 28 (E ÚLTIMA): COMPROMETA-SE</title><description><![CDATA[Sinto alguma falta da minha pasta de dentes de supermercado que deixava a minha boca com um refrescante sabor a menta e a sensação de dentes lavados (achava eu). Ainda ando à turra com o shampoo sólido, e nuns dias o meu cabelo está óptimo, no outro dia mais ou menos e ainda não sei bem quando vai estabilizar. Tenho um balde que encho com água do chuveiro, mas que não embeleza propriamente a minha casa de banho. Zango-me com o meu marido por comprar um kit de viagem para as minhas filhas um dia<img src="http://static.wixstatic.com/media/5833be_bd5529fad5224539bdf988b7daa40633%7Emv2_d_1500_1500_s_2.jpg"/>]]></description><link>https://www.martapelomundo.com/single-post/2018/02/28/DICA-28-COMPROMETA-SE</link><guid>https://www.martapelomundo.com/single-post/2018/02/28/DICA-28-COMPROMETA-SE</guid><pubDate>Wed, 28 Feb 2018 05:53:00 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/5833be_bd5529fad5224539bdf988b7daa40633~mv2_d_1500_1500_s_2.jpg"/><div>Sinto alguma falta da minha pasta de dentes de supermercado que deixava a minha boca com um refrescante sabor a menta e a sensação de dentes lavados (achava eu). Ainda ando à turra com o shampoo sólido, e nuns dias o meu cabelo está óptimo, no outro dia mais ou menos e ainda não sei bem quando vai estabilizar. Tenho um balde que encho com água do chuveiro, mas que não embeleza propriamente a minha casa de banho. Zango-me com o meu marido por comprar um kit de viagem para as minhas filhas um dia depois de eu apregoar mais uma vez que embarcasse nesta viagem do desperdício zero comigo, e de forma pro-activa…</div><div>Mas todos os dias aprendo a ter mais com menos, a fazer mais com menos. Com menos coisas, menos químicos, menos apetrechos, menos plásticos, menos roupa, e o resultado é mais simplicidade. </div><div>E algures no pacífico existe uma grande ilha de lixo já maior que o território francês, vivo num país que vive em seca severa, e no qual ontem estavam 19 graus e um sol maravilhoso e hoje estão 4 graus e chove a potes (e ainda bem) e há uma cidade que conheço bem que vai ficar sem água no dia 12 de Abril. E quando tomo um café num copo descartável, sei de antemão que aquilo que eu usei para uma só golada, não vai desaparecer da face do planeta no mínimo por 400 anos. E sei, conheço países em que crianças como as minhas brincam (para não dizer vivem) em lixeiras a céu aberto.</div><div>As duas mãos pequeninas desta fotografia precisam dum exemplo, eu quero sê-lo, nesta e em tantas outras coisas, e precisam dum mundo melhor, e eu quero construir melhor, ser melhor, e quero deixar mais deixando menos, por elas, e por mim. </div><div>Ainda mal comecei, ainda tropeço muitas vezes (mais consciente de cada vez que o faço), tenho ainda muitos passos para dar, e recusas a fazer e posições a assumir</div><div>Mas acredito que esta escolha faz sentido. E por isso a abracei e assumi este compromisso. Pelas razões certas e sem fundamentalismos. E um a um, quero envolver os que me rodeiam.</div><div>Adorava ter a sua companhia nesta viagem. Vem daí?</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>DICA 27: CONHEÇA AS 5 REGRAS DO DESPERDÍCIO ZERO</title><description><![CDATA[1. Recusar 2. Reduzir 3. Reutilizar 3. Reciclar 4. CompostarRECUSE. Recuse a amostra daquele creme que lhe promete acabar com as rugas mas que na verdade não vai ter grande efeito, as miniaturas dum quarto de hotel, os cartões de visita de restaurantes cujo contacto encontra online ou aos quais nem sequer vai voltar, a pasta de dentes miniatura quando vai ao dentista, o saco de oferta da Corrida da Mulher ou do dia do pai repleta de folhetos pelos quais nem sequer vai passar os olhos, o<img src="http://static.wixstatic.com/media/5833be_7e0a8d4f2150490e9810da8c91028160%7Emv2_d_1500_1500_s_2.jpg/v1/fill/w_626%2Ch_626/5833be_7e0a8d4f2150490e9810da8c91028160%7Emv2_d_1500_1500_s_2.jpg"/>]]></description><link>https://www.martapelomundo.com/single-post/2018/02/27/DICA-27-CONHE%C3%87A-AS-5-REGRAS-DO-DESPERD%C3%8DCIO-ZERO</link><guid>https://www.martapelomundo.com/single-post/2018/02/27/DICA-27-CONHE%C3%87A-AS-5-REGRAS-DO-DESPERD%C3%8DCIO-ZERO</guid><pubDate>Tue, 27 Feb 2018 18:53:27 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/5833be_7e0a8d4f2150490e9810da8c91028160~mv2_d_1500_1500_s_2.jpg"/><div>1. Recusar 2. Reduzir 3. Reutilizar 3. Reciclar 4. Compostar</div><div>RECUSE. Recuse a amostra daquele creme que lhe promete acabar com as rugas mas que na verdade não vai ter grande efeito, as miniaturas dum quarto de hotel, os cartões de visita de restaurantes cujo contacto encontra online ou aos quais nem sequer vai voltar, a pasta de dentes miniatura quando vai ao dentista, o saco de oferta da Corrida da Mulher ou do dia do pai repleta de folhetos pelos quais nem sequer vai passar os olhos, o cafezinho em copinho descartável, as canetas, lanyards, porta-chaves ou outro qualquer objecto promocional que em três tempos (para não dizer três dias ou minutos) vai à vida, o correio publicitário na sua caixa de correio, a miniatura de leite achocolatado sem lactose com palhinha que nunca vai beber, os pauzinhos que vêm com o take-away de sushi.</div><div>Estou certa que se lembra de muitas outras ofertas a que não consegue resistir, mas esta é a primeira regra do desperdício zero, recusar, recusar, de forma consciente, gerar lixo desnecessário e sem qualquer utilidade.</div><div>REDUZA. Se olha de forma isenta para a camisa às flores que já não usa há 4 anos, para as calças número 34 de quando andava na faculdade, para os brinquedos da sua filha com que ela já não brinca desde bebé (sim, aqueles que não vale a pena guardar até à idade adulta dela), para as suas 3 cochas de sopa, os 10 panos de cozinha e os seus 7 pares de pijamas, quantos destes objectos poderiam ter uma função muito mais útil na vida de outra pessoa?</div><div>REUTILIZE. Aquele ferro que se encontra avariado poderá ter a sua vida prolonganda se for reparado, em vez de partir já para a sua substituição. As folhas de papel com rabiscos de um lado não darão um óptimo caderno de rascunhos? Reutilize os sacos levando sempre consigo quando for às compras ou opte por guardanapos de pano foram criados a partir duma camisa que estava mesmo a dar as últimas ;-)</div><div>RECICLE. E quando nenhuma das regras acima encaixa, ou já se esgotaram, então sim, recicle! E então nesse caso opte por materiais que possam ser reciclados e cuja vida útil é muito superior, como vidro, metal ou cartão.</div><div>Lembre-se que cada vez que compra uma garrafa de água de plástico, bebe o seu sumo por uma palhinha ou almoça num prato descartável, esses objectos vão ficar por cá pelo menos uns bons 400 anos…</div><div>COMPOSTE. Pesquise qual o método de compostagem que mais se adequa à sua residência, dependendo se vive num apartamento apenas com varanda, ou numa casa com quintal…</div><div>Vale a pena pensar nisto não vale?</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>DICA 26 - FAÇA COMPOSTAGEM DO SEU LIXO ORGÂNICO</title><description><![CDATA[Fazer compostagem do meu lixo orgânico foi dos primeiros passos que dei para o Desperdício Zero e um dos que mais me orgulho. Mas verdade seja dita, tive muita sorte! Não longe de minha casa, passei de carro por uma horta com uma dimensão razoável, o dono estava por lá e perguntei-lhe se ele dava ao meu lixo a honra de nutrir a horta dele. E assim tem sido! Se não tiver a sorte que eu tive, tente lembrar-se de alguém que conheça que tenha um quintal e que aceite os seu lixo orgânico para adubo.<img src="http://static.wixstatic.com/media/5833be_9d3445caea804bf4a08a736e2b3ddf14%7Emv2_d_2108_2107_s_2.jpg/v1/fill/w_626%2Ch_626/5833be_9d3445caea804bf4a08a736e2b3ddf14%7Emv2_d_2108_2107_s_2.jpg"/>]]></description><link>https://www.martapelomundo.com/single-post/2018/02/26/DICA-27---FA%C3%87A-COMPOSTAGEM-DO-SEU-LIXO-ORG%C3%82NICO</link><guid>https://www.martapelomundo.com/single-post/2018/02/26/DICA-27---FA%C3%87A-COMPOSTAGEM-DO-SEU-LIXO-ORG%C3%82NICO</guid><pubDate>Mon, 26 Feb 2018 05:24:00 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/5833be_9d3445caea804bf4a08a736e2b3ddf14~mv2_d_2108_2107_s_2.jpg"/><div>Fazer compostagem do meu lixo orgânico foi dos primeiros passos que dei para o Desperdício Zero e um dos que mais me orgulho. Mas verdade seja dita, tive muita sorte! Não longe de minha casa, passei de carro por uma horta com uma dimensão razoável, o dono estava por lá e perguntei-lhe se ele dava ao meu lixo a honra de nutrir a horta dele. E assim tem sido! </div><div>Se não tiver a sorte que eu tive, tente lembrar-se de alguém que conheça que tenha um quintal e que aceite os seu lixo orgânico para adubo. Ou faça você mesmo... deixo-lhe aqui o link para um folheto da Lipor que, muito melhor que eu (que nunca tive de experimentar) lhe explica o B A B de como começar a fazer compostagem:https://www.lipor.pt/fotos/bibliotecas/folheto_compostagem_2016_v2_240657757456be754593.pdf.</div><div>Também achei este video muito claro: https://www.youtube.com/watch?v=wOQZuUHYlnk</div><div>Vai aventurar-se?</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>DICA 25 - ASSOCIE-SE A PROJECTOS QUE ABRACEM ESTA CAUSA</title><description><![CDATA[Falei-vos anteriormente de locais onde pode comprar/consumir e em simultâneo alimentar esta causa.Agora falo-vos projectos, organizações ou grupos que têm por missão o combate ao desperdício, de alguma forma ou de outra. Aproveito ainda para repetir um ou outro que embora tenham loja associada, a missão de combater o desperdício está na génese do negócio:REFOODComecei a ser voluntária nesta organização nascida em Portugal um antes de abraçar esta causa, exactamente porque achava que a mesma<img src="http://static.wixstatic.com/media/5833be_adf91b3cd53346d78567e2882cc397d8%7Emv2_d_1864_1865_s_2.jpg"/>]]></description><link>https://www.martapelomundo.com/single-post/2018/02/25/DICA-25---ASSOCIE-SE-A-PROJECTOS-QUE-ABRACEM-ESTA-CAUSA</link><guid>https://www.martapelomundo.com/single-post/2018/02/25/DICA-25---ASSOCIE-SE-A-PROJECTOS-QUE-ABRACEM-ESTA-CAUSA</guid><pubDate>Sun, 25 Feb 2018 20:43:04 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/5833be_adf91b3cd53346d78567e2882cc397d8~mv2_d_1864_1865_s_2.jpg"/><div>Falei-vos anteriormente de locais onde pode comprar/consumir e em simultâneo alimentar esta causa.</div><div>Agora falo-vos projectos, organizações ou grupos que têm por missão o combate ao desperdício, de alguma forma ou de outra. Aproveito ainda para repetir um ou outro que embora tenham loja associada, a missão de combater o desperdício está na génese do negócio:</div><div>REFOOD</div><div>Comecei a ser voluntária nesta organização nascida em Portugal um antes de abraçar esta causa, exactamente porque achava que a mesma fazia todo o sentido.</div><div>A missão da Refood, que nasceu em 2010, é combater o desperdício alimentar. Como funciona? A equipa de voluntários (e apenas voluntários) da organização vai diariamente buscar restos de comida, ou seja, excessos, a restaurantes parceiros, essa comida é dividida, separada e assemblada num centro REFOOD e posteriormente levantada pelos beneficiários da instituição, pessoas ou famílias previamente identificadas pela junta de freguesia local como suscetíveis de serem apoiadas por este projecto.</div><div>A REFOOD beneficia várias famílias a alimentarem-se, mas ajuda também inúmeros restaurantes a não desperdiçarem comida em perfeitas condições.</div><div>DESPERDÍCIO ZERO PORTUGAL</div><div>Este movimento, liderado pela Ana Milhazes Martins, tem por missão fazer o mínimo de lixo possível diariamente e partilhar os desafios que enfrentamos.</div><div>Começou por ser uma página com partilha de dicas sustentáveis e de apoio a quem está a começar, mas hoje é mais do que uma comunidade, organizando eventos sustentáveis, participando em limpezas de praias, palestras e fazendo workshops sobre estas temáticas.</div><div>Criou a primeira comunidade de zero wasters em Portugal, o grupo de facebook Lixo Zero Portugal https://www.facebook.com/zerowasteportugal, que serve essencialmente o seguinte propósito: não nos sentirmos sós nesta caminhada que nem sempre é fácil.</div><div>E é exactamente neste grupo que “bebo” diariamente informação, dicas, notícias novas sobre esta causa do Desperdício Zero!</div><div>Se quiser ser voluntário REFOOD, consulte o site para localizar o centro mais perto da sua residência e averiguar quais as necessidades existentes.</div><div>FRUTA FEIA</div><div>Cerca de 30% da fruta e legumes produzidos em Portugal não seguem a normal cadeia alimentar exatamente por não serem consideradas normalizadas, por outras palavras, por não terem o tamanho e aparência considerada standard.</div><div>O que a Fruta Feia faz é exctamente evitar que mais duma tonelada de frutas e legumes em perfeitas condições de serem ingeridos tenham como destino o lixo, e vende-as directamente ao consumidor em centros espalhados em todos o país.</div><div>Saiba mais sobre a localização e forma de funcionamento da Fruta Feira em http://frutafeia.pt/pt/projecto</div><div>STRAW PATROL</div><div>MARIA GRANEL</div><div>Seria injusto reduzir a Maria Granel a uma loja de produtos a granel. Este sítio é muito mais, e tem sido crucial na divulgação e consolidação deste movimento em Portugal.</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>DICA 24 - SUBSTITUA O SEU SHAMPOO LIQUIDO POR UM SÓLIDO</title><description><![CDATA[Mentiria com todos os dentes se lhe dissesse que esta é uma mudança fácil, tranquila. Não é. Requer adaptação (do seu cabelo). E ainda não tenho o desfecho desta substituição…. Mas comprometi-me passo a passo com o Desperdício Zero, e aceito que nem sempre acertamos à primeira, e que há mudanças que requerem adaptação, umas mais que outras 😉.Comecei por comprar um sabonete e amaciador da Lush, solução fácil. E realmente é tão fácil de usar como qualquer shampoo “normal”. Mas entretanto percebi<img src="http://static.wixstatic.com/media/5833be_1eaa99b514f049ea981d866400089a43%7Emv2_d_2112_2112_s_2.jpg"/>]]></description><link>https://www.martapelomundo.com/single-post/2018/02/24/DICA-24---SUBSTITUA-O-SEU-SHAMPOO-LIQUIDO-POR-UM-S%C3%93LIDO</link><guid>https://www.martapelomundo.com/single-post/2018/02/24/DICA-24---SUBSTITUA-O-SEU-SHAMPOO-LIQUIDO-POR-UM-S%C3%93LIDO</guid><pubDate>Sat, 24 Feb 2018 03:14:00 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/5833be_1eaa99b514f049ea981d866400089a43~mv2_d_2112_2112_s_2.jpg"/><div>Mentiria com todos os dentes se lhe dissesse que esta é uma mudança fácil, tranquila. Não é. Requer adaptação (do seu cabelo). E ainda não tenho o desfecho desta substituição…. Mas comprometi-me passo a passo com o Desperdício Zero, e aceito que nem sempre acertamos à primeira, e que há mudanças que requerem adaptação, umas mais que outras 😉.</div><div>Comecei por comprar um sabonete e amaciador da Lush, solução fácil. E realmente é tão fácil de usar como qualquer shampoo “normal”. Mas entretanto percebi que os produtos da Lush têm alguns dos ingredientes que devemos evitar! E deixaram de ser solução!</div><div>Nas minhas pesquisas aprendi que que um shampoo sólido tem de ter por base ingredientes diferentes dum sabonete, porque o PH do nosso couro cabeludo é completamente diferente do da nossa pele!</div><div>Esta caraterística, a minha ignorância no tema e o facto de antes de comprar um produto preciso que ele me inspire confiança e credibilidade, dificultou não só a procura como a escolha!</div><div>Acabei por optar por um shampoo para cabelo normal. A primeira vez correu lindamente. À segunda (há uns dias) segui um conselho da minha sogra e deitei sumo de limão no cabelo para o amaciar. E eu, que tenho cabelo com tendência a oleoso, fiquei com um cabelo enorme e completamente armado… mas foi desarmando e ao fim dumas horas até ficou bem! Mas vou ter de esperar umas semanas para perceber o desfecho desta história…</div><div>Outra coisa que estou a tentar é lavar o cabelo menos vezes e aguenta-lo o maior número de dias possível sem o lavar (em vez de dia sim dia não, que era o que fazia anteriormente). Esta opção, também ainda fase de adaptação, não ajuda ao aspeto do meu cabelo.</div><div>Quando terminada a fase de adaptação dou mais notícias. Mas ainda que esteja a sentir alguma dificuldade neste capítulo, ele faz parte da mudança 😉</div><div>Eis alguns dos locais onde pode encontrar shampoo sólido, embalados sem plástico:</div><div>- https://www.sinplastico.com/es/1509-champu-solido-natural-para-cabello-normal-pure-65-gr.html (este é o shampoo que estou a usar)</div><div>- https://www.facebook.com/saponinasoapsfromnature/</div><div>- https://www.sentesenasnaturais.pt/product-page/shiva-shampoo-shampo-s%C3%B3lido</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>DICA 23 - USE DISCOS DESMAQUILHANTES REUTILIZÁVEIS</title><description><![CDATA[Esta foi sem dúvida das mudanças mais agradáveis desde que abracei esta causa! Não me limitei aos discos desmaquilhantes, toda a minha rotina de beleza mudou. O meu creme desmaquilhante, o meu hidratante de cara e de corpo, todos passaram a ser naturais e em embalagens mais ecológicas.Tenho tendência a rosácea e, desde que passei a usar produtos naturais, nunca a minha pele voltou a tê-la ou reagiu negativamente a qualquer um dos produtos que já usei. Como ainda estou em fase experimental, já<img src="http://static.wixstatic.com/media/5833be_0e152a178490407b85554d1db1798b94%7Emv2_d_1500_1500_s_2.jpg"/>]]></description><link>https://www.martapelomundo.com/single-post/2018/02/23/DICA-23---USE-DISCOS-DESMAQUILHANTES-REUTILIZ%C3%81VEIS</link><guid>https://www.martapelomundo.com/single-post/2018/02/23/DICA-23---USE-DISCOS-DESMAQUILHANTES-REUTILIZ%C3%81VEIS</guid><pubDate>Fri, 23 Feb 2018 00:43:00 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/5833be_0e152a178490407b85554d1db1798b94~mv2_d_1500_1500_s_2.jpg"/><div>Esta foi sem dúvida das mudanças mais agradáveis desde que abracei esta causa! Não me limitei aos discos desmaquilhantes, toda a minha rotina de beleza mudou. O meu creme desmaquilhante, o meu hidratante de cara e de corpo, todos passaram a ser naturais e em embalagens mais ecológicas.</div><div>Tenho tendência a rosácea e, desde que passei a usar produtos naturais, nunca a minha pele voltou a tê-la ou reagiu negativamente a qualquer um dos produtos que já usei. Como ainda estou em fase experimental, já vou no terceiro creme de cara (tenho vindo a reduzir a minha pegada ecológica e o número de ingredientes de creme para creme) e no segundo desmaquilhante. </div><div>Pela primeira vez na vida comprei um creme para rugas, já que quando usava produtos de farmácia não podia, porque mal experimentava um creme novo, automaticamente a minha pele ficava com vermelhidão. </div><div>Quanto aos discos desmaquilhantes, foram outra boa surpresa. Comprei de dois tipos, porque também queria sentir a diferença entre eles. Uns são mais suaves e maleáveis que os outros, mas ambos são de algodão e agradáveis na pele, cumprindo muito bem a sua função! A diferença é que uns são de algodão biológico, outros não.</div><div>Podem encontrar Discos desmaquilhantes reutilizáveis nestes pontos de venda:</div><div>- Vegana By Tentúgal (Porto) - tem da marca Panos da Vera (que é também a marca dos meus sacos reutilizáveis)</div><div>A partir daqui só conheço pontos de venda online... Aqui vão: - https://www.fluffyorganicandeco.pt/category/discos-de-limpeza (os meus discos de algodão biológico são daqui e são super macios) - www.maenatureza.com</div><div>- www.mindthetrash.pt - www.sinplastico.com</div><div>Quanto aos cremes hidratantes, eis os pontos de venda onde tenho adquirido cada um deles (por ordem de &quot;experiência), e com todos a minha pele deu-se lindamente (para minha surpresa):</div><div>Desmaquilhante:  - Organii (Porto, Lisboa e online) - www.sinplastico.es</div><div>- E se por acaso ficar sem desmaquilhante, use óleo de coco que o efeito é o mesmo ;-)</div><div>Creme Cara: - Organii (Porto, Lisboa e online) - El Corte Inglés (marca Dr. Organic) - http://historiasdapele.tictail.com/</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>DICA 22 - NÃO DESPERDICE ÁGUA</title><description><![CDATA[Água é vida. Quer isto dizer que a Cidade do Cabo está condenada à morte.Dia 12 de Abril. Day Zero, como lhe estão a chamar. É o dia previsto para esta cidade na África do Sul ficar sem água, ou seja, morrer!Enquanto escrevo este texto, o habitante (ou turista) desta cidade não pode gastar mais que 50 litros de água por dia, o equivalente a puxar o autoclismo 5 vezes, face à política de restrição de consumo implementada para tentar equilibrar este desastre eminente. Houve sensibilização sim, mas<img src="http://static.wixstatic.com/media/5833be_4d9a373de08b4ed596dec006e0e67599%7Emv2_d_2317_2317_s_2.jpg/v1/fill/w_626%2Ch_626/5833be_4d9a373de08b4ed596dec006e0e67599%7Emv2_d_2317_2317_s_2.jpg"/>]]></description><link>https://www.martapelomundo.com/single-post/2018/02/22/DICA-22---N%C3%83O-DESPERDICE-%C3%81GUA</link><guid>https://www.martapelomundo.com/single-post/2018/02/22/DICA-22---N%C3%83O-DESPERDICE-%C3%81GUA</guid><pubDate>Thu, 22 Feb 2018 06:46:00 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/5833be_4d9a373de08b4ed596dec006e0e67599~mv2_d_2317_2317_s_2.jpg"/><div>Água é vida. Quer isto dizer que a Cidade do Cabo está condenada à morte.</div><div>Dia 12 de Abril. Day Zero, como lhe estão a chamar. É o dia previsto para esta cidade na África do Sul ficar sem água, ou seja, morrer!</div><div>Enquanto escrevo este texto, o habitante (ou turista) desta cidade não pode gastar mais que 50 litros de água por dia, o equivalente a puxar o autoclismo 5 vezes, face à política de restrição de consumo implementada para tentar equilibrar este desastre eminente. Houve sensibilização sim, mas não foi suficiente.</div><div>Sem água.</div><div>Acho que ainda não tenho consciência deste perigo. E sim, ouvi que estávamos (estivemos) em seca em 92% do território nacional, ouvi as campanhas de sensibilização, que localidades como Viseu tiveram que ser abastecidas de água através de camiões cisterna. Mas acho que mesmo assim ainda não tenho a devida, urgente consciência de que este perigo existe.</div><div>Assustador, não é? Assusta-me o que se está a passar na África do Sul (já que o problema se está a arrastar a outras regiões) e assusta-me a minha falta de consciência para este tema :-|.</div><div>E por isso esta dica é tão pertinente, porque no consumo individual há uma série de pequenas medidas que podemos tomar para não desperdiçar este bem precioso:</div><div>- Coma menos carne (sim, é mesmo verdade, a água consumida na sua produção é bem mais impactante na utilização de recursos que o consumo individual)</div><div>- Limite o tempo do seu chuveiro e da sua família.</div><div>- Desligue a torneira enquanto se ensaboa</div><div>- Apenas utilize a máquina de lavar na capacidade total. A redução do número de lavagens pode economizar uma grande quantidade de água</div><div>- Deixe cair num balde a água que está a aquecer para o chuveiro e utilize-a para o autoclismo ou para regar plantas.</div><div>- Se tiver a opção, use a meia-descarga no autoclismo, sempre que apropriado. Assim pode poupar cerca de 8 litros por descarga.</div><div>- Encha a pia com água para colocar a loiça suja em vez a escorrer/limpar com a torneira ligada</div><div>- Não use a máquina de lavar a loiça com poucas peças. Cada ciclo de lavagem evitado representa uma economia que pode chegar aos 50 litros.</div><div>- Lave frutas e legumes numa bacia com água ou na banca cheia até metade, em vez de sob a torneira. </div><div>Vamos pôr em prática?</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>DICA 21 - SUBSTITUA O DETERGENTE DA LOUÇA TRADICIONAL</title><description><![CDATA[Esta foi sem dúvida das minhas mudanças preferidas! Trocar o detergente da louça manual tradicional por um sabão à moda antiga. E com ele, o esfregão da loiça.Não acertei à primeira, porque o primeiro sabão que escolhi desengordurava mal a loiça. Estou mais contente com o que tenho atualmente. Ele tem outras utilizações (que ainda não testei) como para tirar nódoas na roupa.Antes do sabão, também usei detergente comprado a granel, biológico e Português! Esta aliás é a solução que agora uso para<img src="http://static.wixstatic.com/media/5833be_838f642d66be4849b046754da4e8b764%7Emv2.jpg"/>]]></description><link>https://www.martapelomundo.com/single-post/2018/02/21/DICA-21---SUBSTITUA-O-DETERGENTE-DA-LOU%C3%87A-TRADICIONAL</link><guid>https://www.martapelomundo.com/single-post/2018/02/21/DICA-21---SUBSTITUA-O-DETERGENTE-DA-LOU%C3%87A-TRADICIONAL</guid><pubDate>Wed, 21 Feb 2018 07:08:00 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/5833be_838f642d66be4849b046754da4e8b764~mv2.jpg"/><div>Esta foi sem dúvida das minhas mudanças preferidas! Trocar o detergente da louça manual tradicional por um sabão à moda antiga. E com ele, o esfregão da loiça.</div><div>Não acertei à primeira, porque o primeiro sabão que escolhi desengordurava mal a loiça. Estou mais contente com o que tenho atualmente. Ele tem outras utilizações (que ainda não testei) como para tirar nódoas na roupa.</div><div>Antes do sabão, também usei detergente comprado a granel, biológico e Português! Esta aliás é a solução que agora uso para detergente multiusos, máquina da loiça e máquina da roupa.</div><div>Eis as lojas onde encontra estas soluções:</div><div>Sabão:</div><div>- www.miristica.pt (o sabão que uso actualmente é daqui)</div><div>- IdealBio (Porto), mas com invólucro plástico</div><div>- BioBrassica (sem embalagem)</div><div>Infelizmente em Lisboa não sei onde encontrar!</div><div>Quanto a detergentes a granel, encontra nos seguintes pontos de venda:</div><div>- Vegana by Tentugal (Porto)</div><div>- Miosotis (Lisboa)</div><div>- GreenBeans (Lisboa)</div><div>Mas admito que no que diz respeito à casa ainda tenho uma série de passos para dar, nomeadamente:</div><div>- Experimentar nozes de saponária para o detergente da roupa</div><div>- Encontrar solução para o amaciador da roupa…</div><div>- Substituto para o abrilhantador (neste momento estou a usar um biológico porque a minha máquina estava mesmo a ressentir-se e colocar vinagre não solucionou o problema)</div><div>Mas desafio mesmo, que já esteve mais longe, vai ser fazer os meus próprios detergentes (a partir de vinagre caseiro e bicarbonato de sódio) em casa ;-)</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>DICA 20 - VOLTE AO AROMÁTICO CAFÉ EM GRÃO, À MODA ANTIGA (OU UTILIZE CÁPSULAS REUTILIZÁVEIS OU BIODEGRADÁVEIS)</title><description><![CDATA[Há já mais de dois anos, muito antes de abraçar esta causa, que deixei de ter uma maquina de café com cápsulas. Foi um misto de revivalismo, custo (o investimento numa máquina de café a grão é grande, mas acaba por compensar) e já uma sensação de confusão proveniente do desperdício causado pela quantidade de cápsulas que iam para o lixo.Pode encontrar café em grão à venda a granel numa série de lojas tradicionais (como na Rua do Bonjardim) e pode encomendar na Grão e Granel.Mas mesmo que<img src="http://static.wixstatic.com/media/5833be_901c3d629faf47a1bb431e141a12dc17%7Emv2.jpg"/>]]></description><link>https://www.martapelomundo.com/single-post/2018/02/20/DICA-20---VOLTE-AO-AROM%C3%81TICO-CAF%C3%89-EM-GR%C3%83O-%C3%80-MODA-ANTIGA-OU-UTILIZE-C%C3%81PSULAS-REUTILIZ%C3%81VEIS-OU-BIODEGRAD%C3%81VEIS</link><guid>https://www.martapelomundo.com/single-post/2018/02/20/DICA-20---VOLTE-AO-AROM%C3%81TICO-CAF%C3%89-EM-GR%C3%83O-%C3%80-MODA-ANTIGA-OU-UTILIZE-C%C3%81PSULAS-REUTILIZ%C3%81VEIS-OU-BIODEGRAD%C3%81VEIS</guid><pubDate>Tue, 20 Feb 2018 00:17:32 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/5833be_901c3d629faf47a1bb431e141a12dc17~mv2.jpg"/><div>Há já mais de dois anos, muito antes de abraçar esta causa, que deixei de ter uma maquina de café com cápsulas. Foi um misto de revivalismo, custo (o investimento numa máquina de café a grão é grande, mas acaba por compensar) e já uma sensação de confusão proveniente do desperdício causado pela quantidade de cápsulas que iam para o lixo.</div><div>Pode encontrar café em grão à venda a granel numa série de lojas tradicionais (como na Rua do Bonjardim) e pode encomendar na Grão e Granel.</div><div>Mas mesmo que continue com máquina de cápsulas, encontra já cápsulas biodegradáveis e ainda por cima Portuguesas, da marca Kaffa. Pode encontra-las à venda na BioBrassica, em Braga, e também as encontrei neste site, http://celeirointegral.pt/. Neste site encontrei também uma marca espanhola de café cujas cápsulas também são biodegradáveis.</div><div>Outra solução é reutilizar as cápsulas de café (encontra uma série de vídeos no youtube que lhe ensinam como) ou comprar cápsulas reutilizáveis (encontra aqui https://viciodecafe.pt/).</div><div>Mas felizmente as próprias marcas começam a estar já sensibilizadas para este tema e encontra já, por exemplo da marca Dolce Gusto, centros de reciclagem específicos para as suas cápsulas. Estas são posteriormente reutilizadas para outros fins. Encontre o seu centro de reciclagem mais próximo aqui: https://www.dolce-gusto.pt/como-participar.</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>DICA 19 – LEVE SEMPRE CONSIGO SACOS REUTILIZÁVEIS</title><description><![CDATA[Onde quer que vá. Leve na carteira um saco de pano fácil de dobrar para compras inesperadas. Deixe um saco de maior porte no carro para compras de supermercado- E deixe sacos reutilizáveis para frutas e legumes, não correndo o risco evitando assim o risco de trazer consigo desperdício em forma de saco ;-)<img src="http://static.wixstatic.com/media/5833be_17dfc640bf334bfcba62e358b8d95add%7Emv2_d_1499_1500_s_2.jpg"/>]]></description><link>https://www.martapelomundo.com/single-post/2018/02/19/DICA-19-%E2%80%93-LEVE-SEMPRE-CONSIGO-SACOS-REUTILIZ%C3%81VEIS</link><guid>https://www.martapelomundo.com/single-post/2018/02/19/DICA-19-%E2%80%93-LEVE-SEMPRE-CONSIGO-SACOS-REUTILIZ%C3%81VEIS</guid><pubDate>Mon, 19 Feb 2018 08:28:00 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/5833be_17dfc640bf334bfcba62e358b8d95add~mv2_d_1499_1500_s_2.jpg"/><div>Onde quer que vá. Leve na carteira um saco de pano fácil de dobrar para compras inesperadas. Deixe um saco de maior porte no carro para compras de supermercado- E deixe sacos reutilizáveis para frutas e legumes, não correndo o risco evitando assim o risco de trazer consigo desperdício em forma de saco ;-)</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>DICA 18 – LEIA O LIVRO “DESPERDÍCIO ZERO”, DA BEA JOHNSON</title><description><![CDATA[Se esta “causa” tivesse um(a) guru, seria Bea Johnson e o seu livro, “ZERO WASTE HOME”, a Biblia.Mas aqui não encontrará qualquer fundamentalismo ou envangelização desmedida. O livro é um guia minucioso para o desperdício zero, fácil de ler e que acompanha o leitor em cada compartimento da casa, de forma detalhada e bem simples. Propõe as mais variadas soluções, das mais radicais às de mais fácil implementação, de iniciantes a experientes.Mais importante, é um livro honesto, deixa claro o porquê<img src="http://static.wixstatic.com/media/5833be_261584ff35e147f9bb52cf930c08ca45%7Emv2.jpg/v1/fill/w_626%2Ch_626/5833be_261584ff35e147f9bb52cf930c08ca45%7Emv2.jpg"/>]]></description><link>https://www.martapelomundo.com/single-post/2018/02/18/DICA-18-%E2%80%93-LEIA-O-LIVRO-%E2%80%9CDESPERD%C3%8DCIO-ZERO%E2%80%9D-DA-BEA-JOHNSON</link><guid>https://www.martapelomundo.com/single-post/2018/02/18/DICA-18-%E2%80%93-LEIA-O-LIVRO-%E2%80%9CDESPERD%C3%8DCIO-ZERO%E2%80%9D-DA-BEA-JOHNSON</guid><pubDate>Sun, 18 Feb 2018 08:09:00 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/5833be_261584ff35e147f9bb52cf930c08ca45~mv2.jpg"/><div>Se esta “causa” tivesse um(a) guru, seria Bea Johnson e o seu livro, “ZERO WASTE HOME”, a Biblia.</div><div>Mas aqui não encontrará qualquer fundamentalismo ou envangelização desmedida. O livro é um guia minucioso para o desperdício zero, fácil de ler e que acompanha o leitor em cada compartimento da casa, de forma detalhada e bem simples. Propõe as mais variadas soluções, das mais radicais às de mais fácil implementação, de iniciantes a experientes.</div><div>Mais importante, é um livro honesto, deixa claro o porquê de todo este percurso, escolha, e explica de forma clara o impacto de cada acção que fazemos no nosso dia a dia tem no meio ambiente.</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>DICA 17 – COMPRE SEM DESPERDÍCIO DO PRINCÍPIO AO FIM</title><description><![CDATA[Não há muitos, mas é fantástico ver lojas, cafés, projetos que contra todas as marés implementam o desperdício zero em toda a cadeia de valor, quais agulhas num palheiro.Não apenas no produto que vendem, mas na forma como o fazem chegar até nós, nos produtos/fornecedores que escolhem, nas embalagens, na forma como se apresentam. E é tão inspirador, porque conseguir comprar, consumir sem plástico, é por si só uma aventura.Aqui estão alguns dos locais que conheço (haverá outros, acredito), que<img src="http://static.wixstatic.com/media/5833be_212bceaa16d7421ab2ae1b203eeb5c92%7Emv2_d_1500_1500_s_2.jpg/v1/fill/w_626%2Ch_626/5833be_212bceaa16d7421ab2ae1b203eeb5c92%7Emv2_d_1500_1500_s_2.jpg"/>]]></description><link>https://www.martapelomundo.com/single-post/2018/02/17/DICA-17-%E2%80%93-COMPRE-SEM-DESPERD%C3%8DCIO-DO-PRINC%C3%8DPIO-AO-FIM</link><guid>https://www.martapelomundo.com/single-post/2018/02/17/DICA-17-%E2%80%93-COMPRE-SEM-DESPERD%C3%8DCIO-DO-PRINC%C3%8DPIO-AO-FIM</guid><pubDate>Sat, 17 Feb 2018 19:15:45 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/5833be_212bceaa16d7421ab2ae1b203eeb5c92~mv2_d_1500_1500_s_2.jpg"/><div>Não há muitos, mas é fantástico ver lojas, cafés, projetos que contra todas as marés implementam o desperdício zero em toda a cadeia de valor, quais agulhas num palheiro.</div><div>Não apenas no produto que vendem, mas na forma como o fazem chegar até nós, nos produtos/fornecedores que escolhem, nas embalagens, na forma como se apresentam. E é tão inspirador, porque conseguir comprar, consumir sem plástico, é por si só uma aventura.</div><div>Aqui estão alguns dos locais que conheço (haverá outros, acredito), que seguem esta causa do princípio ao fim:</div><div>Cafés:</div><div>Berry (Porto): Foi aqui que vi pela primeira vez copos e palhas biodegradáveis (que nem sabia que existiam), e que experimentei, no Porto, alimentos sem açucares refinados por exemplo, que tão dificilmente encontro na cidade. A comida é boa, saudável, fresca e pouco processada, e a sua apresentação sem desperdícios.</div><div>Urbana: Na medida do que lhe é possível, o Café Urbana tenta implementar o mais possível o Desperdício Zero, também servindo alimentos/comida fresca, com os ingredientes do dia, e evitando ao máximo o desperdício.</div><div>Lojas:</div><div>Maria Granel (Lisboa): Pioneira nesta causa,</div><div>a Maria Granel trabalha junto dos seus fornecedores para manter a coerência desta causa em toda a sua cadeia de valor. E por isso é um player tão importante na difusão deste movimento em Portugal.</div><div>Grão e Granel: Nesta loja a granel de ingredientes secos, não há grande espaço para desperdícios. Pode levar as suas próprias embalagens para comprar os seus produtos e, se não o fizer, a loja providencia sacos de papel para esse efeito. Especiarias, chás, farinhas, arroz, cacau, café, tem mais de 80 produtos para a sua cozinha que lhe permitem dispensar produtos embalados.</div><div>www.mindthetrash.pt: Do principio ao fim esta loja online é coerente com a sua missão (a fotografia é duma compra feita por aqui). Esperemos que no futuro próximo disponibilizem mais produtos para venda!</div><div>www.sinplastico.com: Também aqui a coerência é grande, e a lista de produtos enorme. Este site vai ao pormenor, que adoro, de explicar em que material vem embalado o produto. A titulo de exemplo, sei que o desmaquilhante que comprei, feito em Espanha, é embalado num frasco de vidro reciclado com tampa metálica. Dada a variedade de produtos tem sido uma das minhas fontes de produtos sem desperdício.</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>DICA 16 – COMA (MUITO) MENOS CARNE, (OU NÃO COMA DE TODO)</title><description><![CDATA[Antes de mais, não sou vegetariana. Mas como cada vez menos carne (principalmente vermelha), e a razão principal prende-se com o impacto ambiental da sua produção.Aqui estão os factos*:“A carne vermelha exige 28 vezes mais terra para produzir do que carne de porco ou frango, 11 vezes mais água e resulta em cinco vezes mais emissões de aquecimento climático.”“Quando comparado a cultivos como batatas, trigo e arroz, o impacto da carne por caloria é ainda mais extremo, exigindo 160 vezes mais terra<img src="http://static.wixstatic.com/media/5833be_118d035696804c6a926406a9a053ff48%7Emv2.jpg"/>]]></description><link>https://www.martapelomundo.com/single-post/2018/02/17/DICA-16-%E2%80%93-COMA-MENOS-CARNE-OU-N%C3%83O-COMA-DE-TODO</link><guid>https://www.martapelomundo.com/single-post/2018/02/17/DICA-16-%E2%80%93-COMA-MENOS-CARNE-OU-N%C3%83O-COMA-DE-TODO</guid><pubDate>Fri, 16 Feb 2018 06:55:00 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/5833be_118d035696804c6a926406a9a053ff48~mv2.jpg"/><div>Antes de mais, não sou vegetariana. Mas como cada vez menos carne (principalmente vermelha), e a razão principal prende-se com o impacto ambiental da sua produção.</div><div>Aqui estão os factos*:</div><div>“A carne vermelha exige 28 vezes mais terra para produzir do que carne de porco ou frango, 11 vezes mais água e resulta em cinco vezes mais emissões de aquecimento climático.”</div><div>“Quando comparado a cultivos como batatas, trigo e arroz, o impacto da carne por caloria é ainda mais extremo, exigindo 160 vezes mais terra e produzindo 11 vezes mais gases de efeito estufa”</div><div>“A agricultura é um motor importante do aquecimento global e causa 15% de todas as emissões, metade da qual é proveniente de gado. Além disso, as enormes quantidades de grãos e água necessárias para criar gado são uma preocupação para os especialistas preocupados com a alimentação de mais 2 bilhões de pessoas até 2050.”</div><div>Poderia continuar a relatar aqui os argumentos que justificam esta sugestão como absolutamente pertinente, mas creio que os dados acima sejam, para já, suficientemente claros.</div><div>E são factos, não opiniões.</div><div>E às vezes pergunto-me, perante tamanhas evidências, porque não deixo de comer carne de vez…</div><div>*Fonte: https://www.theguardian.com/environment/2014/jul/21/giving-up-beef-reduce-carbon-footprint-more-than-cars</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>DICA 15 - UTILIZE COTONETES REUTILIZÁVEIS OU BIODEGRADÁVEIS</title><description><![CDATA[Este desafio do desperdício zero tem-me dado a conhecer objectos, hábitos até, que desconhecia, e muitos deles vêm do tempo dos nossos pais ou avós.Foi o caso das cotonetes reutilizáveis, um objecto com uma ponta metálica que pode usar vezes sem conta, lavando após cada utilização, ao contrário da cotonete comum, de cabo plástico, que usa uma vez, deita fora, e que dura e dura no planeta! Pode encontra-las em algumas farmácias ou até drogarias, é uma questão de perguntar até encontrar uma que<img src="http://static.wixstatic.com/media/5833be_1c22fbfb73394920a6dcea929e73fc61%7Emv2_d_1500_1500_s_2.jpg"/>]]></description><link>https://www.martapelomundo.com/single-post/2018/02/14/DICA-14---UTILIZE-COTONETES-REUTILIZ%C3%81VEIS-OU-BIODEGRAD%C3%81VEIS</link><guid>https://www.martapelomundo.com/single-post/2018/02/14/DICA-14---UTILIZE-COTONETES-REUTILIZ%C3%81VEIS-OU-BIODEGRAD%C3%81VEIS</guid><pubDate>Thu, 15 Feb 2018 06:13:00 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/5833be_1c22fbfb73394920a6dcea929e73fc61~mv2_d_1500_1500_s_2.jpg"/><div>Este desafio do desperdício zero tem-me dado a conhecer objectos, hábitos até, que desconhecia, e muitos deles vêm do tempo dos nossos pais ou avós.</div><div>Foi o caso das cotonetes reutilizáveis, um objecto com uma ponta metálica que pode usar vezes sem conta, lavando após cada utilização, ao contrário da cotonete comum, de cabo plástico, que usa uma vez, deita fora, e que dura e dura no planeta! Pode encontra-las em algumas farmácias ou até drogarias, é uma questão de perguntar até encontrar uma que tenha.</div><div>Pode mesmo usar um gancho de cabelo. O resultado é o mesmo, e a pegada ecológica menor já que o mais provável é já ter um em casa.</div><div>A minha opção, para já, recaiu sobre cotonetes biodegradáveis em Bamboo e Algodão (quando comprei desconhecia a existência da primeira opção).</div><div>Pode encontrar estas últimas nos seguintes locais:</div><div>www.mindthetrash.pt – A embalagem também é biodegradável, 100% em papel reciclado (foi onde comprei as minhas).</div><div>Bodyshop</div><div>Continente</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>DICA 14 - MUDE PARA UM COPO MENSTRUAL (OU OUTRA SOLUÇÃO MAIS SUSTENTÁVEL)</title><description><![CDATA[Este é daqueles temas sobre os quais não apetece escrever, mas que não podia deixar de fazer.Esta pequena alteração significa deixar de deitar para um qualquer aterro sanitário centenas e centenas de pensos higiénicos e substituir por um único objecto de fácil utilização. O impacto é grande, não é?Verdade seja dita, foi uma decisão que demorou a ser tomada, estava extremamente céptica, li quinhentos comentários, maioritariamente positivos, outros que me deixavam cheia de … receio… e ainda me<img src="http://static.wixstatic.com/media/5833be_7eff39e778a240a4b030f3727776aa4b%7Emv2_d_1500_1500_s_2.jpg"/>]]></description><link>https://www.martapelomundo.com/single-post/2018/02/14/DICA-14---MUDE-PARA-UM-COPO-MENSTRUAL-OU-OUTRA-SOLU%C3%87%C3%83O-MAIS-SUSTENT%C3%81VEL</link><guid>https://www.martapelomundo.com/single-post/2018/02/14/DICA-14---MUDE-PARA-UM-COPO-MENSTRUAL-OU-OUTRA-SOLU%C3%87%C3%83O-MAIS-SUSTENT%C3%81VEL</guid><pubDate>Wed, 14 Feb 2018 12:41:08 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/5833be_7eff39e778a240a4b030f3727776aa4b~mv2_d_1500_1500_s_2.jpg"/><div>Este é daqueles temas sobre os quais não apetece escrever, mas que não podia deixar de fazer.</div><div>Esta pequena alteração significa deixar de deitar para um qualquer aterro sanitário centenas e centenas de pensos higiénicos e substituir por um único objecto de fácil utilização. O impacto é grande, não é?</div><div>Verdade seja dita, foi uma decisão que demorou a ser tomada, estava extremamente céptica, li quinhentos comentários, maioritariamente positivos, outros que me deixavam cheia de … receio… e ainda me estou a habituar a esta nova solução. Mas funciona mesmo! E se fizer as contas, não tem dúvidas: O investimento é de cerca de 28€, mas fa-lo uma única vez, em vez de comprar mensalmente uma ou duas embalagens de pensos normais.</div><div>Aconselho-a, no entanto, a seguir à risca as instruções de utilização para não ter más experiências, e que o faça antes da primeira vez que o usar. Mesmo… se o fizer, habitua-se facilmente!</div><div>Se não estiver pronta para esta solução, sugiro-lhe os pensos da natracare, que vêm em todos os formatos (pensinhos diários, com ou sem alas, etc…), são biodegradáveis e feitos de algodão biológico. Foi esta a minha opção antes de aderir ao copo menstrual.</div><div>Tem também como solução os pensos reutilizáveis (que eu não experimentei), e hoje em dia encontra-os com inúmeros padrões que os tornam bem mais… apelativos. Embora eu não tenha aderido, li inúmeros testemunhos de mulheres que os usam sem problema algum.</div><div>Encontra as soluções propostas acima nos seguintes pontos de venda:</div><div>Copo Menstrual:</div><div>http://www.pegada-verde.pt (onde comprei o meu)http://www.ecologicalkids.ptSapato Verde (Lisboa)Lojas Celeiro</div><div>Pensos Biofegradáveis:</div><div>IdealBio (Porto)Vegana by Tentugal (Porto)BioBrassica (Braga)Sapato Verde (Lisboa)Lojas Celeiro</div><div>Pensos Biofegradáveis:</div><div>Vegana by Tentugal (Porto)https://www.instagram.com/fluffy_organic_and_eco/</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>DICA 12 - FAÇA VOCÊ MESMO</title><description><![CDATA[Os iogurtes. A mostarda. A maionese. Os cereais. Os leites vegetais. A massa. O que o leitor quiser (hei-de chegar aos detergentes, mas não é para já ;-)). Encontra mil e uma receitas online para se aventurar na cozinha e, com os seus produtos comprados a granel, fazer comida mais autêntica, com muito menos desperdício e sem aditivos disto ou daquilo.Vai ver o bem que lhe faz ;-)<img src="http://static.wixstatic.com/media/5833be_bbcd67692ffb4852a3f39b7570bd3f39%7Emv2_d_1499_1500_s_2.jpg"/>]]></description><link>https://www.martapelomundo.com/single-post/2018/02/12/DICA-12---FA%C3%87A-VOC%C3%8A-MESMO</link><guid>https://www.martapelomundo.com/single-post/2018/02/12/DICA-12---FA%C3%87A-VOC%C3%8A-MESMO</guid><pubDate>Mon, 12 Feb 2018 07:03:00 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/5833be_bbcd67692ffb4852a3f39b7570bd3f39~mv2_d_1499_1500_s_2.jpg"/><div>Os iogurtes. A mostarda. A maionese. Os cereais. Os leites vegetais. A massa. O que o leitor quiser (hei-de chegar aos detergentes, mas não é para já ;-)). Encontra mil e uma receitas online para se aventurar na cozinha e, com os seus produtos comprados a granel, fazer comida mais autêntica, com muito menos desperdício e sem aditivos disto ou daquilo.</div><div>Vai ver o bem que lhe faz ;-)</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>DICA 11 - DESTRALHE</title><description><![CDATA[Enquanto escrevo este texto, estou sentada no sofá de televisão ligada. E por mera coincidência, na cena da série que passa na televisão, as personagens estão exactamente a fazer aquilo que lhe sugiro hoje. Nesta mesma cena, uma personagem diz à outra “limpa a tralha, purifica a alma”. E embora tenha começado a destralhar em nome do desperdício zero, a “purificação da alma” é, sem dúvida, um efeito colateral bem-vindo.Aprendi esta maravilhosa expressão no livro da Bea Johnson, qual “Bíblia” do<img src="http://static.wixstatic.com/media/5833be_647e7ae6555f4792bad9b8c896b53fce%7Emv2_d_1826_1826_s_2.jpg/v1/fill/w_626%2Ch_626/5833be_647e7ae6555f4792bad9b8c896b53fce%7Emv2_d_1826_1826_s_2.jpg"/>]]></description><link>https://www.martapelomundo.com/single-post/2018/02/11/DICA-11---DESTRALHE</link><guid>https://www.martapelomundo.com/single-post/2018/02/11/DICA-11---DESTRALHE</guid><pubDate>Sun, 11 Feb 2018 08:12:00 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/5833be_647e7ae6555f4792bad9b8c896b53fce~mv2_d_1826_1826_s_2.jpg"/><div>Enquanto escrevo este texto, estou sentada no sofá de televisão ligada. E por mera coincidência, na cena da série que passa na televisão, as personagens estão exactamente a fazer aquilo que lhe sugiro hoje. Nesta mesma cena, uma personagem diz à outra “limpa a tralha, purifica a alma”. E embora tenha começado a destralhar em nome do desperdício zero, a “purificação da alma” é, sem dúvida, um efeito colateral bem-vindo.</div><div>Aprendi esta maravilhosa expressão no livro da Bea Johnson, qual “Bíblia” do Desperdício Zero (a que darei a devida e merecida importância num post futuro).</div><div>E destralhar significa doar o que temos em excesso em nossa casa, o que está a mais. E a ideia não é de todo dar 10, para repor com outros 10. O objectivo é simplificar, é vivermos com o que precisamos e descartar o que está a mais. Em última instância, viver de modo (mais) minimalista.</div><div>E em simultâneo, dá a quem precisa, como por exemplo, a uma Instituição de solidariedade.</div><div>O livro da Bea orienta-nos neste processo, compartimento a compartimento da casa, e facilmente nos leva a concluir que 10 panos de cozinha, 7 travessas, 20 cestos e cestinhos, 2 conchas para a sopa, 4 pares de calças tamanho 34 quando vestimos o 40, são exagero... E facilmente nos deparamos com um apego exacerbado a pequenas coisas materiais.</div><div>Passo-a-passo, a dica de hoje é (adaptando as palavras da Bea Johnson) resume-se ao seguinte:</div><div>Recuse o que não precisa (os 4 pares de calças que nunca mais vai usar e 15 dos 5 cestinhos)Reduza aquilo de que necessita (dê 5 dos 10 panos de cozinha)Reutilize (aposte em bens em 2ª mão sejam roupas, electrodomésticos ou móveis).Recicle o que não vai poder recusarComposte o restante!</div><div>Para além duma casa mais leve (e uma maior leveza em geral), o importante é o processo, não tanto o resultado final. É saber que aquilo que é supérfluo para nós, pode ser essencial para quem o destinamos, e nos apercebermos e nos questionarmos de cada coisa que temos a mais.</div><div>E não, o meu armário não tem apenas as duas peças da fotografia, nem se aproxima dum “armário cápsula” (idealmente com menos de 50 peças que combinam entre si) e, com toda a honestidade, não sei se vou chegar a tamanha redução. E ainda tenho muuuuuita tralha da qual não me consegui livrar.</div><div>Comecei a destralhar em 2017, comprometi-me (comigo) a, durante o ano de 2018, doar 365 items do que tenho em casa, e este processo já me fez colocar em prática cada uma das regras acima, pensar uma e duas e três vezes de cada vez que pondero comprar alguma coisa, recusar/dar items duplicados, reusar peças paradas há anos, reciclar outras, e fazer compostagem do meu lixo orgânico (mas isso deixo para outro post).</div><div>O caminho é longo, mas acredito estar na estrada certa, pelos motivos certos ;-)</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>DICA 10 – RECUSE A IMPRESSÃO DO SEGUNDO TALÃO DE MULTIBANCO</title><description><![CDATA[Esta dica é só isto!Da próxima vez que fizer uma compra por multibanco em qualquer ponto de venda, e chegar o momento de imprimir o segundo talão (cópia do cliente), clique no botão vermelho (cancel), evitando assim que o mesmo seja impresso e desperdício de papel ;-).Simples, não?<img src="http://static.wixstatic.com/media/5833be_2ac52c9d226e4392b107683f3a94dfc1%7Emv2_d_3119_3120_s_4_2.jpg"/>]]></description><link>https://www.martapelomundo.com/single-post/2018/02/10/DICA-10-%E2%80%93-RECUSE-A-IMPRESS%C3%83O-DO-SEGUNDO-TAL%C3%83O-DE-MULTIBANCO</link><guid>https://www.martapelomundo.com/single-post/2018/02/10/DICA-10-%E2%80%93-RECUSE-A-IMPRESS%C3%83O-DO-SEGUNDO-TAL%C3%83O-DE-MULTIBANCO</guid><pubDate>Sat, 10 Feb 2018 07:19:00 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>Esta dica é só isto!</div><div>Da próxima vez que fizer uma compra por multibanco em qualquer ponto de venda, e chegar o momento de imprimir o segundo talão (cópia do cliente), clique no botão vermelho (cancel), evitando assim que o mesmo seja impresso e desperdício de papel ;-).</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/5833be_2ac52c9d226e4392b107683f3a94dfc1~mv2_d_3119_3120_s_4_2.jpg"/><div>Simples, não?</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>DICA 9 - USE LENÇOS DE PANO, À MODA ANTIGA</title><description><![CDATA[O percurso rumo ao Desperdício Zero não se limita apenas à redução do plástico, mas sim à diminuição do lixo que produzimos duma forma geral.E embora o plástico seja o material que mais conta tomou das nossas vidas e o que mais impacto tem no planeta, sendo por isso aquele que mais tento (e quem abraça esta “causa”) reduzir, algumas das sugestões que lhe vou deixando aqui também dizem respeito a outros materiais que geram… desperdício!E por isso a sugestão de hoje é ainda mais abrangente! Porque<img src="http://static.wixstatic.com/media/5833be_c46fbdbd6f064de9bdc04c117972ae21%7Emv2.jpg"/>]]></description><link>https://www.martapelomundo.com/single-post/2018/02/09/DICA-9---USE-LEN%C3%87OS-DE-PANO-%C3%80-MODA-ANTIGA</link><guid>https://www.martapelomundo.com/single-post/2018/02/09/DICA-9---USE-LEN%C3%87OS-DE-PANO-%C3%80-MODA-ANTIGA</guid><pubDate>Fri, 09 Feb 2018 07:15:00 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/5833be_67824115574b4e55a88f690c724d9f56~mv2.jpg"/><div>O percurso rumo ao Desperdício Zero não se limita apenas à redução do plástico, mas sim à diminuição do lixo que produzimos duma forma geral.</div><div>E embora o plástico seja o material que mais conta tomou das nossas vidas e o que mais impacto tem no planeta, sendo por isso aquele que mais tento (e quem abraça esta “causa”) reduzir, algumas das sugestões que lhe vou deixando aqui também dizem respeito a outros materiais que geram… desperdício!</div><div>E por isso a sugestão de hoje é ainda mais abrangente! Porque não voltar a usar lenços de pano, à moda antiga. Poupa papel, dos lenços em si, e plástico, no caso de costumar andar com lenços de papel embalados na carteira ou te-los sempre à mão.</div><div>Se não os tiver, reutilize, por exemplo um lençol antigo que esteja roto ou demasiado gasto ou até uma camisa velha, para fazer pequenos quadrados que podem ter utilizações únicas (ou não, dependendo do quão congestionado está), ou mais que uma.</div><div>Dir-me-á o leitor que esta proposta gasta demasiada água, mas pense no espaço que uns 5 lenços ocupam no volume duma máquina de lavar: por acaso vai ter de fazer uma máquina propositadamente? Provavelmente não, ficando a questão respondida por si ;-).</div><div>Cá por casa usei um lençol de criança e coloquei os lencinhos num frasco na casa de banho para as minhas filhas tirarem à medida que necessitam.</div><div>No caso de estar constipada, e necessitar de usar lenços constantemente, a solução mais sustentável, parece-me, são as embalagens de “kleenex” do Jumbo produzidas em cartão reciclado sem qualquer plástico.</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>DICA 8 – SUBSTITUA O SEU DESODORIZANTE EMBALADO POR UM EM VERSÃO MAIS… NATURAL</title><description><![CDATA[Sim, eu sei, podia simplesmente sugerir-lhe que trocasse todos os seus produtos de higiene pessoal por outros não embalados e mais naturais.Mas acredito que esta troca deve ser feita uma a uma, e é assim que estou a percorrer este caminho rumo ao desperdício zero, para que cada escolha seja definitiva, consistente, testada, garantido que cada passo que dou se instala na minha vida de forma tranquila e para ficar.Todos os produtos que estou a adquirir, testar, a introduzir nas minhas rotinas, são<img src="http://static.wixstatic.com/media/5833be_ac4f0f7d0c6740f68768b7da168f1abb%7Emv2_d_2112_2112_s_2.jpg/v1/fill/w_626%2Ch_626/5833be_ac4f0f7d0c6740f68768b7da168f1abb%7Emv2_d_2112_2112_s_2.jpg"/>]]></description><link>https://www.martapelomundo.com/single-post/2018/02/08/DICA-8-%E2%80%93-SUBSTITUA-O-SEU-DESODORIZANTE-EMBALADO-POR-UM-EM-VERS%C3%83O-MAIS%E2%80%A6-NATURAL</link><guid>https://www.martapelomundo.com/single-post/2018/02/08/DICA-8-%E2%80%93-SUBSTITUA-O-SEU-DESODORIZANTE-EMBALADO-POR-UM-EM-VERS%C3%83O-MAIS%E2%80%A6-NATURAL</guid><pubDate>Thu, 08 Feb 2018 06:37:00 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/5833be_ac4f0f7d0c6740f68768b7da168f1abb~mv2_d_2112_2112_s_2.jpg"/><div>Sim, eu sei, podia simplesmente sugerir-lhe que trocasse todos os seus produtos de higiene pessoal por outros não embalados e mais naturais.</div><div>Mas acredito que esta troca deve ser feita uma a uma, e é assim que estou a percorrer este caminho rumo ao desperdício zero, para que cada escolha seja definitiva, consistente, testada, garantido que cada passo que dou se instala na minha vida de forma tranquila e para ficar.</div><div>Todos os produtos que estou a adquirir, testar, a introduzir nas minhas rotinas, são fruto de pesquisa pelos sites que vou encontrando, tentando perceber os ingredientes que os constituem, de onde vem a credibilidade/confiança/conhecimento por trás da sua produção, e este não foi excepção.</div><div>Este estranho objecto, cujo aspecto varia entre um sabonete, uma nave espacial e um alimento, é um desodorizante natural de palmorosa e tee tree.</div><div>E é porque já o testei nas condições mais adversas (aula de ginástica…) e mais rotineiras (dia-a-dia) que dou esta substituição por bem sucedida e a recomendo! Simplesmente passa o desodorizante debaixo do braço, com facilidade (não parece visto ser bastante mais sólido do que estamos habituados). Deixa uns pontinhos brancos, resultante desta textura, mas nada de especial ou que passe para a roupa!</div><div>Et voilá, mais uma embalagem plástica e não sei quantos quimicos cujos nomes não saberia nem pronunciar eliminados da minha vida J.</div><div>Vai experimentar, não vai?</div><div>Onde comprar:</div><div>O que estou a usar (e foi o primeiro depois de abandonar a versão de supermercado) e´da Saponina (https://www.facebook.com/saponinasoapsfromnature/), uma marca portuguesa de sabonetes naturais. Ou seja, produto locai, pegada ecológica reduzida!</div><div>Encontra também outras opções que não testei em: https://miristica.pt/produto/desodorizante-neutro-vegan/</div><div>Pode comprar também no Celeiro ou IdealBio (Porto), mas a embalagem é de plastico, semelhante às tradicionais.</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>DICA 7 - ESCOLHA ALIMENTOS MENOS PROCESSADOS</title><description><![CDATA[Esta dica é muito “minha”, já que é algo que não faz necessariamente parte deste percurso rumo ao desperdício zero, mas na qual acredito. Acredito que devemos evitar alimentos processados e escolhe-los na sua versão mais natural, integral, seja arroz, massa, farinhas, cereais, açucares. E pela mesma ordem de ideias, biológicos.Quanto ao desperdício zero desta dica, ela justifica-se pelo facto de estar a escolher alimentos mais reais, sem modificação num qualquer processo de industrialização. E<img src="http://static.wixstatic.com/media/5833be_52e607de53b444f7b2276509ba51812a%7Emv2_d_2112_2112_s_2.jpg"/>]]></description><link>https://www.martapelomundo.com/single-post/2018/02/07/DICA-7---ESCOLHA-ALIMENTOS-MENOS-PROCESSADOS</link><guid>https://www.martapelomundo.com/single-post/2018/02/07/DICA-7---ESCOLHA-ALIMENTOS-MENOS-PROCESSADOS</guid><pubDate>Wed, 07 Feb 2018 14:11:46 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/5833be_52e607de53b444f7b2276509ba51812a~mv2_d_2112_2112_s_2.jpg"/><div>Esta dica é muito “minha”, já que é algo que não faz necessariamente parte deste percurso rumo ao desperdício zero, mas na qual acredito. Acredito que devemos evitar alimentos processados e escolhe-los na sua versão mais natural, integral, seja arroz, massa, farinhas, cereais, açucares. E pela mesma ordem de ideias, biológicos.</div><div>Quanto ao desperdício zero desta dica, ela justifica-se pelo facto de estar a escolher alimentos mais reais, sem modificação num qualquer processo de industrialização. E esta opção permite-nos usufruir de toda a riqueza nutricional dos alimentos :-)</div><div>P.S. Mas lembre-se, sempre sem fundamentalismos. Ao optar por alimentos integrais, também a quantidade de fibras que ingere aumenta, e consequentemente o seu organismo pede-lhe mais água.</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>DICA 6 - COMPRE A GRANEL</title><description><![CDATA[Meses antes de decidir abraçar este desafio, estilo de vida, ou o que quer que lhe queiramos chamar, já tinha começado a comprar a granel.Há já muito que comprava alimentos biológicos e, quando comecei a ir ao IdealBio, o meu supermercado biológico “do costume”, deparei-me com os secos a granel e com a evidência de que o preço destes (arroz, sementes, açúcar de coco, etc…) era claramente mais baixo ao peso do que na sua versão embalada. E assim comecei.A certo momento, e não tenho bem presente o<img src="http://static.wixstatic.com/media/5833be_c25fb976cf534e94a989e5ea2d403c1d%7Emv2_d_2112_2112_s_2.jpg"/>]]></description><link>https://www.martapelomundo.com/single-post/2018/02/06/DICA-6---COMPRE-A-GRANEL</link><guid>https://www.martapelomundo.com/single-post/2018/02/06/DICA-6---COMPRE-A-GRANEL</guid><pubDate>Tue, 06 Feb 2018 06:48:00 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/5833be_c25fb976cf534e94a989e5ea2d403c1d~mv2_d_2112_2112_s_2.jpg"/><div>Meses antes de decidir abraçar este desafio, estilo de vida, ou o que quer que lhe queiramos chamar, já tinha começado a comprar a granel.</div><div>Há já muito que comprava alimentos biológicos e, quando comecei a ir ao IdealBio, o meu supermercado biológico “do costume”, deparei-me com os secos a granel e com a evidência de que o preço destes (arroz, sementes, açúcar de coco, etc…) era claramente mais baixo ao peso do que na sua versão embalada. E assim comecei.</div><div>A certo momento, e não tenho bem presente o porquê, comecei a reutilizar os meus frascos de vidro para armazenar/comprar todos estes alimentos.</div><div>E eventualmente e quase que naturalmente, comecei a eliminar plásticos de forma consciente. Aliás, tornou-se um acto em consciência.</div><div>Quer isto dizer que para além da questão que me leva a escrever esta dica, evitar a produção de lixo que vai continuar a existir por muito mais décadas que… nós, o preço destes alimentos é bem mais em conta a granel, principalmente se usar a versão biológica dos mesmos. E este argumento tem peso no orçamento de qualquer família!</div><div>Hoje, com excepção da massa (que ainda não encontrei em versão granel com a qualidade que me agrada e ainda não a comecei a fazer em casa…) e de mais um ou outro produto, até no talho uso esta opção: levo os meus próprios recipientes e é lá que é colocada a minha encomenda, não em sacos cujo destino seria qualquer aterro sanitário.</div><div>E por isso, caro leitor, se é consumidor de superalimentos, e sementes mágicas (eu também sou ;-)) e outros tantos ingredientes biológicos, porque se preocupa com a qualidade do que ingere, em sentir-se melhor por dentro, porque procura o equilibrio, desafio-o a olhar, a pensar, a preocupar-se em contribuir também para a sustentabilidade do habitat em que vive.</div><div>Faz sentido?</div><div>Pode comprar alimentos secos a granel (já que frescos pode encontra-los mais facilmente) nos mais variados sítios:</div><div>No Porto, compro a granel (biológico) no IdealBio (principalmente, até porque é bem mais em conta) e no Grão e Granel (especiarias, chás e outros produtos que não encontro no IdealBio). Entretanto abriu o Maçarico, com uma escolha boa de produtos.</div><div>O El Corte Inglês/SuperCor tem também uma selecção de ingredientes biológicos a peso mas o preço é superior.</div><div>O Jumbo tem uma secção só de produtos a granel mas não biológicos. E já pode levar os seus sacos de tecido ou(já que o que eles providenciam é saco de plástico). Não sei se é possível levar os seus frascos.</div><div>Em Braga gosto muito da Hibiscus, que tem uma selecção grande de produtos. Tem também o BioBrassica.</div><div>Em Lisboa, loja pioneira e crucial na luta pelo Desperdício Zero é a Maria Granel.</div><div>E é isto! Vai levar os frascos vazios que tem aí em casa para a sua próxima compra?</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>DICA 5 UTILIZE GARRAFAS/CHÁVENAS/COPOS REUTILIZÁVEIS (VS DESCARTÁVEIS)</title><description><![CDATA[O objecto que vê na imagem é uma chávena reutilizável de café ou chá, mas o uso que eu lhe dou é mesmo para água. E anda comigo para todo o lado!Esta foi, para já, a forma que eu encontrei (ou que me agradou) de andar sempre com um “copo” de água para trás e para a frente e, duma vez por todas, NÃO COMPRAR GARRAFAS DE PLÁSTICO. Ou beber café numa chávena de plástico. Ou utilizar talheres descartáveis num almoço no shopping. Ou beber água num copo descartável quando peço um café (já falamos das<img src="http://static.wixstatic.com/media/5833be_6e4475550e6246d0adc098ba34094cee%7Emv2_d_2109_2110_s_2.jpg"/>]]></description><link>https://www.martapelomundo.com/single-post/2018/02/05/DICA-5-UTILIZE-GARRAFASCH%C3%81VENASCOPOS-REUTILIZ%C3%81VEIS-VS-DESCART%C3%81VEIS</link><guid>https://www.martapelomundo.com/single-post/2018/02/05/DICA-5-UTILIZE-GARRAFASCH%C3%81VENASCOPOS-REUTILIZ%C3%81VEIS-VS-DESCART%C3%81VEIS</guid><pubDate>Mon, 05 Feb 2018 06:00:00 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/5833be_6e4475550e6246d0adc098ba34094cee~mv2_d_2109_2110_s_2.jpg"/><div>O objecto que vê na imagem é uma chávena reutilizável de café ou chá, mas o uso que eu lhe dou é mesmo para água. E anda comigo para todo o lado!</div><div>Esta foi, para já, a forma que eu encontrei (ou que me agradou) de andar sempre com um “copo” de água para trás e para a frente e, duma vez por todas, NÃO COMPRAR GARRAFAS DE PLÁSTICO. Ou beber café numa chávena de plástico. Ou utilizar talheres descartáveis num almoço no shopping. Ou beber água num copo descartável quando peço um café (já falamos das palhinhas descartáveis noutro post)…</div><div>Estes objectos super-práticos de usar e deitar fora, cuja utilização individual e única varia entre uns segundos e uns minutos, demora umas centenas de anos a desaparecer da face do nosso planeta que, como sabemos, estás em vias de esgotar todos os seus recursos.</div><div>E por isso pergunto-me e pergunto-lhe? Onde é que vamos pôr tantooooo lixo?</div><div>Se se revê nestes hábitos que referi (almoçar num shopping e comer com talheres descartáveis, beber água num copo de plástico com o seu café, beber o seu café da vending machine num copinho de plástico, sugiro-lhe que invista num super kit de utensílios reutilizáveis, adaptando-o às suas necessidades:</div><div>- Garrafa de água reutilizável</div><div>- Palhinha metálica</div><div>- Talheres reutilizáveis (simplesmente leve de casa!)</div><div>- Marmita metálica </div><div>- Chávena de café reutilizável (formato pequeno da que vê na imagem)</div><div>Pode comprar todos ou alguns destes items em www.sinplastico.com ou www.mindthetrash.pt. Claro que encontra alternativas noutros pontos de venda, mas da minha experiência (limitada, é verdade) estas duas lojas online têm uma clara missão de sustentabilidade e de não utilizar plástico em toda a cadeia de valor, incluindo nas embalagens para envios pelo correio.</div><div>A Maria Granel, para quem estiver em Lisboa, também!</div><div>Vale mesmo a pena o esforço de produzir menos lixo, não vale?</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>DICA 4 - COMPRE FRUTA E LEGUMES SEM EMBALAGEM</title><description><![CDATA[Já experimentou preparar uma sopa ou tempero com legumes acabados de colher ou, pelo menos, acabados de chegar do mercado? Tem outro sabor, não tem?E para quê comprar vegetais ou frutas embaladas? Para chegar a casa, deita-la fora, sabendo que ela demorará uns séculos a desaparecer do nosso planeta...?Pense comigo: para além do uso absolutamente desnecessário de plástico e, muitas vezes, do esferovite, (que nem sequer pode ser reciclado), frutas e legumes embaladas muito mais caros. Compare o<img src="http://static.wixstatic.com/media/5833be_93292d0344b0482f95ee3dd6bab545d4%7Emv2_d_1976_1976_s_2.jpg"/>]]></description><link>https://www.martapelomundo.com/single-post/2018/02/04/DICA-4---COMPRE-FRUTA-E-LEGUMES-AO-PESO-SEM-EMBALAGEM</link><guid>https://www.martapelomundo.com/single-post/2018/02/04/DICA-4---COMPRE-FRUTA-E-LEGUMES-AO-PESO-SEM-EMBALAGEM</guid><pubDate>Sun, 04 Feb 2018 08:35:24 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/5833be_93292d0344b0482f95ee3dd6bab545d4~mv2_d_1976_1976_s_2.jpg"/><div>Já experimentou preparar uma sopa ou tempero com legumes acabados de colher ou, pelo menos, acabados de chegar do mercado? Tem outro sabor, não tem?</div><div>E para quê comprar vegetais ou frutas embaladas? Para chegar a casa, deita-la fora, sabendo que ela demorará uns séculos a desaparecer do nosso planeta...?</div><div>Pense comigo: para além do uso absolutamente desnecessário de plástico e, muitas vezes, do esferovite, (que nem sequer pode ser reciclado), frutas e legumes embaladas muito mais caros. Compare o preço do quilo do produto embalado com o produto a granel.</div><div>Mais ainda, são produtos em muitos casos já cortados, lavados, e processados para durarem mais tempo que os vendidos ao peso, comprometendo assim a sua frescura e, consequentemente, o aporte de vitaminas que nos trazem no seu “formato” original. E se são preparados para durarem mais, quer isso dizer que são sujeitos ao tratamento com produtos que só os tornam menos… naturais!</div><div>Se procura comodidade, e não podendo propor legumes ou frutas já preparadas, sugiro que encomende um cabaz de legumes biológicos fresquinhos e de época entregues à sua porta, semanalmente. O tempo que poupa na ida ao supermercado, pode investir na preparação de um delicioso prato com ingredientes plenos de frescura!</div><div>A minha escolha recai sob uma mercearia de bairro perto de mim, onde o Sr. João já sabe que eu não quero NADA em saco de plástico, que levo as minhas embalagens para os frutos secos, e onde já me conhecem. É uma sensação bem simpática J. Também adoro ir ao mercado biológico do Parque da cidade ao Sábado de manhã. É uma forma inspiradora de começar o fim de semana! Em caso de desespero, ou quando procura, maior diversidade (e nem sempre de época...), o IdealBio costuma ter o que procuro.</div><div>Encontra <a href="https://www.prove.org.pt">aqui</a> uma das muitas ofertas que encontra hoje no mercado para receber um cabaz em casa.</div><div>Vai experimentar?</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>DICA 3 - DIGA NÃO ÀS PALHINHAS DESCARTÁVEIS</title><description><![CDATA[Diga NÃO às palhinhas descartáveis, e encoraje a sua família, amigos, café do costume, vizinhos, a fazê-lo. Atrevo-me (e não serei a única…) a chamar às palhinhas verdadeiras “pragas” das nossas praias e oceanos.E não é que hoje, dia 3 de Fevereiro, é o dia Internacional de dizer não às PALHINHAS? E estará o leitor a pensar: há dias para tudo, não há?Mas pense nisto: Deu uso a uma palhinha durante uns 10 minutos. Essa mesma palhinha, produzida a partir dum derivado do petróleo demorará SÉCULOS a<img src="http://static.wixstatic.com/media/5833be_44a744348bf2428ba42ae1ba08f15d40%7Emv2_d_2109_2110_s_2.jpg/v1/fill/w_626%2Ch_626/5833be_44a744348bf2428ba42ae1ba08f15d40%7Emv2_d_2109_2110_s_2.jpg"/>]]></description><link>https://www.martapelomundo.com/single-post/2018/02/03/DICA-3-PARA-O-DESPERD%C3%8DCIO-ZERO</link><guid>https://www.martapelomundo.com/single-post/2018/02/03/DICA-3-PARA-O-DESPERD%C3%8DCIO-ZERO</guid><pubDate>Sat, 03 Feb 2018 08:04:40 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/5833be_44a744348bf2428ba42ae1ba08f15d40~mv2_d_2109_2110_s_2.jpg"/><div>Diga NÃO às palhinhas descartáveis, e encoraje a sua família, amigos, café do costume, vizinhos, a fazê-lo. Atrevo-me (e não serei a única…) a chamar às palhinhas verdadeiras “pragas” das nossas praias e oceanos.</div><div>E não é que hoje, dia 3 de Fevereiro, é o dia Internacional de dizer não às PALHINHAS? E estará o leitor a pensar: há dias para tudo, não há?</div><div>Mas pense nisto: Deu uso a uma palhinha durante uns 10 minutos. Essa mesma palhinha, produzida a partir dum derivado do petróleo demorará SÉCULOS a desaparecer da face do planeta. Irá parar a um aterro sanitário, a uma incineradora, libertando substâncias tóxicas no solo ou/e atmosfera, ou ao mar, acabando por se deteriorar em pequenos fragmentos de plástico* que farão inevitavelmente parte da cadeia alimentar da vida marítima e, em última instância, da nossa… Não soa nada bem, pois não? </div><div>Apenas o desafio a dizer NÃO às palhinhas descartáveis. Tem hoje no mercado opções biodegradáveis e de longa duração. A minha, adoptada desde o primeiro dia pelas minhas filhas (que ouviam há já uns meses falar nos malefícios da versão em plástico), foram as de aço inoxidável, mas encontra também palhinhas em bambu ou em papel.</div><div>Para a área da restauração, encontra também palhinhas em materiais alternativos compostáveis ou mesmo comestíveis!</div><div>Encontra as várias opções mencionadas em qualquer uma das lojas mencionadas abaixo:</div><div>Lojas Físicas:</div><div>Maçarico – Porto (Nesta loja em particular encontrar umas com bonequinhos diferentes)</div><div>BioBrassica – Braga</div><div>Maria Granel - Lisboa</div><div>Lojas online:</div><div>Mind the Trash</div><div>Sin plastico</div><div>Estas duas lojas têm como parte da sua missão o combate ao desperdício, pelo que mesmo no envio por correio têm a preocupação de reduzir ao mínimo a presença de plástico na encomenda.</div><div>Para a área da restauração:</div><div>http://www.triponto.pt/web/</div><div>http://www.monouso.pt/</div><div>http://wearesorbos.com/</div><div>E lembre-se, se comprar as palhinhas numa loja perto de si, está a diminuir a sua Pegada Ecológica ;-)</div><div>*Fontes:</div><div>http://www.worldwatch.org/</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>DICA 2 - SUBSTITUA A ESCOVA DE DENTES DE PLÁSTICO POR UMA DE BAMBU</title><description><![CDATA[Substitua as escovas de dentes de plástico de toda a familia por novas em bambu! E mais uma vez, também aqui tem oferta variada, e de origem nacional (marca Babu)!O preço é menos simpático que o das tradicionais (começam nos 3,50€), mas o material é bem mais amigo do ambiente, já que é biodegradável!E para agradar aos mais novos, encontra algums marcas com bonecada. Não, não com o super homem ou com a Lady Bug, mas com um coelho ou ursinho fofinho bem mais eco-friendly que os anteriores<img src="http://static.wixstatic.com/media/5833be_cc83e7b6d9fb4a58a1212813d7cdf5b1%7Emv2.jpg"/>]]></description><link>https://www.martapelomundo.com/single-post/2018/02/02/DICA-3-PARA-O-DESPERD%C3%8DCIO-ZERO---SUBSTITUA-A-ESCOVA-DE-DENTES-DE-PL%C3%81STICO-POR-UMA-DE-BAMBU</link><guid>https://www.martapelomundo.com/single-post/2018/02/02/DICA-3-PARA-O-DESPERD%C3%8DCIO-ZERO---SUBSTITUA-A-ESCOVA-DE-DENTES-DE-PL%C3%81STICO-POR-UMA-DE-BAMBU</guid><pubDate>Fri, 02 Feb 2018 06:09:00 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/5833be_cc83e7b6d9fb4a58a1212813d7cdf5b1~mv2.jpg"/><div>Substitua as escovas de dentes de plástico de toda a familia por novas em bambu! E mais uma vez, também aqui tem oferta variada, e de origem nacional (marca Babu)!</div><div>O preço é menos simpático que o das tradicionais (começam nos 3,50€), mas o material é bem mais amigo do ambiente, já que é biodegradável!</div><div>E para agradar aos mais novos, encontra algums marcas com bonecada. Não, não com o super homem ou com a Lady Bug, mas com um coelho ou ursinho fofinho bem mais eco-friendly que os anteriores ;-).</div><div>Tendo em conta que deve mudar a sua escova a cada 3/4 meses, algumas destas lojas vendem packs que se tornam mais económicos, compensando em parte a diferença de preço.</div><div>Pode ainda reutilizar a sua velha escova de dentes para escovar/lavar compartimentos onde não chegaria doutro modo (a pia da cozinha, o teclado do computador, frutas e legumes, raspador, rodapés mais estreitos, para misturar tintas, para os miúdos utilizarem como pincel e assim fazer efeitos diferentes, etc…).</div><div>Para lhe dar esta nova vida, antes de mais, comece por fervê-la 3 a 5 minutos e deixe-a secar ao alto.</div><div>Está assim a por em prática duas das regras do Desperdicio Zero: Reutilizar (as escovas velhas) e Compostar (quando necessário) as escovas novas!</div><div>Eis algumas das lojas onde pode encontrar escovas de dentes de Bambu:</div><div>Lojas Físicas:</div><div>Vegana by Tentugal – Porto</div><div>IdealBio – Porto</div><div>Maçarico – Porto (Nesta loja em particular encontrar umas com bonequinhos diferentes)</div><div>Hibiscus – Braga</div><div>BioBrassica - Braga</div><div>Lojas online:</div><div>Sin plastico</div><div>Mind the Trash</div><div>E lembre-se, se comprar a sua escova de dentes num supermercado local, está também a reduzir a sua pegada ecológica ;-)</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>DICA 1 - SUBSTITUA O SABONETE LIQUIDO POR SÓLIDO</title><description><![CDATA[Substitua o seu sabonete liquido por sólido. Mas não se limite a troca-lo por um qualquer, já que uma boa parte dos sabonetes que encontra no mercado são produzidos com óleo de palma, um dos ingredientes mais nocivos para o planeta.A oferta de bons produtos, até mesmo nas grandes superfícies, é imensa, encontrando sabonetes biológicos, com um número mínimo de ingredientes e de origem vegetal, aos mais variados preços, muitos deles de origem nacional e embalados sem plástico. Encontra-os<img src="http://static.wixstatic.com/media/5833be_5fba490b0b7d489db3f623e31e9f3f32%7Emv2.jpg/v1/fill/w_626%2Ch_626/5833be_5fba490b0b7d489db3f623e31e9f3f32%7Emv2.jpg"/>]]></description><link>https://www.martapelomundo.com/single-post/2018/02/01/DICA-1-PARA-O-DESPERD%C3%8DCIO-ZERO---SUBSTITUA-O-SABONETE-LIQUIDO-POR-S%C3%93LIDO</link><guid>https://www.martapelomundo.com/single-post/2018/02/01/DICA-1-PARA-O-DESPERD%C3%8DCIO-ZERO---SUBSTITUA-O-SABONETE-LIQUIDO-POR-S%C3%93LIDO</guid><pubDate>Thu, 01 Feb 2018 07:18:00 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/5833be_5fba490b0b7d489db3f623e31e9f3f32~mv2.jpg"/><div>Substitua o seu sabonete liquido por sólido. Mas não se limite a troca-lo por um qualquer, já que uma boa parte dos sabonetes que encontra no mercado são produzidos com óleo de palma, um dos ingredientes mais nocivos para o planeta.</div><div>A oferta de bons produtos, até mesmo nas grandes superfícies, é imensa, encontrando sabonetes biológicos, com um número mínimo de ingredientes e de origem vegetal, aos mais variados preços, muitos deles de origem nacional e embalados sem plástico. Encontra-os hidratantes, aromáticos, regeneradores, e tão “ricos” como aqueles que encontraria em formato liquido.</div><div>Pode mesmo fazer o seu próprio sabonete em casa, tendo como ponto de partida produtos facilmente acessíveis, como azeite, óleo de coco ou de rícino. Encontra aqui ou aqui, por exemplo, os ingredientes necessários para dar início a esta aventura (embora muitos deles sejam embalados em plástico).</div><div>Eu ainda estou a começar e para já estou a utilizar dois “clássicos”, um Sabão de Marselha e um de Leite de Burra (que tinha ainda por estrear).</div><div>Deixo-lhe várias sugestões de lojas, ora físicas (no Norte do País, e aquelas que conheço pessoalmente) ora online, onde encontra inúmeros produtos que têm em atenção não apenas a selecção dos ingredientes, mas também o o invólucro em que os mesmos são vendidos.</div><div>Lojas Físicas:</div><div>Arte Sana – Porto</div><div>Vegana by Tentugal – Porto</div><div>IdealBio – Porto</div><div>Maçarico - Porto</div><div>El Corte Inglés – Porto, Lisboa e Braga</div><div>Jumbo – Ainda não explorei devidamente, mas é dos supermercados com melhor oferta a nível de produtos biológicos.</div><div>Celeiro (Centros Comerciais ou loja online)</div><div>Hibiscus – Braga</div><div>BioBrassica - Braga</div><div>Lojas online:</div><div>Grão de Terra</div><div>Miristica</div><div>Saponina</div><div>Sente Senas</div><div>Planetiers</div><div>Sin plastico</div><div>E lembre-se, se comprar o seu sabonete num mercado local, produzido com um número reduzido de ingredientes locais, está também a reduzir a sua pegada ecológica ;-)</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>A VIAGEM SEM DESPERDÍCIO COMEÇA AQUI</title><description><![CDATA[Estamos na era dos superalimentos e dos sumos Detox. Vamos ao ginásio 3 vezes por semana, fazemos retiros, sessões de Reiki, corremos, praticamos Yoga, frequentamos cursos e lemos livros de auto-ajuda e aprendemos a comer e a cozinhar apenas com vegetais e frutos secos e outros tantos alimentos com nomes estranhos, qual elixir da juventude, que nos prometem transformar por dentro. Tudo em prol dum EU melhor, mais saudável, forte, em equilíbrio com a natureza.Perfeito.E por fora?Porque não levar<img src="http://static.wixstatic.com/media/5833be_fb209c4f99624497b126ee4bc9c452d1%7Emv2_d_2111_2111_s_2.jpg"/>]]></description><link>https://www.martapelomundo.com/single-post/2018/01/31/A-VIAGEM-SEM-DESPERD%C3%8DCIO-COME%C3%87A-AQUI</link><guid>https://www.martapelomundo.com/single-post/2018/01/31/A-VIAGEM-SEM-DESPERD%C3%8DCIO-COME%C3%87A-AQUI</guid><pubDate>Wed, 31 Jan 2018 07:26:00 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/5833be_fb209c4f99624497b126ee4bc9c452d1~mv2_d_2111_2111_s_2.jpg"/><div>Estamos na era dos superalimentos e dos sumos Detox. Vamos ao ginásio 3 vezes por semana, fazemos retiros, sessões de Reiki, corremos, praticamos Yoga, frequentamos cursos e lemos livros de auto-ajuda e aprendemos a comer e a cozinhar apenas com vegetais e frutos secos e outros tantos alimentos com nomes estranhos, qual elixir da juventude, que nos prometem transformar por dentro. Tudo em prol dum EU melhor, mais saudável, forte, em equilíbrio com a natureza.</div><div>Perfeito.</div><div>E por fora?</div><div>Porque não levar essa transformação que estamos a viver por dentro ao nosso entorno? Se medimos os nossos passos e quilómetros e calorias, porque não medir a nossa pegada ecológica? É possível que não tenha noção em si do seu impacto imediato, mas claramente o terá no curto, médio e longo prazo.</div><div>Porquê comprar um produto biológico, mais natural e benéfico que os demais, se o mesmo está embalado em material plástico que vai demorar séculos a desaparecer do nosso planeta?</div><div>Pense nisso e embarque comigo nesta viagem rumo ao Desperdício Zero ;-)</div><div>Durante o mês de Fevereiro trago-lhe uma dica por dia para, duma forma simples, exequível, sem fundamentalismos e adaptada à vida de qualquer um e passo a passo, levar um estilo de vida mais sustentável, sem plásticos ou pelo menos, com muitos menos.</div><div>Vamos?</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>PRENDAS COM SENTIDO</title><description><![CDATA[Lembro-me de adorar o Natal, da sensação boa que tinha quando desejava Feliz Natal a pessoas que não conhecia de lado nenhum. Lembro-me de Natais sem conta a jogar Bingo com a minha avó, e minha mãe e tia e primos e irmãos, a 20 escudos o cartão, e da batota de uns ou de outros.A memória seguinte é a de trocar a expressão Feliz Natal por Natal Feliz, a querer colocar a entoação na emoção. A começar a rejeitar o materialismo que passou a ter a época natalícia, mas a continuar a adorar a ideia da<img src="http://static.wixstatic.com/media/5833be_8c12994760f64c4c91d554d01c1389c2%7Emv2_d_2104_2105_s_2.jpg"/>]]></description><link>https://www.martapelomundo.com/single-post/2016/1/5/8-things-you-can-do-with-Avocados</link><guid>https://www.martapelomundo.com/single-post/2016/1/5/8-things-you-can-do-with-Avocados</guid><pubDate>Mon, 18 Dec 2017 12:17:00 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/5833be_8c12994760f64c4c91d554d01c1389c2~mv2_d_2104_2105_s_2.jpg"/><div>Lembro-me de adorar o Natal, da sensação boa que tinha quando desejava Feliz Natal a pessoas que não conhecia de lado nenhum. Lembro-me de Natais sem conta a jogar Bingo com a minha avó, e minha mãe e tia e primos e irmãos, a 20 escudos o cartão, e da batota de uns ou de outros.</div><div>A memória seguinte é a de trocar a expressão Feliz Natal por Natal Feliz, a querer colocar a entoação na emoção. A começar a rejeitar o materialismo que passou a ter a época natalícia, mas a continuar a adorar a ideia da mesma.</div><div>Hoje, com filhas pequenas, esta reacção mantém-se, acentuou-se, acrescida pelo facto de ter esta sensação de que o tempo passa a correr, de que o Natal passa a correr, e que até ao momento em que ele &quot;acontece&quot;, somos inundados pela pressão de comprar, e de que este momento &quot;mágico&quot; afinal é apenas isso, material. E no meio de todo este ruído ensurdecedor, deparo-me com o desafio enquanto mãe de querer criar uma experiência, uma memória do Natal às minhas filhas que não seja apenas de prendas sem fim debaixo duma árvore artificial adornada.</div><div>Mas apesar desta sensação, ADORO dar prendas, adoro ver sorrisos, surpresa estampada no rosto de quem a recebe, saber que acertei em cheio (sim, tem muito de egoísmo), que na prenda que dou está dedicação, tempo, carinho, em coerência com o que sentimos por aquele a quem a vamos dar.</div><div>E é mesmo de prendas que quero falar, de prendas com sentido, para o Natal ou para outro momento qualquer, que levem uma mensagem e provoquem uma emoção. Materiais, &quot;físicas&quot;, em algum casos, mas com mais emoção à mistura.</div><div>Prendas que dizem: Experimenta</div><div>Uma aula de Yoga, um workshop de antiaging e antienvelhecimento (e não é que existe?) ou, num registo completamente diferente, de culinária vegetariana, asiática ou de probióticos, de fotografia ou costura, um curso de mindfullness, um tarde num campo de paintball, uma aula de cerâmica.</div><div>Uma inscrição no ginásio, um kit de iniciação a uma vida mais saudável (feito por si), um frasco com todos os ingredientes duma receita, pronta a confeccionar.</div><div>Uma máquina polaroid moderna ou uma lomo que lhe permite experimentar fotografias duma forma mais irreverente.</div><div>Pelo Porto, encontra workshops na https://www.clavelskitchen.com/, http://www.workshops-popup.com/ ou na http://workespacocriativo.pt/</div><div>Prendas que dizem: Lembras-te?</div><div>Uma revista do mês, ou semana do ano em que nasceu ou um objecto desse mesmo ano (Um vinil original dos Stones ou da Eurovisão) ou uma fotografia emoldurada encontrada numa gaveta escondida. </div><div>Um brinquedo ou um jogo de época, uma garrafa de vinho do ano de nascimento.</div><div>Prendas que dizem: Dou-te um momento só para ti!</div><div>Descobri nos livros de colorir para adulto uma forma de relaxar e de me focar mas também, em diferentes momentos, uma actividade que posso partilhar com as minhas filhas: ora pintamos juntas um destes desenhos, ora cada uma pinta o seu desenho. O livro &quot;Alma Portuguesa&quot; tem um conjunto de desenhos de vários ícones da nossa cultura, o que o torna particularmente bonito e o distingue doutros nesta temática! Encontra o livro <a href="https://www.wook.pt/livro/alma-portuguesa/17023706">aqui</a></div><div>Um cartão de amigo de Serralves (também existe em versão cartão familiar), a assinatura duma revista que diz &quot;redescobre o prazer do papel vs a obsessão dos aparelhos electrónicos&quot;</div><div>Prendas que dizem: Vamos Juntos?</div><div>Um bilhete duplo para um concerto (ou até como mote duma viagem?), bilhetes para uma peça de teatro, um passeio de balão, uma entrada para a Livraria Lello que diz &quot;vamos descobrir a cidade?&quot;, ou um voucher duma companhia aérea.</div><div>Prendas para os mais pequeninos:</div><div>Uma ida ao Kidzania, bilhetes para o concerto do Panda e dos Caricas, uma ida ao Portugal dos Pequeninos, uma tarde no Playcenter para os miúdos saltarem sem parar nos vários insufláveis, uma viagem ao mundo de fantasia da Disney, uma ida ao Jardim Zoologico, o monopólio ou o jogo da gloria para jogarem em família</div><div>Espero ter ajudado a tornar a sua prenda mais emotiva!</div><div>Desejo-lhe um Natal cheio de sorrisos :-)</div><div><img src="http://static.wixstatic.com/media/5833be_fd2f5a6375b44b39b047d0835b9eed0e~mv2_d_2816_2112_s_2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/5833be_076d144265e14cabb630f4c3c83ae7e5~mv2.jpg"/><img src="http://static.wixstatic.com/media/5833be_40a3b94409814f75be7ee05b5a91e29a~mv2.jpg"/></div></div>]]></content:encoded></item><item><title>BABY STEPS TO ZERO WASTE (PART 1)</title><description><![CDATA[Am not quite sure when it happened. When I started thinking twice and feeling bad about opening an individual cookie pack and automatically throwing it away. Or tasting a couple of ice cream flavours with plastic spoons and binning them. Or buying so many organic products, from rice to pasta to cereals, and not questioning for a second how these healthier products were completely ignoring the harmfullness of its packaging materials.Somehow it started to ring a bell. I began questioning where it<img src="http://static.wixstatic.com/media/5833be_84531432c432445588ebd7d02d8c02b6%7Emv2.jpg"/>]]></description><link>https://www.martapelomundo.com/single-post/2016/1/5/Its-Spinach-month-at-Thyme</link><guid>https://www.martapelomundo.com/single-post/2016/1/5/Its-Spinach-month-at-Thyme</guid><pubDate>Mon, 13 Nov 2017 16:19:00 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/5833be_84531432c432445588ebd7d02d8c02b6~mv2.jpg"/><div>Am not quite sure when it happened. When I started thinking twice and feeling bad about opening an individual cookie pack and automatically throwing it away. Or tasting a couple of ice cream flavours with plastic spoons and binning them. Or buying so many organic products, from rice to pasta to cereals, and not questioning for a second how these healthier products were completely ignoring the harmfullness of its packaging materials.</div><div>Somehow it started to ring a bell. I began questioning where it would all end up. To answer this question, I could simply post a picture of the Great Pacific garbage patch, or of a seahorse holding a Q-tip, or of so many other disastrous examples of how plastics, in other words we, are harming our planet, the one where my children and yours, nephews, and neighbours, and brothers and sisters, will grow up.</div><div>But I will not. Instead I will tell you about the path I am building, at home, with my family, to change my attitude, the garbagge we generate and my mindset, baby step by baby step. And beware, I am just starting, so don’t put your stakes up to high. Furthermore, I am on the stage of educating, envagalizing almost, both my very young children and husband…! </div><div>1 - My first step was to start buying bulk in my own packaging (recycling glass jars from other products). Furthermore, and quite relevant for us as a family, I started buying the wholemeal version whenever available, from rice, to flours, to pasta (not bulk though, as it is still not available in my area). This meant using less processed food thus benefiting our health. </div><div>At present, every gram of rice, flours, spices, sugar (I don’t use cane sugar but I’ll tell you that story some other time) we eat is bought in bulk.</div><div>In Porto, where I leave, I stock my needs in three specific shops, that differ in terms of price, products available and quality. So depending on what I want I, I choose which one to go to. </div><div>They are: Toca do Granel and Grão e Granel, smaller stores focused on bulk, and IdealBio, the best and biggest organic supermarket in my area. There are others, even more traditional and older than these, but these sell organic products which is my choice.</div><div>I also buy most of my fruit and vegetables in the market (my favoutrite being the Saturday Morning Organic Market in Parque da Cidade), and when I don’t, I make sure I take my own bag and that I choose the ones not wrapped in plastic.</div><div>2 - I started reading Bea Johnson’s “Zero Waste”, and for me that was the REAL beggining. But I am doing so with an very open mind, knowing, for the moment, that I am not ready to let go of everything nor to start producing my own mascara or toothpaste. Give me time, ok ;-)?</div><div>3 – Am starting to replace specific toilet products for more eco-friendly versions, for example:</div><div>-“Supermarket” Toothbrushes by bamboo toothbrushes. There are several brands around but I’ll mention a Portuguese one, BABU.</div><div>- Liquid soaps for solid soaps, the old fashion way. You have tons of natural and handmade choices made right here in Portugal to choose from.</div><div>- Shower gel is to be replaced by solid soap as well. Still on the process of choosing a brand (with an equal eco-friendly package) as my daughter has really sensitive and itchy skin.</div><div>- Liquid Shampoo and conditioner for solid versions. Actually am happy with the ones I’ve tried (from Lush), although I was disappoiinted when I received them as they were packed in plastic.</div><div>Another thing that I am still struggling is how to pratically place them in the shower. Wll keep you posted on new discoveries!</div><div>- I have decided to buy an organic cup to use instead of my panties. That will be an adventure, but I have honestly read so many encouraging reviews that I feel ready to take this step!</div><div>4 – Bye-bye straws and paper napkins (I’ll use blue roll or fabric napkins instead). In case you don’t have stock, try using an old cloth to make some. Having said that, you can find reusable ones in the market, made either or metal or bamboo.</div><div>Hmm... the night is long and this article is long enough… so I'll leave you this and ask you to watch this space for the next chapter, on organic garbagge, home detergents and other steps!</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>THE B-SIDE OF UNEMPLOYMENT</title><description><![CDATA[Construction Work On The Top Floor. That was the hashtag I created for the picture I posted on my instagram account on the last day of my last job.The meaning was clear to me. Having decided to leave the company after a very short period of time (7 months), with a turmoil of feellings resulting from what I considered to be a roallercoaster experience and with no future perspectives workwise, I decided I would dedicate whatever time I would have unemployed to build a better version of myself.The<img src="http://static.wixstatic.com/media/5833be_4e64707d200141e6897cdd96becac180%7Emv2.png"/>]]></description><link>https://www.martapelomundo.com/single-post/2016/1/13/7-ways-to-eat-corn</link><guid>https://www.martapelomundo.com/single-post/2016/1/13/7-ways-to-eat-corn</guid><pubDate>Thu, 22 Jun 2017 15:16:00 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/5833be_4e64707d200141e6897cdd96becac180~mv2.png"/><div>Construction Work On The Top Floor. That was the hashtag I created for the picture I posted on my instagram account on the last day of my last job.</div><div>The meaning was clear to me. Having decided to leave the company after a very short period of time (7 months), with a turmoil of feellings resulting from what I considered to be a roallercoaster experience and with no future perspectives workwise, I decided I would dedicate whatever time I would have unemployed to build a better version of myself.</div><div>The relief was huge but so was the eagerness, and need to be better. The level of self-consciousness that I always believed to have enabled me to easily reach a diagnosis on areas of improvement (the experience I had just lived also contributed). And so my wandering and somewhat creative mind started building a plan on how to work each of the “skills” that required intervention.</div><div>Focus, prioratize, listen, lead. To truly be here and now and to count until ten before reacting (AKA emotional control). All these were absolutely paramont in my life.</div><div>At that point, I didn’t even know that one can change whatever we set our mind to. I knew, though, that to compensate a latent filling of failure I had to surprise, to excell myself. And so I did.</div><div>Introducing sports in my life, which I always veemently rejected, was key. I started setting goals I had to overcome. With (wise) training, I have so far ran a 15km race on a beatiful but very, very hot day. And it felt amazing. </div><div>I attended various courses from various fileds, from Mindfullness, to Digital Marketing, to a Coaching Certification, thus acquiring tools in each of the categories of intervention. </div><div>I read more than I ever did. And each book has a purpose, may it be pure entertainment, knowledge (within my field of expertise) or a way of contributing to a better me. Instead of killing time on social media whenever I have to wait for something, or have spare time, I read.</div><div>I overcame the prejudice of spending part of my unemployed time doing things I enjoyed, because at the end of the day, this status will not last forever and I will not be in it again… And so I picked up on old habits: I go to the movies more regularly (matinees!), to exhibitions and museums, I study in public libraries and visit places that I had never been or hadn’t been for years. I became a tourist in my hometown.</div><div>An irredeemable sweettooth, I decided to give up on white sugar. Not because I wanted to loose weight (a welcoming consequence, though), but having been caringly nicknamed by former colleagues of mine as the Cookie Monster, what better way to test my changing skills than to give up on this delicious evil? And yes, I succeed, and it was way easier than I thought. </div><div>Most importantly, I dedicate more time to manage a (home) team of two (little) members, thus working on my skills on how to motivate, inspire, promote accountability and discipline, praise and say no, all in the most constructive fashion. I am a better mother, one that is more present, fully.</div><div>I still feel, I know, I could do even better with my time. Because it is such an immense privillege to have control over it. Even if I learned how to take hold of it in what coud have been a less positive moment, I chose to make it a damn good one.</div><div>Funny enough, the one thing I still haven’t learned, is to do absolutely nothing. Nothing. Not only because I believe it to be a healthy habit but also an art I’m yet to master. That will indeed be the ultimate change in me. And I will get there.</div><div>I am not sure where I will go next, but I have this incredible feelling of being way better today than I was before. I have sharpenned my focus, I have a level of self-confidence that is absolutely new to me, I am more feerless and tranquil about challenges that will take me out of my confort zone than I ever was.</div><div>And all these changes occured during unemployment. Maybe because I had a goal from Day 1. Or maybe it was because I like this idea of looking at the bright side of life. One thing is for sure, it was a choice. What is yours?</div><div>P.S. This sharing is dedicated to my family and to the amazing and inspiring people I met throughout this journey</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>UM DIA EM HOI AN</title><description><![CDATA[(Texto com 13 anos)Sete Horas da manhã. Uma viagem nocturna de dez desconfortáveis horas. Um autocarro que já viu melhores dias. E assim chegamos a Hoi An, uma pequena cidade na costa do Vietname.A cidade ainda dorme. O rio que a banha está tranquilo, alguns barcos de madeira navegam nas suas águas. Algumas bicicletas nas suas ruas, algumas mulheres com os seus chapéus em cone. Mas ainda se ouve o silêncio. Numa primeira impressão, a cidade parou no tempo, transmitindo-nos essa agradável<img src="http://static.wixstatic.com/media/5833be_5719d5a67c764cfcbd8a1a97e33ab86e%7Emv2_d_1600_1200_s_2.jpg"/>]]></description><link>https://www.martapelomundo.com/single-post/2016/1/5/Opinion-When-vegetables-comes-first</link><guid>https://www.martapelomundo.com/single-post/2016/1/5/Opinion-When-vegetables-comes-first</guid><pubDate>Tue, 05 Jan 2016 15:29:25 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/5833be_5719d5a67c764cfcbd8a1a97e33ab86e~mv2_d_1600_1200_s_2.jpg"/><div>(Texto com 13 anos)</div><div>Sete Horas da manhã. Uma viagem nocturna de dez desconfortáveis horas. Um autocarro que já viu melhores dias. E assim chegamos a Hoi An, uma pequena cidade na costa do Vietname.</div><div>A cidade ainda dorme. O rio que a banha está tranquilo, alguns barcos de madeira navegam nas suas águas. Algumas bicicletas nas suas ruas, algumas mulheres com os seus chapéus em cone. Mas ainda se ouve o silêncio. Numa primeira impressão, a cidade parou no tempo, transmitindo-nos essa agradável sensação de termos recuado na história, de o Vietname de hoje ainda estar para chegar.</div><div>Com o comércio na sua maioria ainda fechado, sentamo-nos num delicioso café. Continuamos algures no passado, num qualquer cenário d'O amante de Marguerite Duras, com a sua decoração tão colonial, combinando harmoniosamente paredes amarelas, cadeiras de bamboo, charme francês adaptado ao encanto asiático.</div><div>Do bar do terraço contemplamos a arquitectura de outros tempos, as casas com portadas de madeira, as suas cores desgastadas pelo tempo mas ainda vivas, os transeuntes, o rio, os chapéus em cone que conversam entre si.</div><div>O menu, com os seus capucinos e sofisticada pastelaria de influência francesa, traz-nos o primeiro contacto com a realidade.</div><div>E quando descemos, apercebemo-nos que a Indochina sobrevive apenas e literalmente em algumas fachadas de Hoi An. Ainda assim, absolutamente encantadora, repleta de charme, digna do seu título de património mundial da UNESCO.</div><div>Mas o comércio tradicional, fosse ele qual fosse, foi substituído por lojas de souvenirs, alfaiates, lojas de candeeiros de papel, pauzinhos, cafés charmosos ou simplesmente ocidentalizados, lençóis de seda, sapatarias para sapatos à medida, artistas que pintam a vida local ou um qualquer outro tema susceptível de agradar ao turista, carteiras de algodão e mais, muitos mais, alfaiates...</div><div>E o silêncio da cidade adormecida foi substituído pelos barulhos que caracterizam tantos outros locais no Vietname: as buzinas, as motas (em algumas ruas do centro histórico de Hoi An é proibida a circulação de carros), a corneta que anuncia um qualquer vendedor de rua (os gelados), as frases de assédio (infelizmente o termo adequa-se à realidade) ao turista: “what´s your name, where do you come from?”, seguido do inevitável &quot;Do you want to come to my clothes shop?&quot;. E ainda outras expressões como &quot;motorbike&quot;, &quot;Remember me?&quot;, &quot;If you buy, you buy from me?&quot;, &quot;same same but different (expressão transversal a todo o Sudeste Asiático...) …</div><div>E ainda assim, Hoi An delicia... poucas horas são suficientes para percorrermos o conjunto de quarteirões que constituem o seu centro histórico. Paga a entrada no mesmo, cerca de cinquenta mil Dongs destinados à conservação do património local, recebemos um bilhete que nos dá a escolher a entrada em alguns dos monumentos que nos contam a história da cidade.</div><div>Meia dúzia de ruas, e entre pagodes e templos, túmulos e capelas familiares para homenagear antepassados, pontes e casas, passeamos ora pela influência chinesa (uma percentagem considerável da população é de etnia chinesa), através das inúmeras assembleias locais pertencentes a diferentes congregações, e que constituíam locais de encontro da comunidade; ora pela influência nipónica, através da ponte coberta japonesa, de interior cor-de-rosa, fruto dos tempos em que também o Japão andou por estas bandas na busca de seda; ora pela influência francesa, que aquando do seu domínio na região, usou Hoi An como centro administrativo. E todos estes vestígios sobreviveram quase intactos à guerra do Vietname.</div><div>Deste passeio destacam-se em particular algumas casas-museu (a Phung Hung Old House, actualmente uma livraria, e a Tan Ky House são das mais interessantes) nas quais, por uma pequena contribuição, um dos familiares (ou não) presentes proporciona uma agradável visita guiada pela casa e respectiva história. E como em tantas casas nesta pequena cidade, onde é notória a influência chinesa e japonesa, encantam os pátios interiores descobertos, que funcionavam como divisória entre a parte pública da casa, dedicada ao comércio, e a parte privada, para habitação. Ainda como parte deste percurso histórico, uma visita (ou dormida) a uma Ancient House (Minh A, na rua ao lado do antigo mercado), uma espécie de pensão do passado, é uma peça fundamental deste filme antigo.</div><div>E assim viajamos pela história de Hoi An, numa outra época, desde o do Século XVII, em que Faifo, como era conhecida a cidade, era um dos mais importantes portos internacionais do Sudeste Asiático. Por aqui passavam cidadãos de todo o mundo, entre os quais Portugueses, na busca dos inúmeros produtos que aqui se encontravam: seda, tecidos, chá, porcelana, pimenta, madrepérola, entre muitos outros. E só no fim do século XIX, porque a natureza do rio Thu Bon assim o ditou, é que o protagonismo deste centro comercial e portuário passou a ser assumido pela cidade vizinha de Danang, deixando Hoi An entregue a uma pacata existência à beira-rio.</div><div>E porque este olhar sobre a história é intenso mas curto, sobra tempo e é impreterível parar num alfaiate para renovar o guarda-roupa! Vinte e quatro horas e uma dúzia de dólares é o necessário para fazer uma cópia dos últimos modelos dos mais prestigiados estilistas, em qualquer tecido, em qualquer tipo de seda proveniente de uma origem à escolha do Sudeste Asiático!</div><div>Dizem as más-línguas que os inúmeros alfaiates da cidade dão vazão às suas encomendas na mesma costureira… mas, pelo sim pelo não, o ideal é dar azo à sua veia consumista bem longe do mercado de roupa. Não é tarefa fácil face aos inúmeros “locais” que se dirigirem ao pacato turista tentando convencê-lo a ir conhecer a loja do tio, da tia, da avó, da mãe, o que se lembrarem no momento… Mas a probabilidade de ser mal servido a um preço bastante superior é maior!</div><div>E depois de uma extenuante manhã, nada melhor que fazer como os locais, almoçar no Wan Lu e devorar as iguarias lá do sítio: crepes vietnamitas, o típico Cao Lau (uma sopa com massa gorda acompanhada de rebentos de soja e outros verdes, fatias de porco e, mesmo antes de servida, envolvida em papel de arroz crocante), e “white rose”, um elegante prato com camarão envolto em papel de arroz.</div><div>E como se não bastasse este regresso ao passado, um agradável e curto passeio de bicicleta alugada leva-nos, por campos de arroz, à simpática praia de Cua Dai. Não se poderá dizer que nos espera uma tarde de sossego… longe disso! A cada segundo o assédio! Pedicure, manicure, foot massage, bugigangas, aperitivos, bebidas… Mas se tiver a capacidade de se abstrair, poderá até ter uma tarde bem passada!</div><div>E o fim de tarde perfeito, na estrada de regresso a casa, naquele café de bamboo branco situado entre a estrada e as águas do rio, em que nos deliciamos por um lado com as tonalidades do pôr-do-sol combinado com o verde de palmeiras; e do outro, uma onda branca de dezenas de bicicletas transportam as suas estudantes vestindo o seu tradicional “ao dai” ao fim de um dia de escola. Tudo ao sabor de um batido de fruta.</div><div>E para encerrar o dia, lá pelas 19 horas, o jantar e algo mais: uma aula de culinária no Café 96 em que, pela módica quantia de 3USD, se acompanha o divertido chefe e dono do restaurante na confecção daquele que será o jantar da noite. Aos mais preguiçosos (mais que justo em férias…) fica a sugestão de que se fiquem por aqui ou pelo restaurante Mermaid (onde também pode aprender a cozinhar) onde se podem deliciar com uma excelente oferta de comida Vietnamita.</div><div>Pelas dez horas a cidade já se recolheu. E está de volta a pacatez que caracterizou o seu amanhecer. E assim recolhemonos nós também com a sensação de termos vivido um dia dentro de um sonho em que éramos espectadores de uma outra cultura, num tempo diferente do nosso. Talvez no cenário de um filme.</div><div>P.S A fotografia não é de Hoi An (essas andam desaparecidas) mas sim do Norte do Vietnam</div></div>]]></content:encoded></item></channel></rss>